sábado, 24 de junho de 2017

TEATRO




O espetáculo estará em cartaz no dia 08 (sábado) e 09 (domingo) de julho Sábado 20:30h e Domingo 19h, no Teatro do Carlos Gomes em Vitória.

Desde o início dos tempos uma pergunta assombra os homens: "tamanho é documento?" Para pânico geral da nação masculina, a resposta ainda parece ser sim.

Ambientada no Rio de Janeiro de hoje, a peça é um retrato contundente de como o ser humano e a própria sociedade definem a masculinidade. Para os personagens o tamanho importa e muito. Não à toa, esse pequeno grupo se encontra todas as quartas à noite, no porão de uma igreja católica, em uma reunião de autoajuda para indivíduos com pênis pequeno. Esta característica em comum é o foco de suas lamentações semanais, atestando que o assunto ainda é um tabu e assombra os homens, que se sentem diminuídos em sua força e virilidade.

O grupo foi organizado por um padre e tem três freqüentadores assíduos. Uma noite, porém, um novo integrante se junta aos demais e os leva a se questionarem sobre as relações do grupo e sobre seus próprios medos e fantasmas. À medida que esses homens se abrem, segredos são revelados e vêm à tona questões sobre identidade, masculinidade, relacionamentos,  sexo e status social, em uma jornada que pode redefinir suas vidas.


Nota:
Assistam a um trecho do Espetáculo no link abaixo:
 Ficha Técnica
Elenco: Edwin LuisiRoberto PirilloCarlos BonowIran Malfitano e Cláudio Andrade
Texto:  Martin Casella
Versão Brasileira:  Aloisio de Abreu
Direção:  Alexandre Reinecke


 
SERVIÇO5 HOMENS E UM SEGREDO Comédia
Data: 08 e 09 de julho - Sábado 20:30h e Domingo 19h
Local: Teatro Carlos Gomes – Centro de Vitória.
Valores: R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia)
Vendas: Bilheteria do Teatro Carlos Gomes  e Clube do Ingresso (27) 3323-0476
Classificação indicativa: 14 anos
Informações: (27) 3222-0869
Facebook: Ratimbum Produções 

 CONTATO COM A PRODUÇÃO
Elenice Moreira (27) 99944-3210 /3222-0869
E-mail: elenicemor@terra.com.br 
Taty Moraes (27) 99962-7396
ratimbum@terra.com.br
  

sexta-feira, 12 de maio de 2017

'Febre' de aplauso de pé incomoda artistas e críticos de teatro


A Europa era exceção, até poucos anos atrás. Mas também por lá o crítico inglês Michael Billington lamentou que esteja chegando o "hábito sujo americano" de aplaudir de pé no final da peça. Qualquer peça.
O crítico americano Ben Brantley concorda e até lançou um apelo público, no "New York Times", "pela volta do aplauso sentado". Aplaudir de pé, afirma, "virou um gesto social automático", sem sentido.
No Brasil, o diretor Antunes Filho e a atriz Nydia Lícia, com carreiras iniciadas há mais de meio século no TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), atestam que "essa mania de levantar sempre", como ela descreve, é recente.
Lenise Pinheiro/Folhapress
Público aplaude monólogo 'A Vida Sexual da Mulher Feia
Público aplaude monólogo 'A Vida Sexual da Mulher Feia'
Antunes arrisca que o hábito se disseminou a partir dos anos 90. "Antes era mais seco", diz. "Agora é um touro bravo, vai que vai. Agora é absolutamente nada."
"Antes era um gesto estrondoso para o ator", relata Nydia, citando, entre os raros aplausos de pé no TBC, "Seis Personagens em Busca de um Autor" (1951), com Sergio Cardoso, Cacilda Becker, Paulo Autran e Cleyde Yáconis.
"Era excepcional", diz. "Agora levantam, assobiam, gritam e fica por isso mesmo. Você não tem mais medida, não sabe até que ponto agradou. O ator fica mimado."
Com a presença crescente de celebridades do cinema e da TV no palco, tanto aqui como no exterior, o fenômeno avançou para o meio das apresentações, para a entrada em cena. "A sugestão é, no caso de estrelas menos veneráveis, como Julia Roberts, 'bom para você, você é famosa'", critica Brantley.
PANDEMIA
Ele reconhece que aplaudir de pé é um "vírus" que pode ter tido sua origem na Broadway, seguindo depois para Europa e outros junto com as franquias dos musicais nova-iorquinos.
Cláudio Botelho, que ao lado de Charles Möeller ajudou a estabelecer os musicais no Brasil, também questiona o fenômeno, mas acrescentando ser mais acintoso por aqui —onde programas de auditório teriam instituído, segundo ele, que "quem quer que apareça é aplaudido".
Lamenta, sobretudo, que "não tem mais diferença: aplaudem de pé tanto Marília Pêra como qualquer grupo jovem". Citando também Bibi Ferreira e Fernanda Montenegro, cobra: "O que você vai dar como reconhecimento às grandes divas?".
São muitas as hipóteses para a "febre", segundo o "NYT": espectadores aplaudem para justificar o ingresso caro; por serem turistas, não habituados ao teatro; pelo alívio físico de se levantar; até para chegar antes à saída, nas plateias lotadas.
Antunes acrescenta um fenômeno local relativamente novo e semelhante àquele dos turistas na Broadway: "A classe média aumentou. É uma coisa boa, mas eles ainda não têm base. Ir ao teatro já é uma vitória social".
Saulo Vasconcelos, protagonista de musicais como "O Fantasma da Ópera" no Brasil e no exterior, soma ainda duas razões específicas, no caso de São Paulo. "As pessoas aplaudem já se levantando para ir embora, porque o estacionamento é um inferno. E também porque o espectador daqui é gentil, quer mostrar seu carinho."

