segunda-feira, 15 de maio de 2017

4.º Encontro Nacional de Multicolecionismo em Vitória



19, 20 e 21 de maio de 2017 – das 9h às 18h
Hotel ARUAN (Avenida Dante Michelini, 1.497 - Praia de Camburi)
Realização: Sociedade Capixaba de Multicolecionismo (MulticolecionadorES)

O 4.º Encontro Nacional de Multicolecionismo de Vitória,
realização da Sociedade Capixaba de Multicolecionismo (MulticolecionadorES)
está inserido no calendário oficial (2017) da Sociedade Brasileira de Numismática.
A entrada é livre (e muito recomendada!). 

Trata-se de uma verdadeira feira para quem curte o colecionismo.
No salão do hotel, estarão distribuídos cerca de 40 expositores oriundos
de todo o Brasil (até do exterior vem um, o Zhai Fun Han, chinês, com lojas
em São Paulo e em Beijing / Pequim), os quais prometem trazer materiais inéditos
para os colecionadores. Oportunidade excepcional, em Vitória, para compra, venda ou permuta de qualquer tipo de material colecionável: cédulas e moedas antigas e recentes, selos postais raros, cartões-postais vintage, cartões telefônicos, estampas ‘Eucalol’, revistas em quadrinho (HQ), álbuns, catálogos, material de apoio para montagem e preservação de coleções, miniaturas, antiguidades
e todo tipo de objeto colecionável.

O colecionismo é uma atividade normal, saudável, prazerosa, até recomendada pelos psiquiatras, a qualquer idade. É um hobby, mas, acima de tudo, cultura!

Contamos com sua presença no evento.
Até sexta, sábado e domingo no Hotel Aruan.


sexta-feira, 12 de maio de 2017

'Febre' de aplauso de pé incomoda artistas e críticos de teatro


A Europa era exceção, até poucos anos atrás. Mas também por lá o crítico inglês Michael Billington lamentou que esteja chegando o "hábito sujo americano" de aplaudir de pé no final da peça. Qualquer peça.
O crítico americano Ben Brantley concorda e até lançou um apelo público, no "New York Times", "pela volta do aplauso sentado". Aplaudir de pé, afirma, "virou um gesto social automático", sem sentido.
No Brasil, o diretor Antunes Filho e a atriz Nydia Lícia, com carreiras iniciadas há mais de meio século no TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), atestam que "essa mania de levantar sempre", como ela descreve, é recente.
Lenise Pinheiro/Folhapress
Público aplaude monólogo 'A Vida Sexual da Mulher Feia
Público aplaude monólogo 'A Vida Sexual da Mulher Feia'
Antunes arrisca que o hábito se disseminou a partir dos anos 90. "Antes era mais seco", diz. "Agora é um touro bravo, vai que vai. Agora é absolutamente nada."
"Antes era um gesto estrondoso para o ator", relata Nydia, citando, entre os raros aplausos de pé no TBC, "Seis Personagens em Busca de um Autor" (1951), com Sergio Cardoso, Cacilda Becker, Paulo Autran e Cleyde Yáconis.
"Era excepcional", diz. "Agora levantam, assobiam, gritam e fica por isso mesmo. Você não tem mais medida, não sabe até que ponto agradou. O ator fica mimado."
Com a presença crescente de celebridades do cinema e da TV no palco, tanto aqui como no exterior, o fenômeno avançou para o meio das apresentações, para a entrada em cena. "A sugestão é, no caso de estrelas menos veneráveis, como Julia Roberts, 'bom para você, você é famosa'", critica Brantley.
PANDEMIA
Ele reconhece que aplaudir de pé é um "vírus" que pode ter tido sua origem na Broadway, seguindo depois para Europa e outros junto com as franquias dos musicais nova-iorquinos.
Cláudio Botelho, que ao lado de Charles Möeller ajudou a estabelecer os musicais no Brasil, também questiona o fenômeno, mas acrescentando ser mais acintoso por aqui —onde programas de auditório teriam instituído, segundo ele, que "quem quer que apareça é aplaudido".
Lamenta, sobretudo, que "não tem mais diferença: aplaudem de pé tanto Marília Pêra como qualquer grupo jovem". Citando também Bibi Ferreira e Fernanda Montenegro, cobra: "O que você vai dar como reconhecimento às grandes divas?".
São muitas as hipóteses para a "febre", segundo o "NYT": espectadores aplaudem para justificar o ingresso caro; por serem turistas, não habituados ao teatro; pelo alívio físico de se levantar; até para chegar antes à saída, nas plateias lotadas.
Antunes acrescenta um fenômeno local relativamente novo e semelhante àquele dos turistas na Broadway: "A classe média aumentou. É uma coisa boa, mas eles ainda não têm base. Ir ao teatro já é uma vitória social".
Saulo Vasconcelos, protagonista de musicais como "O Fantasma da Ópera" no Brasil e no exterior, soma ainda duas razões específicas, no caso de São Paulo. "As pessoas aplaudem já se levantando para ir embora, porque o estacionamento é um inferno. E também porque o espectador daqui é gentil, quer mostrar seu carinho."

