quarta-feira, 24 de agosto de 2016

O que vi na Festa do Morango - Pedra Azul - 2016

Belezas Naturais, Aromas e Sabores


Pedra Azul é uma região de belezas naturais mágicas, possui um dos 3 melhores climas do mundo e é a segunda maior cobertura da Mata Atlântica do país. Tem como principal símbolo e cartão postal a Pedra Azul, uma formação de granito e gnaisse de 1.822 m de altitude que adquire coloração azul e esverdeada conforme a incidência da luz solar.
Pousadas requintadas constantes do Roteiro do Charme ou somente intimistas e aconchegantes, restaurantes laureados ou simplesmente típicos ou caseiros, o Charme é uma constante em Pedra Azul. A região está se preparando cada vez mais para ser um destino turístico consolidado, de abrangência nacional e internacional, com vocação em enologia, gastronomia, turismo de contemplação e esportes de aventura.
Com predominância alemã, já foi eleita a Cidade Mais Romântica do Brasil e é mundialmente conhecida pelos eventos culturais, festivais e corais. Cultua fortemente as tradições italianas, que também exercem grande fascínio sobre os turistas.
Fonte: http://www.pedraazul.com.br/website/Site/Regiao.aspx
   
   



Eu já Fui:
A Festa do Morango é tradicional na Região, popular em todo o Estado, em agosto de 2016 foi realizada a 29ª edição. Infelizmente não encontrei a História da Festa (como surgiu, quem iniciou...), nem no site da Prefeitura, nem no site da organização, nem no google...Juro!!!! 
Mas enfim... faz muito tempo que eu estava curiosa para conhecer esta festa, principalmente porque amo morango, que combina muito com chocolate e nutella, o que já torna o morango totalmente perfeito! Rs E estava curiosa também, por ter conhecido a Festa da Polenta e ter amadoooooo, inclusive me emocionado com aquela linda festa.. Então pensei... "Eu gosto de polenta, se na festa da polenta eu chorei emocionada, então na morango que eu adorooo, vou me emocionar ainda mais... que festa linda deve ser!"  
No domingo de manhã saímos de Vitória, chegamos na cidade cedinho, umas 9h30, ao chegarmos próximo ao Morangão (Centro de Eventos da cidade), meu namorado analisa o tamanho do local do Evento e diz "vamos caminhar um pouco, esse espaço da festa parece pequeno e temos o dia todo para conhece-lo depois!" Ok! Vamos lá ... e após 2h30 de caminhada dei-me conta de que eu era uma sobrevivente da Rota do Lagarto a pé, sim, andamos 8 km. Só recomendo se você estiver equipado com tênis, chapéu e protetor solar. Sem chapéu senti um pouco de dor de cabeça, por conta do sol quente!

A Rota do Lagarto é um caminho bonito, não vou me aprofundar no assunto, porque renderá outra postagem!
Retornamos para a cidade, chegamos as 14h30 aproximadamente, para nossa decepção, fecharam a entrada do Morangão, com o argumento de que estava tumultuado, devido ao grande número de pessoas. Um dos organizadores estava na porta tentando explicar a situação. Ficamos aguardando do lado de fora, como centenas de outras pessoas, na esperança de conseguir entrar um pouquinho!


Após o corte da torta gigante às 15h, o local ficou um pouco mais vazio, liberaram a entrada gratuitamente, (quem entrou antes pagou 15,00). A polícia revistava todos que entravam, afinal uma confusão ali seria um caos, com tanta gente em um espaço tão pequeno. Na verdade nem é tão pequeno, porém não é tão estruturado quanto o Polentão (Local da Festa da Polenta). O que acontece é que o Morangão não tem uma cobertura fixa e as instaladas, cobriam uma pequena parte do local,


Como ninguém queria ficar no sol quente, uma grande área em céu aberto, ficava vazia!


Fiquei com muita pena das pessoas, principalmente das crianças que se apresentavam naquele sol forte. Inclusive as apresentações no palco (coberto), deixava as crianças totalmente expostas aquele calor.
Queria ter curtido as apresentações de danças, mas infelizmente as apresentações que não eram feitas no palco, era impossível visualiza-las, pois com a aglomeração das pessoas, todas em um mesmo nível, era bloqueada a visão. O que não ocorre na Festa da Polenta, onde os dançarinos ficam em um nível acima do público, para facilitar a visualização.