AUTOENGANO
Ron Daniels, que começou como ator nos anos 60 no Teatro Oficina e a partir dos anos 70 se estabeleceu como encenador em companhias como a Royal Shakespeare Company e o American Repertory Theater, acredita que o problema é maior nos Estados Unidos e no Brasil.
"Em Nova York eles sempre se levantam. Na Inglaterra, só em musical, Shakespeare não", diz ele. "Eu detesto esses aplausos, o espetáculo perde o valor. Mas, quando é merecido, a 'standing ovation' [aclamação de pé] é maravilhosa."

Para Daniels, o fenômeno "é muito esquisito: a plateia se congratula a si mesma". Michael Billington, que é crítico do londrino "Guardian", concorda que a febre do aplauso de pé surgiu com o público "tentando enganar a si mesmo", sugerindo que a cura teria de partir dele. 


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/01/1401502-febre-de-aplauso-de-pe-incomoda-artistas-e-criticos-de-teatro.shtml

terça-feira, 2 de maio de 2017

“Daqui começo o mundo” é a nova exposição da Galeria Homero Massena que entra em cartaz na próxima terça (25)





Na próxima terça-feira (25), a Galeria Homero Massena, em Vitória, abre as portas para a exposição “Daqui começo o mundo”, que reúne trabalhos em fotografia, livros e vídeos do artista capixaba Gui Castor. A mostra promove uma interação com a exposição “Moderna Para sempre – Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú”, em cartaz no Palácio Anchieta, que reúne uma das mais importantes coleções de fotografia artística do país.
O visitante que vai ao Palácio Anchieta e conhece os clássicos da fotografia modernista (de 1940 a 1970) poderá também dar um pulo na Galeria Homero Massena (a 50 metros de distância) e conhecer uma produção atual, a partir do olhar de um jovem artista de sua cidade. A exposição “Daqui começo o mundo” fica em cartaz na Homero Massena até 24 de junho e faz parte das comemorações dos 40 anos da galeria.  
"As duas exposições ‘conversam’ entre si. Buscamos construir uma referência histórica no campo da fotografia a partir de um jovem artista, o Gui Castor, que elabora trabalhos que podem ser interpretados como respostas contemporâneas às questões desenvolvidas pelos clássicos fotógrafos brasileiros apresentados pela mostra do Instituto Itaú Cultural”, afirmou o curador da mostra, Júlio Martins.
O título da exposição é inspirado na obra “Eu vi o mundo, ele começava no Recife”, do pintor modernista pernambucano Cícero Dias. É uma afirmação que remete ao espírito da antropofagia brasileira. “Ela desenha a possibilidade de se apropriar de diversas influências de vários lugares. Essa é uma das matrizes da formação da cultura brasileira e diz respeito a esta habilidade em receber a cultura que vem de fora e devolvê-la em novos contornos. É algo muito poderoso e que aumenta a autoestima, algo que precisamos recuperar na contemporaneidade”, comentou Martins.
  Serviço:
“Daqui começo o mundo”
Exposição com fotografias, vídeos e livros de Gui Castor
Galeria Homero Massena
Abertura 25 abril, às 19 horas
Visitação: de 26 de abril a 24 de junho de 2017
Rua Pedro Palácios, 99, Cidade Alta, Vitória
Contato: (27) 3132-