AUTOENGANO
Ron Daniels, que começou como ator nos anos 60 no Teatro Oficina e a partir dos anos 70 se estabeleceu como encenador em companhias como a Royal Shakespeare Company e o American Repertory Theater, acredita que o problema é maior nos Estados Unidos e no Brasil.
"Em Nova York eles sempre se levantam. Na Inglaterra, só em musical, Shakespeare não", diz ele. "Eu detesto esses aplausos, o espetáculo perde o valor. Mas, quando é merecido, a 'standing ovation' [aclamação de pé] é maravilhosa."

Para Daniels, o fenômeno "é muito esquisito: a plateia se congratula a si mesma". Michael Billington, que é crítico do londrino "Guardian", concorda que a febre do aplauso de pé surgiu com o público "tentando enganar a si mesmo", sugerindo que a cura teria de partir dele. 


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/01/1401502-febre-de-aplauso-de-pe-incomoda-artistas-e-criticos-de-teatro.shtml

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Praça do Papa vai receber festival gastronômico de food trucks



Quem quiser aproveitar para curtir o Dia da Mães no local terá direito a promoções especiais, com pratos elaborados por chefs, que variam de R$ 8 a R$ 35

Food trucks vão levar variedade de cardápios para o público na praça do Papa
Food trucks vão levar variedade de cardápios para o público na praça do Papa
Foto: Divulgação/Prefeitura
A praça do Papa, na Enseada do Suá, vai novamente receber o Festival Gastronômico de Food Trucks. O evento terá início na próxima quarta-feira (10) e vai até domingo (14), Dia das Mães, sempre das 15 horas até a meia-noite. A entrada é gratuita.
Serão 23 food trucks e cinco food bikes oferecendo o melhor da culinária gourmet: culinária japonesa, mexicana, norte-americana, italiana, libanesa e brasileira, além de opções sem glúten e sem lactose.
Os pratos, alguns elaborados por chefs, variam de R$ 8 a R$ 35. Uma promoção especial foi preparada para o Dia das Mães. Além disso, o festival contará também com uma área para crianças, com muita variedade de brinquedos.
O Festival Gastronômico de Food Trucks é realizado pela Inspire Produções e Eventos, com o apoio da Prefeitura de Vitória, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Trabalho e Renda (Semttre).
Festival Gastronômico de Food Trucks no Dia das Mães
Data: de 10 a 14 de maio, das 15h à meia-noite
Local: Praça do Papa, na Enseada do Suá
Entrada: gratuita
Lista dos trucks
1. Sandurritos (Comida Mexicana)
2. Senhor dos Pastéis (Pastel Gourmet)
3. Batata da Kekka (Batata Suiça Recheada)
4. Just Fresh (Saladas e Aperitivos Fit)
5. Mochica (Comida Peruana)
6. Noi (Cerveja Artesanal)
7. Sergius (Burgueria)
8. Besten (Cerveja artesanal)
9. Ped Açai (Sorvetes e Açai)
10. Rock Massa (Massas)
11. Boutequim Oriental (Comida Japonesa)
12. Libânus (Comida Libanesa)
13. Rango do Portuga (Comida Portuguesa)
14. Hot Rod (Cerveja Artesanal)
15. Mandando Brasa (Carne na Brasa)
16. Tô Frito (Salgados, frango frito e cerveja artesanal)
17. The Titans (Burgueria)
18. The Black Box (Burgueria)
19. Road (Petiscos)
20. Sampa Food (Comida Paulista)
21. Rocky Philly´s (Comida Americana)
22. Mister Cold (Sorvete Artesanal)
23. D’ Praia (Frutos do Mar)
Bike foods
1. Don Chavito (Churros Gourmet)
2. Balacobaco (doces variados)
3. Palha Gourmet (Palha Italiana)
4. Lulu Delícias (doces variados)
5. I Love Brownie
Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/entretenimento/noticia/2017/05/praca-do-papa-vai-receber-festival-gastronomico-de-food-trucks.html

terça-feira, 2 de maio de 2017

“Daqui começo o mundo” é a nova exposição da Galeria Homero Massena que entra em cartaz na próxima terça (25)





