quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Venda Nova do Imigrante - ES

História
A primeira colonização do vale do rio Castelo, afluente do Itapemirim, se deu no início do domínio português, através de entradistas que buscavam as tão afamadas minas de ouro e de esmeraldas. Já no século XVII, o entradista Pedro Bueno Cacunda descobriu as chamadas minas do Castelo, nome que se originou, provavelmente, da visão que os exploradores, que vinham do leste, tiveram do portentoso Forno Grande. Formaram-se, de pronto, cinco povoações mineradoras: Barra do Rio Castelo, ou Duas Barras, com Matriz dedicada a Nossa Senhora da Conceição das Minas do Castelo, Caxixe, Arraial Velho ou Batatal, Salgado e Ribeirão do Meio ou Prata.

Com a proibição real de exploração das minas, pena de degredo em Angola e perdimento dos bens, dada em 1710, por ordem de El-Rei D. João V, assim como os ataques dos índios puris, os moradores voltaram à foz do rio, de onde tinham vindo, ali fundando a Vila do Itapemirim. Carta régia de 1816 (quando a família real se encontrava no Brasil e desejava fomentar o processo do Espírito Santo) determinou que as minas fossem reativadas, o que fez renascer o interesse pela região. Na mesma época, o governador Francisco Alberto Rubim abriu estradas de trinta e duas léguas (192 km) cortando a região, pela serra, e ligando Vitória a Mariana, em Minas Gerais. À margem desta estrada, no Vale do Jucu fundou-se a primeira colônia imperial do Estado – Santa Isabel – e no território hoje de Conceição do Castelo, em 1845, o aldeamento Imperial Afonsino, destinado à catequese dos puris, empreendimento que não foi adiante.

Entrementes, o chamado "refluxo das Bandeiras" trouxe milhares de mineiros e sua escravaria, em busca de terras virgens, para plantio de café na região. Grandes famílias se fixaram no vale do Itapemirim e seus afluentes, como os Esteves de Lima, os Teixeira, os Monteiro da Gama, os Ferreiras de Paiva, os Paula Campos, todos luso-brasileiros. Em 1882 começaram a chegar, na região, emigrantes italianos, principalmente do Vêneto e do Trento. O Governo Imperial havia mudado a legislação da imigração, extinguindo as colônias imperiais, em que o imigrante comprava um lote, de modo que os recém-vindos se acomodaram trabalhando como meeiros, nas fazendas de café então existentes, como substitutos da mão de obra afro-brasileira.

Com a abolição da escravidão e exaustão da terra de solos pobres e ácidos (é sabido que o café deseja sempre terra nova ou bem adubada) muitas das fazendas de café do Alto Castelo foram praticamente abandonadas, e alguns fazendeiros as dividiram em lotes que foram, em sua maioria, comprados por imigrantes italianos, que assim realizavam seu sonho de se tornarem pequenos proprietários. Durante meio século o isolamento foi a tônica de vida desses pioneiros bravos e trabalhadores. Castelo que era distrito de Cachoeiro de Itapemirim, com a inauguração da Estrada de Ferro, em 1887, num ramal da linha tronco que demandava Espera Feliz, em Minas Ferais, passou a centralizar o comércio de café da região, e com isto se emancipou, em 1928, da antiga sede.

Conceição do Castelo e Venda Nova pertenciam a Castelo, único centro comercial a que estavam ligadas através de estrada de chão, construída nas serras pelos próprios moradores. Não havia, portanto, grandes perspectivas de progresso para pequenos produtores locais. No entanto, em 1957 inaugurou-se, no eixo leste-oeste, (o mesmo da Estrada do Rubim) a Br 262, de Vitória a Belo Horizonte (futuramente até Campo Grande em Mato Grosso do Sul) a qual, passando por Venda Nova, favoreceu seu rápido crescimento. Em 1963, uma grande campanha popular vitoriosa permitiu a criação do Município de Conceição do Castelo, que Venda Nova era Distrito. Porém, o crescimento de Venda Nova foi tão espetacular que, em pouco, sobrepujava a sede, e transformou-se em Município, em 10 de maio de 1988.