Fonte: https://secult.es.gov.br/Not%C3%ADcia/daqui-comeco-o-mundo-e-a-nova-exposicao-da-galeria-homero-massena-que-entra-em-cartaz-na-proxima-terca-25

terça-feira, 18 de abril de 2017

Sesi Arte Galeria: novo espaço cultural do Estado vai mesclar arte e indústria


Na avenida mais movimentada de Vitória, no coração econômico da capital, nasce o mais novo centro cultural do Estado. O Sesi Arte Galeria foi inaugurado nessa segunda-feira (18), com a presença de diversas autoridades e artistas capixabas. Durante a cerimônia, o presidente do Sistema Findes, Marcos Guerra, destacou os investimentos feitos em cultura e educação durante sua gestão. “Entendemos que esses investimentos beneficiam o cidadão e tornam a indústria mais competitiva. A galeria é um presente para Vitória e para o Estado”, disse.
Já o superintendente do Sesi-ES, Luis Carlos Vieira, reafirmou a missão da entidade de proporcionar cultura e lazer não apenas para trabalhadores da indústria, mas para toda sociedade. “O espaço servirá a alunos e à população de uma forma geral. Entregaremos uma estrutura multiuso que vai possibilitar a integração de dois setores tão distintos, cultura e indústria, porém tão importantes para o desenvolvimento do nosso Estado”, disse.
O governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, prestigiou o evento e parabenizou a gestão focada na educação e cultura. “Esse espaço tem muito valor pelo que pode representar no diálogo com a educação. Além disso, esse espaço tem também muito valor pela sua localização estratégica”, disse.
O secretário de Estado da Cultura do Espírito Santo, João Gualberto Vasconcellos, afirmou que a inauguração Sesi Arte Galeria mostra o quanto a indústria capixaba está alinhada com a criatividade e a inovação. “ É um momento de dupla celebração. Pela inauguração de um espaço dedicado às artes e também pela indústria capixaba demonstrar que caminha na direção da inovação e por alimentar a criatividade”, disse. 
O Sesi Arte Galeria funcionará como um local versátil e qualificado tanto para receber as obras de artistas do Espírito Santo quanto para proporcionar ao público a oportunidade de conhecer trabalhos nacionais e internacionais. A sala tem aproximadamente 800 m2 e conta com iluminação e acessibilidade adequadas.
  A exposição de abertura destaca o caráter inovador do Sesi Arte Galeria: o FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica traz uma mostra concebida para se adequar às características e dimensões do novo local e permitir a interatividade com as obras. Batizada de FILE Vitória 2017: Toque Aqui, a exposição reúne obras de artistas de 14 países, além do Brasil: Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos França, Inglaterra, México, Portugal, Sérvia e Suécia. São oito instalações interativas, quatro games e 20 animações.
Serviço
File Vitória 2017: Toque Aqui
Local: Sesi Arte Galeria
Endereço: Av. Nossa Senhora da Penha, 2053, térreo – Ed. Findes, Santa Lúcia – Vitória/ES
Período: 18 de abril a 11 de junho
Visitação: de terça a domingo, das 10 às 20 horas
Entrada gratuita
Mais informações: file.org.br 
Fonte: https://secult.es.gov.br/Not%C3%ADcia/sesi-arte-galeria-novo-espaco-cultural-do-estado-vai-mesclar-arte-e-industria

Palácio Anchieta recebe exposição Moderna para Sempre – Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural



  
  
A exposição Moderna para Sempre – Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural desembarca no Palácio Anchieta, em Vitória, na próxima terça-feira (11), às 18h30. Com curadoria do fotógrafo e pesquisador Iatã Cannabrava, apresenta 118 imagens de artistas renomados da fotografia como Thomaz Farkas, José Oiticica Filho, German Lorca, Geraldo de Barros, Marcel Giró, Ademar Manarini, Mario Fiori e Eduardo Salvatore, com foco na importância do movimento modernista para a cultura e identidade brasileiras. A mostra permanece em cartaz até o dia 25 de junho. Entrada franca.

 Moderna para Sempre abre às 17h30 com palestra do curador no Palácio da Cultura Sônia Cabral. Às 19h30, já no Palácio Anchieta, Cannabrava faz uma visita guiada com o público. De acordo com ele, diversas obras apresentadas na exposição são inéditas para o grande público, uma vez que ficavam restritas ao circuito fotoclubista. De caráter itinerante, a exposição percorreu 11 cidades no Brasil: Fortaleza, Porto Alegre, Belo Horizonte, Belém, Ribeirão Preto, São Paulo, Santos, Recife, Brasília, Curitiba e Rio de Janeiro, sempre com diferentes recortes. E outras três na América Latina: Assunção, no Paraguai, Cidade do México, no México, e Lima, no Peru.