Na próxima terça-feira (25), a Galeria Homero Massena, em Vitória, abre as portas para a exposição “Daqui começo o mundo”, que reúne trabalhos em fotografia, livros e vídeos do artista capixaba Gui Castor. A mostra promove uma interação com a exposição “Moderna Para sempre – Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú”, em cartaz no Palácio Anchieta, que reúne uma das mais importantes coleções de fotografia artística do país.
O visitante que vai ao Palácio Anchieta e conhece os clássicos da fotografia modernista (de 1940 a 1970) poderá também dar um pulo na Galeria Homero Massena (a 50 metros de distância) e conhecer uma produção atual, a partir do olhar de um jovem artista de sua cidade. A exposição “Daqui começo o mundo” fica em cartaz na Homero Massena até 24 de junho e faz parte das comemorações dos 40 anos da galeria.  
"As duas exposições ‘conversam’ entre si. Buscamos construir uma referência histórica no campo da fotografia a partir de um jovem artista, o Gui Castor, que elabora trabalhos que podem ser interpretados como respostas contemporâneas às questões desenvolvidas pelos clássicos fotógrafos brasileiros apresentados pela mostra do Instituto Itaú Cultural”, afirmou o curador da mostra, Júlio Martins.
O título da exposição é inspirado na obra “Eu vi o mundo, ele começava no Recife”, do pintor modernista pernambucano Cícero Dias. É uma afirmação que remete ao espírito da antropofagia brasileira. “Ela desenha a possibilidade de se apropriar de diversas influências de vários lugares. Essa é uma das matrizes da formação da cultura brasileira e diz respeito a esta habilidade em receber a cultura que vem de fora e devolvê-la em novos contornos. É algo muito poderoso e que aumenta a autoestima, algo que precisamos recuperar na contemporaneidade”, comentou Martins.
  Serviço:
“Daqui começo o mundo”
Exposição com fotografias, vídeos e livros de Gui Castor
Galeria Homero Massena
Abertura 25 abril, às 19 horas
Visitação: de 26 de abril a 24 de junho de 2017
Rua Pedro Palácios, 99, Cidade Alta, Vitória
Contato: (27) 3132-

Fonte: https://secult.es.gov.br/Not%C3%ADcia/daqui-comeco-o-mundo-e-a-nova-exposicao-da-galeria-homero-massena-que-entra-em-cartaz-na-proxima-terca-25

domingo, 23 de abril de 2017

Greve da PM do Espírito Santo inspira nova exposição coletiva da GAP


Os 23 dias de paralisação da Polícia Militar em fevereiro deste ano foram a inspiração para a exposição coletiva “Frágil – Pele Fina da Civilização”, que será aberta nesta quarta-feira, 19, às 19 horas, na Galeria de Arte e Pesquisa (GAP), localizada no campus de Goiabeiras.
Resultado de uma cooperação entre o professor do Departamento de Artes Visuais, Yfitah Peled, e a artista alemã da Alanus University, Bianka Mieskes, a exposição conta com trabalhos de estudantes e artistas da Alanus University, da Alemanha, da University College of Southeast  (HSN), da Noruega, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) e da Ufes.
Além das obras expostas na galeria, a comunidade acadêmica e os visitantes ainda poderão ver a intervenção artística realizada em uma das pedras localizadas entre o Restaurante Universitário e o Centro de Artes. A obra é da artista alemã Karin Humberg, que esculpiu na rocha formas geográficas de porta e janelas, com grades, remetendo à questão da insegurança.
Clique aqui e veja a entrevista que a TV Ufes fez com a artista.
Reflexão
A proposta do grupo é desenvolver um exercício experimental para refletir poeticamente sobre os acontecimentos recentes do Espírito Santo e a fragilidade da civilização em todo mundo.
A exposição é gratuita e ficará em cartaz até o dia 31de maio, de segunda a sexta-feira.
Texto: Isabella Altoé (estagiária de Comunicação)
Edição: Thereza Marinho

Fonte: http://www.ufes.br/conteudo/greve-da-pm-do-esp%C3%ADrito-santo-inspira-nova-exposi%C3%A7%C3%A3o-coletiva-da-gap