A desorganização era visível nas filas, no tumulto para comprar fichas, aliás esse foi um outro problema, não foi padronizado vendas com fichas ou sem fichas... Alguns stands você comprava diretamente ali, já outros era necessário comprar a ficha.
E os artesanatos? Pensei que iria encontrar artesanatos com tema de morango, assim como vi na Festa da Polenta, porém fiquei um pouco decepcionada quanto a isso, pois havia pouco artesanato e estavam vendendo também objetos que não combinavam com o objetivo da festa, inclusive pareciam ser "piratas": bancas de óculos, roupas, bonés... enfim... 
Da torta não posso reclamar, embora fosse realmente muito grande, estava saborosa, vi muitas pessoas com embalagens de viagem, levando uma quantidade grande para a casa. O pedaço foi vendido a R$5,00, um tamanho bem generoso.




Estão vendo o monumento de morango? Super disputado para fazer uma fotinha!

Além da Torta de morango, provamos o fundue R$8,00. Claro de tanto ver morango, bateu uma vontade louca de morango com chocolate!!!




Um evento que acontece há tantos anos, é de se esperar que tudo aconteça de um modo mais organizado. A fama da Festa do Morango cresceu muito, atraindo a cada ano um número maior de pessoas, infelizmente o Evento não acompanhou esse crescimento, não se adaptou ao crescimento do público. Achei a Festa muito comercial, esperava mais atrações típicas da região, mais artesanato... Enfim... mais valorização da cultura da região. Acredito que os organizadores estão pensando em uma solução para a 30ª Festa. É um Evento de grande potencial turístico. Parabenizo a todos os voluntários que trabalharam na Festa por amor a este Evento! Desejo todo sucesso do mundo a Festa do Morango!
Localização 
Pedra Azul pertence ao município de Domingos Martins – ES,  A Vila de Pedra Azul está distante 50 km da sede de Domingos Martins e se situa a poucos minutos de Venda Nova do Imigrante, a Capital Nacional do Agroturismo, de predominância italiana.
Como chegar?
Encontrei neste site todas as dicas para quem saí de Vitória:
http://jodelson.com/dicasdeviagem/como-ir-de-vitoria-domingos-martins/

Contato:
Site do Evento: http://afemor.blogspot.com.br/

O imaginário infantil no espetáculo "A Menina Cão"

Vivenciar encontros e lembranças, enfrentar medos e anseios e acima de tudo, compartilhar alegrias e desejos, e tudo isso no quintal de seu avô. Assim é a montagem infanto-juvenil "A Menina Cão", do Grupo Beta de Teatro. A peça mostra o universo infantil de uma forma sensível e poética. Terão duas apresentações, sexta (26) às 14h, e sábado, 16h30, no Teatro Carlos Gomes. Sob a direção da dramaturga Lorena Lima, o espetáculo foi aprovado pelo Funcultura no edital 012/2015 da Secult, que selecionou projetos culturais de artes cênicas.
Para a diretora Lorena Lima, “A Menina Cão” provoca em suas entrelinhas, a reflexão de como é fundamental enxergar a valorização do outro, e como é urgente a necessidade de exercitar a busca do equilíbrio da troca com todos os seres vivos. “Tais atitudes é que fazem com que voltemos o olhar para dentro de nós, em observação sobre quem somos, para que possamos ser de fato e honestamente, cidadãos do mundo, com compromissos e responsabilidades sobre ele”, afirma.
Grupo Beta
O grupo surgiu em 2007 a partir da parceria entre as atrizes Lorena Lima e Telma Smith. Seu primeiro espetáculo chamado de “Descalça?” foi contemplado pelo Prêmio Funarte (Fundação Nacional de Artes) de Teatro Myriam Muniz em duas edições: em 2008, para montagem e, em 2010, para circulação nacional, sendo também selecionado pela 1ª edição do Edital de Residência Artística em 2009 e pelo Edital de Circulação Estadual em 2010, ambos da Secult/ES.
Seu segundo espetáculo “O Coração Delator” recebeu os Prêmios Funarte de Teatro Myriam Muniz/2009 e Lei Rubem Braga, todos com direção e dramaturgia de Fernando Marques do Grupo Z de Teatro/ES. O seu terceiro trabalho, “A Casa Escura”, foi realizado em 2014, por meio do Edital de Residência Artística da Secult/ES, sob a direção do roteirista e diretor Paulo Sena.
Agora, em sua quarta montagem, o grupo foi selecionado, em 2015, pelo Edital de Seleção de Projetos Culturais Setoriais de Artes Cênicas da Secult, para realizar a montagem do espetáculo “A Menina Cão”.