 A exposição

  
  A mostra exibe trabalhos considerados raros e que formam a coleção de fotografia modernista do acervo do Itaú Cultural. Entre os destaques, podem ser citadas obras como Formas (1950), de Eduardo Salvatore, que teve importante papel no cenário fotoclubista como um dos fundadores do Foto Cine Clube Bandeirante, em 1939, em São Paulo; a vintage, de data indefinida, Sem Título, do catalão que viveu exilado no Brasil Marcel Giró, além de Botellas (1950), Esboço (1960) e Autorretrato com sombra (1953); e Elos (1950), de Mario Fiori.

 Obras dos fotógrafos José Oiticica Filho e Osmar Peçanha também integram a mostra. Do primeiro, há seis fotografias feitas entre 1949 e 1958, todas com a sua marca de forte contraste de claros e escuros e a relação entre pessoas, espaços vazios e a geometria, como em Triângulos Semelhantes, de 1949. Do segundo, há quatro obras – Palmas (1951), Equilíbrio (1960), Estacas (1981) e Linhas (1993). Outro expressivo membro do Foto Cine Clube Bandeirante, Thomaz Farkas, tem seus trabalhos como Energia (1940) e Bailarina do Balé da Juventude UNE, Rio de Janeiro, RJ (1947) em exposição. Retratando o abstrato-geométrico de Ademar Manarini há 8 obras, como Janelas II (1953), Sem título (1950), Passarela – Largo Ana Rosa (1950) e Composição (1960).

 De Gertrudes Altschul, uma das raras representantes do gênero feminino no fotoclubismo a partir da década de 1940, estão expostas A Folha Morta (1953), Composição (s.d) e Composição II (s.d). Juntam-se a essas obras as fotografias de Rubens Teixeira Scavone, como a contemporânea Abstração #5, de 1950. De Gaspar Gasparian, há a fotografia Composição Moderna (1953); 11 fotos de German Lorca, como Curvas Concêntricas (1955), Pernas (1970), Galhos Remontados (1955) e Homem Guarda-Chuva (1954). Além de trabalhos de Gunter E.G. Schroeder, Geraldo de Barros, Fabio Moraes Bassi, Paulo Pires, entre outros, estão presentes na exposição 23 trabalhos de José Yalenti.

Mais sobre Fotoclubismo

  O fotoclubismo brasileiro teve início em São Paulo, no Foto Cine Clube Bandeirante, em 1939, e se alargou para outros fotoclubes da cidade paulistana. Em geral, era composto por fotógrafos amadores que, livres das obrigações de um trabalho comercial, puderam experimentar e quebrar regras.  Nesses núcleos aterrissaram artistas como Geraldo de Barros, José Yalenti e German Lorca. “Nas imagens, encontramos as buscas por formas e volumes, abstracionismos e surrealismo, em uma evidente influência das antigas vanguardas europeias”, conta o curador.

 Os trabalhos destes artistas começaram pictorialistas, imitando os padrões da pintura do século XIX. Com o desenvolvimento e crescimento econômico do país, desembocaram no celeiro da fotografia moderna brasileira, a chamada Escola Paulista. “As obras parecem uníssonas porque têm forte unidade temática, divididas em dois grupos: cidades ou formas, sejam elas geométricas, elaboradas ou simétricas”, explica Cannabrava. “A partir deste momento, texturas, contraluzes, enquadramentos sóbrios, linhas, solarizações, fotomontagens, fotogramas, entre outros tópicos, passam a integrar o vocabulário criativo”, reforça.

Vale observar, também, que a maioria dos membros dos fotoclubes era de imigrantes de origem europeia ou descendentes de refugiados das guerras do hemisfério norte, estabelecendo no Brasil uma produção com olhar mais otimista e de esperança no futuro, distante de assuntos sociopolíticos que predominavam nos trabalhos da época, e diferenciando-se do movimento europeu focado nas dificuldades sociais.

“Atentos às transformações que ocorriam no mundo, os fotógrafos modernistas brasileiros devoraram influências para criar uma nova fotografia, que teve como premissa uma leitura essencialmente criativa e de ruptura”, explica Iatã Cannabrava.

Para o curador, este grupo se antecipou ao atual universo dos blogs, Facebook e Flickr montando o que poderia ser chamado de primeiras redes sociais de que se tem conhecimento na área de fotografia. Por meio de salões, catálogos e concursos, formaram uma teia internacional que divulgava a produção nos grandes centros da fotografia mundial e também do Brasil.