terça-feira, 18 de abril de 2017

Sesi Arte Galeria: novo espaço cultural do Estado vai mesclar arte e indústria


Na avenida mais movimentada de Vitória, no coração econômico da capital, nasce o mais novo centro cultural do Estado. O Sesi Arte Galeria foi inaugurado nessa segunda-feira (18), com a presença de diversas autoridades e artistas capixabas. Durante a cerimônia, o presidente do Sistema Findes, Marcos Guerra, destacou os investimentos feitos em cultura e educação durante sua gestão. “Entendemos que esses investimentos beneficiam o cidadão e tornam a indústria mais competitiva. A galeria é um presente para Vitória e para o Estado”, disse.
Já o superintendente do Sesi-ES, Luis Carlos Vieira, reafirmou a missão da entidade de proporcionar cultura e lazer não apenas para trabalhadores da indústria, mas para toda sociedade. “O espaço servirá a alunos e à população de uma forma geral. Entregaremos uma estrutura multiuso que vai possibilitar a integração de dois setores tão distintos, cultura e indústria, porém tão importantes para o desenvolvimento do nosso Estado”, disse.
O governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, prestigiou o evento e parabenizou a gestão focada na educação e cultura. “Esse espaço tem muito valor pelo que pode representar no diálogo com a educação. Além disso, esse espaço tem também muito valor pela sua localização estratégica”, disse.
O secretário de Estado da Cultura do Espírito Santo, João Gualberto Vasconcellos, afirmou que a inauguração Sesi Arte Galeria mostra o quanto a indústria capixaba está alinhada com a criatividade e a inovação. “ É um momento de dupla celebração. Pela inauguração de um espaço dedicado às artes e também pela indústria capixaba demonstrar que caminha na direção da inovação e por alimentar a criatividade”, disse. 
O Sesi Arte Galeria funcionará como um local versátil e qualificado tanto para receber as obras de artistas do Espírito Santo quanto para proporcionar ao público a oportunidade de conhecer trabalhos nacionais e internacionais. A sala tem aproximadamente 800 m2 e conta com iluminação e acessibilidade adequadas.
  A exposição de abertura destaca o caráter inovador do Sesi Arte Galeria: o FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica traz uma mostra concebida para se adequar às características e dimensões do novo local e permitir a interatividade com as obras. Batizada de FILE Vitória 2017: Toque Aqui, a exposição reúne obras de artistas de 14 países, além do Brasil: Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos França, Inglaterra, México, Portugal, Sérvia e Suécia. São oito instalações interativas, quatro games e 20 animações.
Serviço
File Vitória 2017: Toque Aqui
Local: Sesi Arte Galeria
Endereço: Av. Nossa Senhora da Penha, 2053, térreo – Ed. Findes, Santa Lúcia – Vitória/ES
Período: 18 de abril a 11 de junho
Visitação: de terça a domingo, das 10 às 20 horas
Entrada gratuita
Mais informações: file.org.br 
Fonte: https://secult.es.gov.br/Not%C3%ADcia/sesi-arte-galeria-novo-espaco-cultural-do-estado-vai-mesclar-arte-e-industria

Exposição Imanência leva visitante a refletir sobre racismo e a valorizar o fenótipo negro