Serviço:
Espetáculo “A Menina Cão”
Local: Teatro Carlos Gomes, Vitória - ES
Datas / Horários:
26/07 (sexta-feira) – às 14h
27/07 (sábado) – às 16h30
Preço: R$ 20 inteira/ R$ 10 meia




Orquestra Sinfônica: celebração do canto lírico no Carlos Gomes

Sempre com uma programação especial, a  Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo (Oses) – sob a regência do Maestro Titular, Helder Trefzger – vai se apresentar no Teatro Carlos Gomes na quarta (24) e quinta-feira (25). A Oses vai apresentar três obras de Mozart e duas de Verdi, duas árias da ópera Carmen de Bizet (Habanera e Seguidilha), assim como a ópera “O Barbeiro de Sevilha” de Rossini.
O programa – que contempla obras de temas de Bach, Handel, Mozart,Verdi, Rossini e Bizet – vai contar com participação de grandes cinco solistas, entre eles, a mezzo-soprano argentina Lorena Espina. Destaque ainda para os solistas Rosiane Queiroz, Adalgisa Rosa, Juliano Barcellos e Alessandro Santana, que atuarão na apresentação de uma obra-prima do compositor austríaco Mozart, “A Missa da Coroação”.
Lorena Espina
A cantora iniciou sua carreira no Teatro Colón de Buenos Aires e no Teatro Argentino de La Plata. No ano de 1991 se radicou em Viena, na Áustria, onde construiu carreira internacional, interpretando mais de 50 óperas em, aproximadamente, 20 países.
A mezzosoprano participou na gravação de numerosos DVD e CD, entre eles, os da Orquestra Sinfônica de Viena e com a Wiener Mozart Akademie. No Brasil, entre 2014 e 2016, foi coordenadora/diretora artística do Núcleo de Ópera da Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames). Atualmente é professora de Canto na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e leciona aulas particulares de canto lírico e popular em seu estúdio “Ars Cantus”, em Vila Velha.
Serviço:
Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo (Oses)
Obras de: Bach, Handel, Mozart, Verdi, Rossini e Bizet

Regência: Maestro Helder Trefzger

Local: Teatro Carlos Gomes

Data: quarta (24) e quinta-feira (25)

Horário: 20h

Ingressos: R$2 (inteira) e R$1 (meia).
Os ingressos podem ser adquiridos com antecedência na bilheteria do Teatro. Telefone: 3132-8399

Programa:

·         Bach – Ária, da Suíte n.º 3
·         Handel – RINALDOLascia ch´io pianga
·         Mozart – LA CLEMENZA DI TITO: Tu fosti tradito
·         Mozart – Ave Verum Corpus (Regência: SANNY SOUZA)
·         RossiniIL BARBIERI DI SIVIGLIAUna voce poco fa,
·         BizetCARMEN:  Seguidilla
·         Mozart – Missa da Coroação
·         Verdi – IL TROVATOREVedi! Le fosche notturne spoglie
·         Bizet – CARMEN: Habanera
·         Verdi – NABUCCOVa pensiero
·         Handel – THE MESSIAH: Chorus: Halleluja
Participação especial: Coro Vox Victoria (Regência: Sanny Souza)
Solistas: Lorena Espina, Rosiane Queiroz, Adalgisa Rosa, Juliano Barcellos e Alessandro Santana.
Regente: Helder Trefzger