Sobre Iatã Cannabrava

Fotógrafo, editor, curador e agitador cultural, Iatã Cannabrava possui três livros publicados – Casas Paulistas (2000), Uma Outra Cidade (2009) e Pagode Russo (2014) –, fotos nas coleções MASP-Pirelli, Galeria Fotoptica, Joaquim Paiva e MAM-SP e trabalhos publicados em oito livros de autoria coletiva.



Atualmente é diretor do Valongo – Festival Internacional da Imagem, é idealizador e coordenador do Fórum Latino Americano de Fotografia de São Paulo, realizado pelo Itaú Cultural, e até o ano passado foi diretor e realizador do Festival Internacional de Fotografia de Paraty – Paraty em Foco. Entre seus projetos permanentes estão o Madalena Centro de Estudos da Imagem, a Livraria Madalena e a Editora Madalena ao lado de Claudia Jaguaribe e Claudi Carreras.



SERVIÇO

Moderna Para Sempre – Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural

No Espaço Cultural Palácio Anchieta, Vitória, ES

Abertura: 11 de abril, às 18h30

Visitação: 11 de abril a 25 de junho de 2017

Horário de visitação: de terça-feira a sexta-feira, das 9h às 17h
Sábados, Domingos e Feriados: das 9h às 16h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: Livre


Palestra com Iatã Cannabrava e Julio Martins
Aberta ao público
Data e horário: 11 de abril, às 17h30
Palácio da Cultura Sonia Cabral (206 lugares) 
Rua Pedro Palácios, nº 45, Centro, Vitória, ES

Assessoria de Imprensa: Conteúdo Comunicação

Fone: 11.5056-9800

Cristina R. Durán: cristina.duran@conteudonet.com

Amanda Viana: amanda.viana@conteudonet.com

Karinna Cerullo: cacau.cerullo@conteudonet.com

Roberta Montanari: roberta.montanari@conteudonet.com

No Itaú Cultural:

Larissa Correa

11.2168-1950; larissa.correa@mailer.com.br

Carina Bordalo (programa Rumos)

11.2168-1960; carina.bordalo@terceiros.itaucultural.com.br

www.conteudocomunicacao.com.br

www.twitter.com/agenciaconteudo

www.facebook.com/agenciaconteudo



Pela Secretaria de Estado da Cultura (ES)
27. 3636 7111/99902.1627
Erika Piskac: secultes.imprensa@gmail.com
Danilo Ferraz: danilo.secult@gmail.com

Fonte: https://secult.es.gov.br/Not%C3%ADcia/palacio-anchieta-recebe-exposicao-moderna-para-sempre-fotografia-modernista-brasileira

sábado, 18 de março de 2017

Papa Bruno's - Pizza

Não é todo dia que "a capixaba aqui" quer sair de casa genteeee, "ainda mais" ontem, que cheguei do trabalho tarde da noite, exausta! Tudo que eu queria era apenas um banho e comer em casa mesmo e descansar, então vai bem uma pizza quentinha, não é? A Empresa Papa Bruno's enviou-me a pizza deles para eu conhecer e contar para vocês.


    Segurando a pizza quentinha para a foto!


História:
A Papa Bruno’s foi fundada em 4 de Janeiro de 2013, em Itapoã, Vila Velha-ES, com o objetivo de revolucionar o mercado de pizza assada no Brasil. Com o lema de vender a melhor pizza pelo menor preço e rapidamente a marca expandiu-se pela região, caindo na graça dos clientes. Desde o início trabalham com os dez sabores de pizza mais vendidos no país. 

       
              Foto da fachada de uma das lojas.
Em Janeiro de 2014, a Papa Bruno’s chegou em Vitória, na Praia do Canto, conquistando novos clientes e amigos. A demanda na capital foi tão grande, que em setembro do mesmo ano inauguraram a terceira unidade localizada em Jardim Camburi, bairro mais populoso da cidade. Em Março de 2016, foi a vez da cidade de Serra receber a sua unidade Papa Bruno’s, atendendo ao pedido da população no Facebook da Empresa. 
São quatro lojas Papa Bruno’s Pizzaria, a cada pedaço uma nova história. 
O proprietário e fundador da Marca Papa Bruno's é o publicitário Renato Rocha, formado pela UVV, ex gerente comercial da RedeTV!ES. Hoje ele possui outros 3 sócios. Seu espírito empreendedor foi responsável pela criação e pela expansão da marca por três cidades, sendo quatro lojas abertas em pouco mais de três anos.
          Fonte: http://www.papabrunos.com.br/site/sobre.php


     Este é o Renato Rocha


Eu experimentei:


Fiz o pedido e fui informada de que o tempo de entrega seria 40 mim. o que superou a minha expectativa, pois enquanto eu organizei a mesa, a pizza chegou em 30 min. Gostei da embalagem,  bem firme e colorida e alegre como eu gosto, a pizza chegou bem quente e inteirinha!