De forma interativa e multimídia, a mostra pretende incentivar a discussão étnico-racial nas escolas tendo o cabelo crespo como fio condutor e será aberta no próximo dia 18 de abril
O racismo, infelizmente, está presente na vida escolar e grande parte dos educadores ainda não dispõe de instrumentos pedagógicos para combatê-lo. A partir de processos co-criativos desenvolvidos na primeira etapa do Projeto Imanência, os relatos de profissionais da educação sobre o cotidiano escolar e suas próprias histórias de vida deram origem a um vasto e sensível material multimídia que fará parte da Exposição Imanência, cuja abertura será no dia 18 de abril, às 19h, no Raiz Forte Espaço de Criação, Centro de Vitória.
O objetivo é levar o visitante a experimentar parte do que foi desenvolvido na Imersão, primeira etapa do Projeto Imanência desenvolvida junto a educadores, no último mês de março, que se inscreveram para participar da atividade. A visitação é gratuita e acontecerá de quarta-feira a sábado, das 8 às 12h e das 14 às 18h, até o dia 18 de maio.
  Assim como aconteceu na Imersão, a Exposição Imanência propõe um roteiro metodológico dividido em quatro momentos, todos atravessados por processos colaborativos e de co-criação: SenteRemonta; e Deixa. Na mostra, cada momento ocupará um ambiente diferente, estruturando uma obra aberta, uma vez que os visitantes poderão contribuir com a construção de novos conteúdos.
Para a designer e idealizadora do Macunaímãs, Juliana Lisboa, mais do que obras, a exposição é de histórias de vida: “vamos mostrar as experiências das pessoas que passaram por aqui na Imersão, como um ponto de vista se encontra com outro”, diz. “Na educação infantil, a gente tem a fala do aprender brincando. Se você fala em jogo, a aceitabilidade é maior, torna-se algo mais acessível. Vai ser mais interessante pensar e aprender junto com os outros. É nessa perspectiva que buscamos trabalhar o tema das relações étnico-raciais”, aponta a arte-educadora do projeto, Tatiana Rosa.
O cabelo crespo como fio condutor
Questões que envolvem o cabelo estarão muito presentes na exposição, já que, segundo Tatiana, na proposta do Imanência, a problematização da aceitação do cabelo crespo na sociedade funciona como ponto de partida para o debate sobre a identidade negra: “a partir do cabelo crespo, a gente consegue articular a questão da história do negro no Brasil e como isso pode repercutir positivamente e ser problematizado na educação. Se uma criança consegue aceitar e respeitar o seu cabelo como ele é, ela é uma criança possivelmente consciente de sua história, que sabe por que ele é daquele jeito, com aquela textura; mas, se você ainda vê, como é predominante, crianças desde já com cabelos alisados, por exemplo, é porque algo precisa ser trabalhado. Não é o cabelo apenas como estética, mas como um ato político, uma fortaleza para trazer à tona toda sua história”.
A expectativa é que parte do público visitante seja de alunos levados pelos educadores que participaram do processo de Imersão. Essas turmas poderão interagir, participar da exposição, que tem caráter multimídia. Com as visitações, espera-se, além de oferecer meios para se colocar em prática a Lei nº 10.639/2013, também sensibilizar os demais membros da comunidade escolar a repensarem saberes e percepções sobre a temática étnico-racial e sobre o racismo e, dessa forma, colaborar para tornar a escola um espaço mais democrático e menos segregador.
Visitação agendada
Além da presença espontânea do público, professores da educação formal e educadores de iniciativas socioculturais diversas interessados em proporcionar uma reflexão sobre a temática étnico-racial para seus educandos podem solicitar uma agenda de visitação na Exposição Imanência. As visitações de turmas contarão com a presença de mediadores culturais que conduzirão um roteiro lúdico e estético-político por seus espaços e instalações. O agendamento de turmas é gratuito e deve ser feito através de um formulário on-line (https://goo.gl/forms/XCeqp4nBz5aqv6m52). No formulário, deverão ser  informados o nome da escola ou instituição, o ano escolar ou faixa etária da turma, nome e telefone de contato do educador/acompanhante responsável. O limite para cada turma é de 40 pessoas, incluindo acompanhantes.
O projeto Imanência é resultado da parceria entre o Raiz Forte e o Macunaímãs e conta com recursos do Fundo Estadual de Cultura do Espírito Santo, por meio de projeto contemplado pelo Edital nº 002/2016 - Valorização da Diversidade Cultural, e apoio da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab-Ufes) e do Programa Afro-Diáspora, da Universitária FM 104.7.

Raiz Forte + Macunaímas
A parceria entre o Macunaímãs e o Raiz Forte se deu em 2016, no Museu Capixaba do Negro, ocasião em que essas duas iniciativas promoveram a capacitação de 26 arte-educadores da Grande Vitória. Dessa experiência e inspirada na pluralidade étnico-racial brasileira, foi desenvolvida a coleção de imãs para geladeira: “Macunaímãs Raiz” que é composta por quatro kits de personagens com adereços e formas que possibilitam inventar cabelos e penteados, além de ser uma alternativa para a falta de produtos dessa natureza no universo dos brinquedos.
Criado em 2012, o Projeto Raiz Forte teve como foco a valorização do universo negro feminino por meio dos cabelos e buscou expor como as mulheres negras sofrem, ainda nos dias de hoje, para “adequarem” a padrões estéticos eurocêntricos. Fez isso por meio de fotografias, vídeos e textos que podem ser acessados no site do projeto: www.projetoraizforte.com.br. Atualmente, essa iniciativa conta uma sede denominada “Raiz Forte Espaço de Criação” onde agrega propostas e iniciativas artístico-culturais diversas que dialoguem com as discussões sobre africanismo, negritude e feminismo, funcionando como um pequeno centro cultural destinado a exposições, intercâmbio de artistas, venda de produtos educativos, ensaios e escritório.
Criado em 2011, o Macunaímãs (www.macunaimas.com.br) é uma marca de ímãs de geladeira ilustrados que expressa a diversidade cultural e étnica brasileira em suas coleções de personagens. Desenvolvido pela designer Juliana Lisboa, o projeto busca  transformar em brinquedo representações de pessoas e suas diferentes formas de beleza. O resultado são kits de ímãs formado por personagens e diversas peças - roupas e adereços - que podem ser posicionados de inúmeras maneiras conforme a criatividade de cada um. Essa marca já retratou temas como a valorização da mulher, nudismo, diversidade de gênero, cultura negra urbana, cicloativismo, entre outros.
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Sobre o Projeto Imanência
Etapa 1 – Imersão do Imanência: educadores, em contextos visuais e multimídias diversos, foram convidados a pensar formas de mediar os efeitos do racismo no cotidiano escolar.