Funcultura: Exposição “Fermento: do ar ao seu redor” estreia na Galeria Homero Massena em setembro

A beleza que se extrai nas produções da arte contemporânea hoje envolvem diferentes materiais e procedimentos técnicos, muitos deles idealizados e criados pelos artistas. Um harmonioso exemplo é a nova exposição da Galeria Homero Massena “Fermento: do ar ao seu redor”, de Joana Quiroga, que estreia no dia 13 de setembro, às 19 horas. Uma obra que leva ao expectador de uma forma poética à capacidade de tornar visível aquilo que não se pode ver. Neste trabalho, a fermentação é uma metáfora sobre a possibilidade de geração de algo extraordinário a partir de elementos simples. A entrada para a exposição é franca.
O ambiente na Galeria contará com alguns objetos interativos e a presença do público também será “capturada” por meio do cultivo de um novo fermento feito durante o período expositivo. Segundo a artista, além dos objetos haverá um conjunto de diversas linguagens que ajudam a elucidar a autenticidade de cada um dos fermentos. “A exposição vai contar com fotos, vídeos, instalações com áudio, objetos, e imagens de microscópio dos fermentos que, junto a anotações, relatórios de laboratório e outras coisas que colecionei, formarão uma espécie de mapa dos locais em que o trabalho foi elaborado, a partir das diferentes características e histórias de cada fermento”, enfatiza Joana.
Para a exposição, Joana Quiroga cultivou três colônias de fermento para pão cujas matrizes foram capturadas em diferentes lugares da Grande Vitória: em Ataíde, Vila Velha, o fermento foi criado em uma vivência coletiva junto ao Banco Comunitário Verde Vida; na Lagoa do Juara, na Grande Jacaraípe, Serra, o cultivo ficou sob os cuidados da Associação de Artesãos local; já o terceiro, foi feito na casa da própria artista, no Centro de Vitória.
Sobre a artista
Graduada e mestre em Filosofia pela Universidade Federal do Espírito Santo, seu trabalho no mundo artístico iniciou-se em 2010, motivada por seu interesse em Arte Urbana. Entre seus trabalhos mais recentes constam residências artísticas e exposições coletivas em parceria com o artista Fredone Fone, no Brasil e na Europa. A exposição “Fermento: do ar ao seu redor” foi um dos projetos contemplados pelo Edital nº 15/2015 do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo e contou com a orientação do professor do Departamento de Artes da Ufes Carlos Eduardo Borges.
Serviço
“Fermento: do ar ao seu redor”
Abertura: 13 de setembro de 2016, às 19h
Visitação: 14 de setembro a 10 de dezembro de 2016 - de segunda a sexta-feira
Horário de funcionamento: das 9 às 18h
Local: Galeria Homero Massena / Rua Pedro Palácios, 99 - Cidade Alta, Vitória
Entrada franca.




quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Documentário sobre escravidão infantil no Brasil estreia no Cine Metrópolis


O documentário brasileiro Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil (foto) chega ao Cine Metrópolis nesta quinta-feira, 18. O filme de Belisario Franca mostra como empresários ligados ao pensamento eugenista levaram 50 meninos órfãos do Rio de Janeiro para o interior de São Paulo, onde ficaram dez anos submetidos a trabalho escravo. O documentário, que ganhou os troféus de Melhor Roteiro e Melhor Montagem na 26º edição do Cine Ceará, será exibido na sessão das 17 horas, exceto na quarta-feira, 24.
Além de Menino 23, continuam em cartazEspaço Além - Marina Abramovic e o Brasil,de Marco del Fiol; A Loucura entre Nós, de Fernanda Vareille; e Campo Grande, de Sandra Kogut. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Estudantes da Ufes têm entrada gratuita, e servidores pagam meia.
Nos próximos dias o Cine Metrópolis recebe ainda o Cine Defensoria, os Cineclubes Livres, e uma sessão especial com o realizador e artista visual Lucas Parente. Também estão sendo oferecidos dois cursos de extensão no Cine Metrópolis: Arte e Cinema sob a Perspectiva do Político Uma História do Cinema Brasileiro. Ambos são gratuitos e abertos a toda a comunidade acadêmica e externa.
Mais informações no site www.cinema.ufes.br