A rede trabalha com os 10 sabores mais vendidos do país, pedi dois sabores por pizza, uma: 4 queijos e marguerita (minha preferida), a outra: portuguesa (a mais vendida da casa) e brigadeiro.

 
     Cheirinho de pizza hummmm

Gostei de experimentar as pizzas, realmente são mais leves que as pizzas com massa grossa. Não conhecia pizza com a massa assim tão fininha, mas  por ser gostei por ser mais leve! Não é aquela pizza pesada, cheia de massa. Se você quiser a massa mais torradinha, crocante, pede para o atendente com carinho, que eu acredito que eles façam! Pois a minha veio "ao ponto", acredito que esse seja o padrão da marca.


     Mostrando a massa fininha

Recomendo que a pizza seja saboreada imediatamente após a entrega, pois pelo fato da massa ser fininha, ela esfria mais rápido. A de sabor brigadeiro é feita com chocolate meio amargo, recomendo para quem gostar de chocolate amargo! Eu prefiro brigadeiro doce mesmo, afinal sou uma fanática por açucar! Rs


    Portuguesa com brigadeiro



    Quatro queijos e Marguerita

Quanto ao preço, realmente a pizza deles se não for a de menor preço é uma das mais baratas da Grande Vitória. Fiz uma rápida pesquisa na internet e não encontrei opção de preço menor que a deles. O preço para a pizza grande da unidade da Praia do Canto é R$22,90 para todos os 10 sabores.
Esse valor é o mesmo preço de pizza que compramos no supermercado, que você ainda tem que levar para casa e colocar para assar!!! Portanto o preço Papa Bruno's compensa, afinal com o mesmo valor eles entregam a pizza assada, quentinha na sua casa!

Sobre o rendimento, as duas pizzas grandes enviadas servem bem quatro pessoas, pelo fato da massa ser fininha! Eles não enviam ketchup nem maionese e para acompanhar a pizza a única bebida disponível é refrigerante: guaraná!

Após a primeira ligação, seu número fica cadastrado com seu endereço, o que agiliza os próximos pedidos. Mas atenção, você deve ligar para o número da unidade mais próxima da sua residência.

Boa pizza!!

Contato:
http://www.papabrunos.com.br
https://www.ifood.com.br
https://www.facebook.com/papabrunospizza

Vila Velha (27)3075-3322 
Praia do Canto (27)3024-3322 
Jardim Camburi (27)3065-3322

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Praça do Papa ganha maior tanque para observar tartarugas no Estado - Gazetaonline

Quatro das cinco espécies de tartaruga que há no Brasil estarão no local
Crianças e adultos, visitantes ou moradores de Vitória, poderão observar, a partir des, espécies de tartarugas no que será o maior tanque para observação desses animais em todo o Estado.
Local tem 226 metros quadrados e capacidade para 112 mil litros
Local tem 226 metros quadrados e capacidade para 112 mil litros
Foto:Carlos Alberto Silva











O Projeto Tamar, em parceria com a Prefeitura de Vitória, abre oficialmente quinta o tanque com visores subaquáticos, na Praça do Papa, na Enseada do Suá.
Mesmo oficialmente ainda fechado, quem esteve ontem no Tamar conseguiu ver bem de perto o que estará amplamente exposto para a população a partir de amanhã.
Crianças de todos os tamanhos e idades corriam de um lado para o outro para conseguir ver as três tartarugas no local.
“Ele é fã. A gente vem umas quatro vezes por ano. Ele gosta de natureza, bicho, tartaruga. A gente estimula, mas ele por conta própria já gosta”, diz o engenheiro Bruno Coelho, 44, sobre o filho Leonardo, 3, um dos mais empolgados ontem no local.
Tanque
O tanque tem 226 metros quadrados e capacidade para armazenar 112 mil litros de água. No local, estão as espécies tartaruga-verde, tartaruga-cabeçuda, tartaruga-de-pente e tartaruga-oliva.
“Das cinco espécies existentes no Brasil, quatro estão aqui”, ressalta o oceanógrafo Paulo Rodrigues, da Secretaria de Meio Ambiente de Vitória (Semman). “A tartaruga-verde, por exemplo, você só encontra na Ilha de Trindade, em Fernando de Noronha e no Atol das Rocas.
Paulo Rodrigues explica que as tartarugas que estão no local foram criadas desde pequenas no tanque e que a ideia é recuperar as que são selvagens e devolvê-las ao mar.