Etapa 2  – Exposição Imanência: aberta ao público em geral, a exposição deverá provocar interações com o visitante com o uso de recursos multimídia, além de apresentar a reconstrução das experiências dos educadores vivenciadas durante a Imersão.
SERVIÇO
Exposição Imanência
De 18 de abril a 18 de maio
Entrada gratuita e aberta ao público em geral
Para agendamento de visitas: https://goo.gl/forms/XCeqp4nBz5aqv6m52
Visitação de quarta-feira a sábado, das 8 às 12h e das 14 às 18h
Local: Raiz Forte Espaço de Criação – Escadaria do Rosário – Centro – Vitória
Mais informações no site do Projeto Imanênciawww.imanencia.art.br
Informações à Imprensa:
- Patricia Galleto / 27-98877-1290 / patricia_galleto@yahoo.com.br;  projetoraizforte@gmail.com

Fonte: https://secult.es.gov.br/Not%C3%ADcia/exposicao-imanencia-leva-visitante-a-refletir-sobre-racismo-e-a-valorizar-o-fenotipo-negro

Palácio Anchieta recebe exposição Moderna para Sempre – Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural



  
  
A exposição Moderna para Sempre – Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural desembarca no Palácio Anchieta, em Vitória, na próxima terça-feira (11), às 18h30. Com curadoria do fotógrafo e pesquisador Iatã Cannabrava, apresenta 118 imagens de artistas renomados da fotografia como Thomaz Farkas, José Oiticica Filho, German Lorca, Geraldo de Barros, Marcel Giró, Ademar Manarini, Mario Fiori e Eduardo Salvatore, com foco na importância do movimento modernista para a cultura e identidade brasileiras. A mostra permanece em cartaz até o dia 25 de junho. Entrada franca.

 Moderna para Sempre abre às 17h30 com palestra do curador no Palácio da Cultura Sônia Cabral. Às 19h30, já no Palácio Anchieta, Cannabrava faz uma visita guiada com o público. De acordo com ele, diversas obras apresentadas na exposição são inéditas para o grande público, uma vez que ficavam restritas ao circuito fotoclubista. De caráter itinerante, a exposição percorreu 11 cidades no Brasil: Fortaleza, Porto Alegre, Belo Horizonte, Belém, Ribeirão Preto, São Paulo, Santos, Recife, Brasília, Curitiba e Rio de Janeiro, sempre com diferentes recortes. E outras três na América Latina: Assunção, no Paraguai, Cidade do México, no México, e Lima, no Peru.

 A exposição

  
  A mostra exibe trabalhos considerados raros e que formam a coleção de fotografia modernista do acervo do Itaú Cultural. Entre os destaques, podem ser citadas obras como Formas (1950), de Eduardo Salvatore, que teve importante papel no cenário fotoclubista como um dos fundadores do Foto Cine Clube Bandeirante, em 1939, em São Paulo; a vintage, de data indefinida, Sem Título, do catalão que viveu exilado no Brasil Marcel Giró, além de Botellas (1950), Esboço (1960) e Autorretrato com sombra (1953); e Elos (1950), de Mario Fiori.

 Obras dos fotógrafos José Oiticica Filho e Osmar Peçanha também integram a mostra. Do primeiro, há seis fotografias feitas entre 1949 e 1958, todas com a sua marca de forte contraste de claros e escuros e a relação entre pessoas, espaços vazios e a geometria, como em Triângulos Semelhantes, de 1949. Do segundo, há quatro obras – Palmas (1951), Equilíbrio (1960), Estacas (1981) e Linhas (1993). Outro expressivo membro do Foto Cine Clube Bandeirante, Thomaz Farkas, tem seus trabalhos como Energia (1940) e Bailarina do Balé da Juventude UNE, Rio de Janeiro, RJ (1947) em exposição. Retratando o abstrato-geométrico de Ademar Manarini há 8 obras, como Janelas II (1953), Sem título (1950), Passarela – Largo Ana Rosa (1950) e Composição (1960).

 De Gertrudes Altschul, uma das raras representantes do gênero feminino no fotoclubismo a partir da década de 1940, estão expostas A Folha Morta (1953), Composição (s.d) e Composição II (s.d). Juntam-se a essas obras as fotografias de Rubens Teixeira Scavone, como a contemporânea Abstração #5, de 1950. De Gaspar Gasparian, há a fotografia Composição Moderna (1953); 11 fotos de German Lorca, como Curvas Concêntricas (1955), Pernas (1970), Galhos Remontados (1955) e Homem Guarda-Chuva (1954). Além de trabalhos de Gunter E.G. Schroeder, Geraldo de Barros, Fabio Moraes Bassi, Paulo Pires, entre outros, estão presentes na exposição 23 trabalhos de José Yalenti.