Confira a programação abaixo:
Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil, de Belisario Franca (Brasil, 2016, cor, 79’)
O professor de História Sidney Aguilar descobre durante uma aula, por intermédio de uma aluna, algo assustador: tijolos marcados com a suástica, o símbolo nazista, em uma fazenda da região. Determinado a descobrir a verdade por trás das peças, Sidney investiga e busca pistas para entender a fundo o que aconteceu naquele lugar.
Quinta (18) à terça-feira (23), às 17 horas
Espaço Além – Marina Abramović e o Brasil, de Marco Del Fiol (Brasil, 2016, cor, 87’)
A artista de performance Marina Abramovic viaja por lugares místicos do Brasil, pesquisando comunidades espirituais, pessoas e lugares de poder. O filme faz um registro etnográfico enquanto observa os processos de apropriação artística e humana de Marina. Ela entra em contato com os rituais do Vale do Amanhecer, o xamanismo na Chapada Diamantina, o candomblé na Bahia, as curas do médium João de Deus e os cristais de Minas Gerais.
Segunda (22) e terça-feira (23), às 15h30
Quarta-feira (24), às 16h20
A Loucura Entre Nós, de Fernanda Vareille (Brasil, 2016, cor, 75’)
Através dos corredores e grades de um hospital psiquiátrico, buscam-se personagens e histórias que revelem as fronteiras do que é considerado loucura. Por meio de, principalmente, personagens femininos, o documentário exala as contradições da razão nos fazendo refletir nossos próprios conflitos, desejos e erros.
Quinta (18), sexta (19) e segunda-feira (22), às 18h40
Sábado (20) e domingo (21), às 18h30
Quarta-feira (24), às 18 horas
Campo Grande, de Sandra Kogut (França/Brasil, 2016, cor, 108’)
Certa manhã, duas crianças são deixadas em frente à portaria de um prédio em Ipanema, sem nenhuma explicação a não ser um pedaço de papel com o nome e endereço de Regina, a dona da casa. Em nenhum momento as crianças duvidam que sua mãe voltará para buscá-las. Mas será que ela vai mesmo?
Quinta (18) à terça-feira (23), às 20h10
Cine Defensoria : População em situação de rua
O Cine Defensoria é um projeto de extensão da Defensoria Pública Estadual que alia cinema e debate em torno de temas relacionados aos Direitos Humanos. Nesta semana serão exibidos Boca de Rua - Vozes de uma gente invisível (Brasil, 2013) e Em Trânsito (Brasil, 2013), dois documentários que mostram a realidade de pessoas totalmente ignoradas pela sociedade.
Quinta-feira (18), às 14 horas
Entrada franca
Cineclubes Livres
A sessão Cineclubes Livres é composta por filmes premiados pela curadoria da Mostra do Filme Livre, com vários gêneros e formatos.
Terça-feira (23), às 13 horas
Entrada franca
Cine Metrópolis convida: Lucas Parente
Sessão especial com a presença do realizador e artista visual Lucas Parente. A sessão, seguida de debate, propõe uma reflexão sobre as aproximações entre o filme-ensaio, a videoarte e o cinema com a exibição de três obras recentes do realizador: Absurdo (2016), Satan Satie ou Memórias de um Amnésico (2015) e Encarnado(2014).
Terça-feira (23), às 18 horas
Entrada franca
Curso: Uma História do Cinema Brasileiro
Curso com a professora Gisele Barbosa Ribeiro, do Departamento de Artes Visuais e do Programa de Pós-Graduação em Artes da Ufes. A metodologia das aulas consiste em exibições de obras situadas no limite entre os campos da Arte e do Cinema, com foco na reflexão sobre o político, seguidas de discussão e análise envolvendo os participantes.
Sextas-feiras, de 13 às 16 horas
Curso: Arte e Cinema sob a Perspectiva do Político
Ministrado pelo professor Fabio Camarneiro, do Departamento de Comunicação Social da Ufes. Cada aula consiste na exibição de um longa-metragem brasileiro, seguida de uma apresentação do professor e de debate entre os participantes.
Quartas-feiras, de 13 às 16 horas