Fonte: http://novo.gazetaonline.com.br/noticias/cidades/2017/01/praca-do-papa-ganha-maior-tanque-para-observar-tartarugas-no-estado-1014019686.html

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Maria Pitanga - Açaiteria

Eu já fui:
Um dia parei no semáforo da Praia do Canto e ao olhar para a minha esquerda, vejo uma logo lindaaa, em uma fachada lindaaa: “Maria Pitanga”. Olhei com mais calma, vi que tratava-se de uma açaiteria e eu adoro açaí, mas tem que ser self service, pois gosto muito dos complementos. E onde montam o açaí economizando complementos nem volto mais! Rs

Fiquei curiosa para conhecer a açaiteria, do lado de fora deu para ver que lá era self service, aliás temos poucas opções assim em Vitória. As poucas opções onde você monta seu próprio açaí são sorveterias, onde normalmente não há frutas 
como complementos!


Foto: Arquivo Maria Pitanga


Bom.. entrei em contato com o estabelecimento, fui recebida pelo Vitor, gerente do negócio, que pertence seus pais (Romário Mendes Vargas e Lana Mara Moreira Vargas) e um sócio.

Descobri que trata-se de uma franquia, o dono da rede é João Batista Ximenes, morador do Ceará, casado com Maria Rosana Ximenes, (que inspirou o nome do negócio). Como sou muito curiosa, soube e explico para vocês os detalhes do nome: acrescentaram aleatoriamente  "Pitanga" á Maria e combinou, nasceu assim o nome da marca, que encanta o público feminino, (público alvo), pelo fato das mulheres cuidarem mais da saúde. Porém na loja de Vitória o público masculino é maioria.

Confira a história completa do surgimento da rede:
 http://www.mariapitangaacaiteria.com.br/quem-somos/

Foto: Capixaba quer sair de casa

Este é meu açaí, com frutas e bastante complementos. Faltou a nutella, que futuramente poderá ser inserida nas opções de caldas!
Foto: Capixaba quer sair de casa


Opções de complementos e frutas frescas
Foto: Capixaba quer sair de casa


O estabelecimento funciona há seis meses, também com opções de cremes de frutas, sucos, sanduíches e bebidas. Mas o campeão de vendas é mesmo o açaí puro, que aliás leva mais fruta e pouquissímo xarope, possui 14% de polpa, esse é o diferencial do produto. O açaí é mais leve, tem consistência mais "molinha", por ser batido. É necessário bater todos os dias, para não formar cristais de gelo, outras marcas usam aditivos químicos para não cristalizar.

Essa semana chega o açaí diet, sem xarope!

O produto tem origem no Pará, a plantação é escolhida pessoalmente pelo proprietário da marca João Batista, que acompanha todas as etapas de produção para garantir a qualidade do produto.


Opção de cremes 
Foto: Capixaba quer sair de casa


Cardápio na parede, bem prático!
Foto: Capixaba quer sair de casa

A maioria dos clientes da loja são frequentadores das academias vizinhas, um público fitness, que fazem uma visitinha na açaiteria antes e depois do treino.
Os preços: do kilo é R$45,00 kg, que segundo Vitor é o menor da vizinhança. Em quantidades menores: 100g R$4,50, 300 ml R$13,50.

Vi um painel lindo da artista Simone Monteiro, não resisti a uma foto.
Foto: Capixaba quer sair de casa

Quadro na parede: 10 motivos para você consumir o açaí
Foto: Capixaba quer sair de casa
  
Se você preferir montam para você, depois pesam!
Foto: Capixaba quer sair de casa


Uma boa opção para aniversariantes


Agora você sabe onde comer um barco de açaí com os amigos.
Foto: Arquivo Maria Pitanga


Com bastante frutas
Foto: Capixaba quer sair de casa

Vitor com os funcionários
Foto: Capixaba quer sair de casa

Vitor 
Foto: Capixaba quer sair de casa

Vitor toma açaí todos os dias, gosta de trabalhar com o produto por ser uma sobremesa gelada, com menos conservantes e mais saudável que o sorvete. Avisa que esta chegando novidades na Maria Pitanga e convida capixaba e turistas a experimentarem um açaí mais saudável!