Mais sobre Fotoclubismo

  O fotoclubismo brasileiro teve início em São Paulo, no Foto Cine Clube Bandeirante, em 1939, e se alargou para outros fotoclubes da cidade paulistana. Em geral, era composto por fotógrafos amadores que, livres das obrigações de um trabalho comercial, puderam experimentar e quebrar regras.  Nesses núcleos aterrissaram artistas como Geraldo de Barros, José Yalenti e German Lorca. “Nas imagens, encontramos as buscas por formas e volumes, abstracionismos e surrealismo, em uma evidente influência das antigas vanguardas europeias”, conta o curador.

 Os trabalhos destes artistas começaram pictorialistas, imitando os padrões da pintura do século XIX. Com o desenvolvimento e crescimento econômico do país, desembocaram no celeiro da fotografia moderna brasileira, a chamada Escola Paulista. “As obras parecem uníssonas porque têm forte unidade temática, divididas em dois grupos: cidades ou formas, sejam elas geométricas, elaboradas ou simétricas”, explica Cannabrava. “A partir deste momento, texturas, contraluzes, enquadramentos sóbrios, linhas, solarizações, fotomontagens, fotogramas, entre outros tópicos, passam a integrar o vocabulário criativo”, reforça.

Vale observar, também, que a maioria dos membros dos fotoclubes era de imigrantes de origem europeia ou descendentes de refugiados das guerras do hemisfério norte, estabelecendo no Brasil uma produção com olhar mais otimista e de esperança no futuro, distante de assuntos sociopolíticos que predominavam nos trabalhos da época, e diferenciando-se do movimento europeu focado nas dificuldades sociais.

“Atentos às transformações que ocorriam no mundo, os fotógrafos modernistas brasileiros devoraram influências para criar uma nova fotografia, que teve como premissa uma leitura essencialmente criativa e de ruptura”, explica Iatã Cannabrava.

Para o curador, este grupo se antecipou ao atual universo dos blogs, Facebook e Flickr montando o que poderia ser chamado de primeiras redes sociais de que se tem conhecimento na área de fotografia. Por meio de salões, catálogos e concursos, formaram uma teia internacional que divulgava a produção nos grandes centros da fotografia mundial e também do Brasil.



Sobre Iatã Cannabrava

Fotógrafo, editor, curador e agitador cultural, Iatã Cannabrava possui três livros publicados – Casas Paulistas (2000), Uma Outra Cidade (2009) e Pagode Russo (2014) –, fotos nas coleções MASP-Pirelli, Galeria Fotoptica, Joaquim Paiva e MAM-SP e trabalhos publicados em oito livros de autoria coletiva.



Atualmente é diretor do Valongo – Festival Internacional da Imagem, é idealizador e coordenador do Fórum Latino Americano de Fotografia de São Paulo, realizado pelo Itaú Cultural, e até o ano passado foi diretor e realizador do Festival Internacional de Fotografia de Paraty – Paraty em Foco. Entre seus projetos permanentes estão o Madalena Centro de Estudos da Imagem, a Livraria Madalena e a Editora Madalena ao lado de Claudia Jaguaribe e Claudi Carreras.



SERVIÇO

Moderna Para Sempre – Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural

No Espaço Cultural Palácio Anchieta, Vitória, ES

Abertura: 11 de abril, às 18h30

Visitação: 11 de abril a 25 de junho de 2017

Horário de visitação: de terça-feira a sexta-feira, das 9h às 17h
Sábados, Domingos e Feriados: das 9h às 16h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: Livre


Palestra com Iatã Cannabrava e Julio Martins
Aberta ao público
Data e horário: 11 de abril, às 17h30
Palácio da Cultura Sonia Cabral (206 lugares) 
Rua Pedro Palácios, nº 45, Centro, Vitória, ES

Assessoria de Imprensa: Conteúdo Comunicação

Fone: 11.5056-9800

Cristina R. Durán: cristina.duran@conteudonet.com

Amanda Viana: amanda.viana@conteudonet.com

Karinna Cerullo: cacau.cerullo@conteudonet.com

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Pela Secretaria de Estado da Cultura (ES)
27. 3636 7111/99902.1627
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Fonte: https://secult.es.gov.br/Not%C3%ADcia/palacio-anchieta-recebe-exposicao-moderna-para-sempre-fotografia-modernista-brasileira

sábado, 18 de março de 2017

Papa Bruno's - Pizza

Não é todo dia que "a capixaba aqui" quer sair de casa genteeee, "ainda mais" ontem, que cheguei do trabalho tarde da noite, exausta! Tudo que eu queria era apenas um banho e comer em casa mesmo e descansar, então vai bem uma pizza quentinha, não é? A Empresa Papa Bruno's enviou-me a pizza deles para eu conhecer e contar para vocês.