Texto: Patrícia Garcia
Edição: Thereza Marinho

Categoria: 
Manchete

Fonte: http://www.ufes.br/conteudo/document%C3%A1rio-sobre-escravid%C3%A3o-infantil-no-brasil-estreia-no-cine-metr%C3%B3polis

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Exposição “Liame” até setembro em Viana

A origem da palavra liame vem do latim "ligamen" do verbo "ligare", ou seja, ligar, unir. O título da mostra que integra os trabalhos das artistas plásticas Cristhina Bastos e Kyria Oliveira traduz muito bem o seu conceito: trazer pelo olhar da arte contemporânea a ligação entre um local e o seu tempo, seja o tempo passado, presente ou futuro, em instalações e objetos. Este conceito pode ser visto na exposição Liame na Galeria de Arte Casarão, em Viana sede, que fica em exibição até o dia 15 de setembro. A entrada é franca. A exposição conta com apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult).
Cristhina usa técnicas artesanais ao tecer, de forma que a corda, o alumínio, o cobre e o latão ganham uma nova percepção a partir de sua construção conceitual. Segundo a artista,  existe nas obras apresentadas um longo processo de construção e reconstrução da paisagem que nos envolve. "Construo casulos dentro de casulos e este corpo, dentro de outro corpo,tem o intuito de carregar em seu discurso simbólico, o desejo da mudança e de que não somos estáticos", detalha Cristhina.
Já Kyria trabalha com a proposta de criar instalações seguindo o mesmo princípio dos recortes em aço Corten no feltro, tecido e papel. O projeto “Hospedeira” nasceu da aquisição de um prédio antigo no Centro Histórico de Vitória onde as muitas camadas de tintas, de emboço, a madeira ora intacta, ora apodrecida testemunha as marcas inefáveis do tempo. Os recortes sobrepostos remetem à casa antiga e paredes antigas castigadas pela ação do tempo, ao mesmo momento, criam camadas, sombras e nuances que dão delicadeza ao conjunto. 
De acordo com a curadora da exposição, Clara Sampaio, a mostra se encontra na poética do outro, o que nos liga às questões do mundo e à constante capacidade da superação humana. “A exposição permite aproximar os casulos-processos de suas artistas ao público e convida à construção de uma materialidade fugaz, por meio de suas histórias, sombras e sobreposições sempre em mutação”, destaca Clara.
Serviço
Exposição LIAMES, de Cristhina Bastos e Kyria Oliveira
Curadoria: Clara Sampaio
Local: Galeria de Arte Casarão – Viana sede.
Data: até 15 de setembro de 2016.
As visitações podem ser feitas de segunda a sexta (de 12h até 18h) ou nos sábados e domingos (09h até 15h).
Telefone: (27) 3255-1346




Palácio Anchieta: o universo poético da Exposição “Constelações”, de Hilal Sami Hilal