Abraço do blog para o Vitor, sua equipe, seus pais, o sócio e o casal proprietário da rede. Desejo ainda mais sucesso ao empreendimento!


Localização:
Rua  João da Cruz, 385
Praia do Canto – Vitoria – ESCEP: 29055-620

Próximo da ponte Ayrton Senna

Contato:

Horário de funcionamento:
·    13h as 23h30 semanalmente
·    13h as 22h30 sábados e domingos

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Vitória tem apenas seis locais liberados para o banho de mar

Capital tem, ao todo, 25 pontos para banho.
Praia de Camburi está completamente imprópria para banhistas.


O banho de mar nas praias de Vitória está liberado em apenas seis dos 25 pontos, segundo o relatório da balneabilidade divulgado nesta quinta-feira (18) pela prefeitura. O secretário Municipal de Meio Ambiente, Luiz Emanuel Zouain, disse que o banho está proibido em toda a praia de Camburi.
Atualmente, o banho de mar só está liberado nas praias da Ilha do Boi e alguns pontos da Curva da Jurema e da Ilha do Frade. 
"Nós pedimos aos moradores de Vitória que, por favor, não tomem banho nessas águas nesse momento. As pessoas podem ficar sujeitas a infecções gastrointestinais, doenças epiteliais, alergias, pois é isso que a medicina prescreve, sendo esse um ambiente totalmente desfavorável", disse o secretário.
Pontos liberados:
1. Ilha do Frade - Praia da Ilha do Frade
2. Ilha do Frade - 1ª Praia à direita
3. Praia de Sta. Helena - 200 m à esquerda das barracas da Curva
4. Praia de Sta. Helena - Em frente às barracas da Curva
5. Ilha do Boi - Praia Grande
6. Ilha do Boi - Praia da Direita

Pontos próprios e impróprios para banho (Foto: Arte/ TV Gazeta)
Estudo
O estudo de balneabilidade é realizado semanalmente pela Prefeitura de Vitória, e mede a qualidade da água através do nível de coliformes fecais na água, geralmente lançado no mar pelo esgoto. Áreas com os níveis acima do aceitável são classificadas como impróprias.


A Prefeitura da Serra afirma que a cidade tem trabalhado em parceria com a concessionária que realiza o tratamento do esgoto do município no sentido de notificar os moradores a realizar a ligação na rede coletora sob pena de multa. Onde não houver rede coletora o morador deve construir fossa séptica individual.A Praia de Camburi foi classificada como imprópria para banho. Camburi recebe uma grande carga de esgoto lançado pelo município de Serra e também é afetada pelo movimento das marés e por rejeitos advindos do Canal da Costa.


Fonte: http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2016/02/vitoria-tem-apenas-seis-locais-liberados-para-o-banho-de-mar.html

Praia Acessível muda de lugar após 'Curva' ficar imprópria para banho


Praia Acessível muda de lugar após 'Curva' ficar imprópria para banho

Novo ponto fica em frente ao Quiosque 2 na Praia de Camburi.
Projeto dá banho de mar em pessoas com limitação de mobilidade.

Do G1 ES










O projeto Praia Acessível, da Prefeitura de Vitória, vai passar a funcionar na Praia de Camburi depois que o ponto da Curva da Jurema ficou impróprio para o banho.
A mudança acontece, nesta quinta-feira (5), e o projeto vai funcionar, por enquanto, em frente ao Quiosque 2 de Camburi. Mas volta para a Curva assim que a balneabilidade for restabelecida.
Projeto 'Praia Acessível' ajuda quem tem mobilidade reduzida (Foto: Livia Albernaz/ PMV)
Projeto 'Praia Acessível' ajuda quem tem
mobilidade reduzida (Foto: Livia Albernaz/ PMV)
Na semana passada, a Justiça determinou que o programa fosse para outro lugar. A prefeitura tinha até 10 dias para fazer a mudança e a multa diária em caso de descumprimento era de R$ 5 mil.
Projeto
Esse projeto permite que pessoas que tenham alguma limitação de mobilidade tomem banho de mar.

O Praia Acessível tem três cadeiras que flutuam na água e não afundam na areia.
A equipe é formada por assistentes sociais, psicólogos e professores de Educação Física.
No verão, o Praia Acessível funciona de quinta-feira a domingo, das 8h às 13h.
Projeto Praia Acessível, em Vitória (Foto: Leonardo Silveira/PMV)Projeto Praia Acessível, em Vitória (Foto: Leonardo Silveira/PMV)
Fonte: http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2017/01/praia-acessivel-muda-de-lugar-apos-ponto-de-banho-ficar-improprio-no-es.html