    Segurando a pizza quentinha para a foto!


História:
A Papa Bruno’s foi fundada em 4 de Janeiro de 2013, em Itapoã, Vila Velha-ES, com o objetivo de revolucionar o mercado de pizza assada no Brasil. Com o lema de vender a melhor pizza pelo menor preço e rapidamente a marca expandiu-se pela região, caindo na graça dos clientes. Desde o início trabalham com os dez sabores de pizza mais vendidos no país. 

       
              Foto da fachada de uma das lojas.
Em Janeiro de 2014, a Papa Bruno’s chegou em Vitória, na Praia do Canto, conquistando novos clientes e amigos. A demanda na capital foi tão grande, que em setembro do mesmo ano inauguraram a terceira unidade localizada em Jardim Camburi, bairro mais populoso da cidade. Em Março de 2016, foi a vez da cidade de Serra receber a sua unidade Papa Bruno’s, atendendo ao pedido da população no Facebook da Empresa. 
São quatro lojas Papa Bruno’s Pizzaria, a cada pedaço uma nova história. 
O proprietário e fundador da Marca Papa Bruno's é o publicitário Renato Rocha, formado pela UVV, ex gerente comercial da RedeTV!ES. Hoje ele possui outros 3 sócios. Seu espírito empreendedor foi responsável pela criação e pela expansão da marca por três cidades, sendo quatro lojas abertas em pouco mais de três anos.
          Fonte: http://www.papabrunos.com.br/site/sobre.php


     Este é o Renato Rocha


Eu experimentei:


Fiz o pedido e fui informada de que o tempo de entrega seria 40 mim. o que superou a minha expectativa, pois enquanto eu organizei a mesa, a pizza chegou em 30 min. Gostei da embalagem,  bem firme e colorida e alegre como eu gosto, a pizza chegou bem quente e inteirinha!

A rede trabalha com os 10 sabores mais vendidos do país, pedi dois sabores por pizza, uma: 4 queijos e marguerita (minha preferida), a outra: portuguesa (a mais vendida da casa) e brigadeiro.

 
     Cheirinho de pizza hummmm

Gostei de experimentar as pizzas, realmente são mais leves que as pizzas com massa grossa. Não conhecia pizza com a massa assim tão fininha, mas  por ser gostei por ser mais leve! Não é aquela pizza pesada, cheia de massa. Se você quiser a massa mais torradinha, crocante, pede para o atendente com carinho, que eu acredito que eles façam! Pois a minha veio "ao ponto", acredito que esse seja o padrão da marca.


     Mostrando a massa fininha

Recomendo que a pizza seja saboreada imediatamente após a entrega, pois pelo fato da massa ser fininha, ela esfria mais rápido. A de sabor brigadeiro é feita com chocolate meio amargo, recomendo para quem gostar de chocolate amargo! Eu prefiro brigadeiro doce mesmo, afinal sou uma fanática por açucar! Rs


    Portuguesa com brigadeiro



    Quatro queijos e Marguerita

Quanto ao preço, realmente a pizza deles se não for a de menor preço é uma das mais baratas da Grande Vitória. Fiz uma rápida pesquisa na internet e não encontrei opção de preço menor que a deles. O preço para a pizza grande da unidade da Praia do Canto é R$22,90 para todos os 10 sabores.
Esse valor é o mesmo preço de pizza que compramos no supermercado, que você ainda tem que levar para casa e colocar para assar!!! Portanto o preço Papa Bruno's compensa, afinal com o mesmo valor eles entregam a pizza assada, quentinha na sua casa!

Sobre o rendimento, as duas pizzas grandes enviadas servem bem quatro pessoas, pelo fato da massa ser fininha! Eles não enviam ketchup nem maionese e para acompanhar a pizza a única bebida disponível é refrigerante: guaraná!

Após a primeira ligação, seu número fica cadastrado com seu endereço, o que agiliza os próximos pedidos. Mas atenção, você deve ligar para o número da unidade mais próxima da sua residência.

Boa pizza!!

Contato:
http://www.papabrunos.com.br
https://www.ifood.com.br
https://www.facebook.com/papabrunospizza

Vila Velha (27)3075-3322 
Praia do Canto (27)3024-3322 
Jardim Camburi (27)3065-3322