     
Os visitantes do Palácio Anchieta podem se preparar para uma experiência poética, que leva a reflexões sobre identidade, a memória e o afeto. Isto e muito mais está na exposição “Constelações”, trabalho do artista plástico capixaba Hilal Sami Hilal. O evento de abertura da exposição acontece no Espaço Cultural do Palácio Anchieta, no próximo dia 4 de agosto, às 18h30.
A mostra conta com três grandiosas instalações, que unem a um objeto-livro. “Para o meu amor passar” é a instalação que recebe os visitantes e os conduz ao universo poético do artista. Inspirada na cantiga popular, a instalação "Se essa rua fosse minha" ocupa uma área de 250 metros quadrados, com 40 mil “pedrinhas de brilhante” incrustadas em oito mil ladrilhos cinza chumbo. A obra, que não tem um percurso definido, evoca lembranças e inquietações subjetivas.
Antes de chegar à obra-título, a exposição tem dois outros trabalhos monumentais, que fazem parte da série “Deslocamentos”. O primeiro é uma “piscina” – obra inédita – com 5,6 metros de diâmetro. Na água, papel macerado, glicerina e pigmento, flutuando como um grande mundo cuja forma constitui uma paisagem real em movimento. Um Objeto-livro é o trabalho seguinte, que também produz sua própria direção: numa inclinação de 30 graus, pranchas imensas de papel artesanal que se prolongam por todo o espaço do local.
"Obra coletiva"
Esse percurso leva à obra Constelações, que dá nome à mostra. Ela é uma "obra coletiva", com a participação de 2.500 jovens alunos de escolas públicas da Grande Vitória, que marcaram no trabalho dez mil nomes de pessoas que apresentam relação afetiva em suas vidas. Produzida em papel artesanal colorido sobre tecido transparente, as caligrafias são refletidas por espelhos em toda a extensão do teto.
“Nessa exposição, as constelações se formam pela reunião de nomes, caligrafias, memórias e afetos, dores e alegrias. A suposição é de que será possível a reconfiguração de rememorações e reminiscências perdidas. E cada instalação é representada por seus atributos, símbolos de memória e reconstrução, que implicam reviver conteúdos que estão na base da construção da nossa identidade”, enfatiza a curadora Neusa Mendes.
Inspirada em “Noite Estrelada”, de Van Gogh, ”Constelações” vem sendo produzida desde abril. Com uma equipe composta pela psicanalista Ruth Ferreira Bastos, o educador Laércio Ferracioli e a curadora Neuza Mendes, Hilal promoveu workshops para os diretores e professores de sete escolas da rede estadual de educação de Vitória e Região Metropolitana. Durante os encontros, o artista falou sobre a experiência com a arte, da “Constelação” e da evocação da memória pessoal ou coletiva, articulando a noção de identidade.
Num segundo momento, foram realizadas oficinas de papel artesanal – trapos macerados que trazem as marcas do tempo e são parte indissociável da plástica de Hilal – com alunos. Os nomes foram praticamente desenhados: o papel macerado foi injetado em bisnagas como as de confeiteiros, de onde brotaram as caligrafias dos participantes.
“Em cada nome há uma recordação, uma marca. Há vida. Me sinto feliz na realização de um trabalho coletivo, em poder aproximar os jovens da arte, em ter a chance de, quem sabe, contribuir para modificar as suas perspectivas de futuro”, confessa Hilal.
A exibição vai até o dia 6 de novembro e o evento é aberto ao publico. A curadoria é de Neusa Mendes, pesquisadora e crítica de arte da Universidade Federal do Espírito Santo/UFES, e a produzida pela 4 Art Produções Culturais.
SERVIÇO
Exposição Constelações – Hilal Sami Hilal
Curadoria: Neusa Mendes
Inauguração: 4 de agosto de 2016, às 18h30.
Visitação: de 5 de agosto a 6 de novembro de 2016
Local: Espaço Cultural do Palácio Anchieta, Praça João Clímaco, 142 – Centro, Vitória.
Tel.: (27) 3636-1032, 3636.1019
Horário de funcionamento: de terça à sexta, das 9h às 17h; sábado, domingo e feriados – das 9h às 16h.
Entrada franca




terça-feira, 14 de junho de 2016

Sodiê Doces

Atualmente a Sodiê Doces conta com 238 lojas espalhadas pelo Brasil, sendo considerada a maior franquia de bolos do país. Elas estão localizadas em 12 estados do país, uma loja no Espírito Santo. Compostos por mais de 90 variedades de sabores, os bolos são elaborados à base de pão de ló, matéria-prima de primeiríssima qualidade e frutas frescas. 

O cliente pode encomendar o bolo ou degustar na própria loja, que também trabalha com o sistema de fatias. Capazes de conquistar todos os paladares. A Sodiê Doces também conta com a linha Zero Açúcar.


Eu já fui: 

Quem me falou da Sodiê foi minha grande amiga Willyana, que me acompanhou na visita. Ela é cliente da loja e apaixonada pela linha de bolos "zero açucar". Lamento que nós nos empolgamos tanto com a visita, que esquecemos de fazer uma foto nossa!

Você já viu a Ana Maria Braga fazendo a propaganda do momento Sodiê? Enfim.. saiba que você pode ter um momento Sodiê aqui em Vitória-ES, eu tenho certeza de que após ler esta postagem você vai correndo!!!! Na loja ouvi uma cliente perguntando se Ana Maria é a dona da franquia kkkk.... "Super justificável" imaginar isso, afinal tanto bolo gostoso, parece coisa de especialistas em receitas, tipo Ana Maria Braga mesmo!!! Kkk

    Tomei um achocolatado quentinho com Ana Maria!!!! Estava muito bom!!!

Mas não é da Ana Maria não, a proprietária desta rede é uma ex cortadora de cana de açúcar, gente simples que batalhou muito e hoje é dona desse grande sucesso. Deu nome a rede com as inicias dos filhos Sofia + Diego.

E quem são os donos em Vitória-ES?


Um casal paulista (Elaine e Antônio)  muito simpático, que em uma de suas viagens pelo Brasil conheceram Vitória e se apaixonaram. Clientes da Sodiê há mais de 10 anos,  há um ano o casal montou uma franquia  em terras capixabas. Eles colocam a mão na massa de verdade, os dois trabalham na fabricação e no atendimento da loja.


Minha primeira pergunta para o proprietário Antônio foi “como vocês conseguem manter a qualidade e o padrão dos bolos?” Eu imaginava até mesmo que os bolos já chegavam ali congelados. Mas ele explicou que o bolo é totalmente produzido na loja mesmo, todos os ingredientes são da nestlê, com finalidade de padronização. Conhecemos a dispensa da loja e conferimos de pertinho "tudo da nestlê"! Falando em conferir, até na cozinha fomos, existe uma plaquinha “visite nossa cozinha”, o que indica que você também poderá conhecer, as confeiteiras são super carismáticas!




Em datas especiais você encontra bolos temáticos: dia das mães, festa junina, namorados... Mas é melhor encomendar, porque os bolos temáticos não ficam nem dez minutos na vitrine, difícil conseguir um temático prontinho disponível! 
As encomendas tem prazo de entrega de 24h, já a linha zero lactose 72 horas. Até encomenda de bolo de casamento eles aceitam!

A loja possui um cantinho para as crianças desenharem!!! É a única franquia com esse espaço, ideia da filha dos proprietários, que tem apenas nove anos de idade e já ajuda os pais!



O que provamos? Dois sabores de bolos:


O mais vendido: Leite condensado com morango


O mais vendido da linha zero : Alpes suíço


A massa é muito fofinha mesmo, leve e saborosa, além de molhadinha...Perfeito para quem prefere sobremesa "não muito doce"!!!!!
Importante frisar que o diet tem o mesmo sabor de um bolo tradicional, a diferença esta na leveza. Nem parece que é zero açúcar, uma delícia, você come sem acreditar que é zero!!

Fiz fotos de mais alguns:

Alpes suiço (zero açucar):


Trufas brancas com nozes e damasco (zero açúcar):


Também servem: cafés, salgados, sucos, refrigerante e água.O preço dos bolos é por kilo, que varia de R$ 48,90 reais a R$ 69,00! Apesar da loja estar sempre cheia, o atendimento é muito bom!!! Importante frisar que eles não cobram 10% pelo atendimento. 



Vendem velinhas e espátulas, "super necessário", dependendo do local onde você for cantar os parabéns!


E tem novidade quentinha saindo do forno: Linha de bolos caseiros!!! Aguardem!

Merece uma estrelinha do blog! Dá vontade de ir lá todos os dias!!! Eu nem iria engordar, não é? Comeria só os bolos zero açucar, sem culpa!!!
Antônio e Elaine, obrigada pelo carinho, tenho certeza que a loja de vocês sempre estará cheia, afinal tem muito amor envolvido na história de vocês, nos bolos, no atendimento....!!! Sucesso!!! Super abraço do blog "Capixaba quer sair de casa".


Localização:
Av. Rio Branco, 227 / CEP 29056-255
Santa Lúcia - Vitória - ES
Referência: Em frente a Tok Stok e Shopping Rio Branco.

Horário de funcionamento: 
Seg. a Sex. das 10h00 às 19h00 | Sáb. das 10h00 às 17h00

Contato:

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