Com a fé reconhecida de seu povo, em sua maioria Católico Apostólico Romano (a cidade forneceu à Igreja muitos Padres e Freiras), com seu pioneirismo na agroindústria, com seu comércio progressista, VENDA NOVA DO IMIGRANTE caminha, a passos seguros, na estrada larga do progresso, encarando, confiantemente o futuro. A história e as histórias de Venda Nova do Imigrante foram contadas, com humor e carinho, pelo saudoso escritor Senhor MÁXIMO ZANDONADI.

Criação do Distrito e Emancipação política
No início da década de 1960 Venda Nova era apenas uma comunidade, formada por mais de 90% de descendentes de italianos, que já aspiravam o sonho de um dia se emancipar. Esta região pertencia ao Município de Castelo e já naquela época a comunidade de Venda Nova tinha representantes na Câmara de Vereadores, pois precisavam defender os interesses do nosso povo, que sofria as mais duras dificuldades. A luta incansável em busca do desenvolvimento unia cada vez mais as pessoas, pois já tinham a certeza de que para se conseguir um lugar no espaço era de fundamental importância agregar forças e agir com sabedoria e inteligência. Foi quando o nosso saudoso Américo Comarela e o Sr. Anécio Paste, em agosto de 1963, na qualidade de Vereadores da Câmara Municipal de Castelo, apresentaram, com o apoio dos demais Edis, um Projeto de Resolução criando o Distrito de Venda Nova. Em 1964, Conceição do Castelo se emancipou de Castelo e na sua área foi incluído o Distrito recém criado de Venda Nova. Este foi o primeiro e importante passo em uma estrada não muito fácil de percorrer, mas com a certeza de que no final dela o sonho se concretizaria.

As pessoas unidas defendiam suas ideias e lutavam em busca dos interesses da coletividade, enquanto que a consciência política foi ganhando espaço e se fortalecendo em todos os setores. O crescimento acelerado da economia, e, o desenvolvimento na região foi tão espetacular que, em pouco, sobrepujava a sede, elevando a receita aos patamares que davam suporte para o então Distrito de Venda Nova se auto-sustentar como Município. Foi então que em meados da década de 1980 os movimentos se intensificaram ainda mais na região, pois todos os moradores viam o crescimento fluir a paços largos e aquela comunidade distrital merecia ser premiada com a sua emancipação. A realização do Plebiscito atendeu a vontade popular, e a Lei nº 4.069, de 06 de maio de 1988, elevou o Distrito de Venda Nova à categoria de Município. Esta vitória representou, sem sombra de dúvida, a soma do esforço conjugado da coletividade, que sempre pautou pelo trabalho e pela união dos grupos sociais na vida em comunidade, dinamizando os esforços em favor dos interesses e do bem comum.

O processo de emancipação de uma cidade é lento e nem sempre fácil de se conquistar. Depois desse benefício, a luta é intensa em busca dos projetos direcionados ao crescimento e que venham sustentar toda uma comunidade. Venda Nova do Imigrante herdou dos seus antepassados a conquista dos objetivos alcançada com o trabalho e a união de um povo. Após a concretização deste fato inédito, no dia 1º de janeiro de 1989 foi instalado o Poder Legislativo e Executivo. Visando fortalecer ainda mais os laços democráticos, vislumbrando maior atendimento às reivindicações dos seus moradores, e tendo como representantes na 1ª Legislatura dois Vereadores da Comunidade de São João de Viçosa, Cleto Venturim e Dejair Vazzoler, foi apresentado um Projeto de Lei, assinado por todos os Vereadores, criando o Distrito Administrativo de São João de Viçosa. Esta Lei nº 016, sancionada no dia 09 de agosto de 1989, fez valer mais uma vez a vontade popular. O povo, unido em comunidade, terá força e voz para vencer todos os obstáculos. Com os seus representantes na Câmara Municipal o interesse da coletividade é prioridade sempre.

Desde a sua instalação, esta é a primeira vez que a Câmara Municipal de Venda Nova do Imigrante realiza uma sessão, ainda que solene, em uma comunidade. Este acontecimento inédito vem marcar uma convivência mais próxima entre o Poder Legislativo e o munícipe vendanovense, mais especificamente com o povo de São João de Viçosa, fortalecendo ainda mais os laços da democracia. Aproximar Vereador e munícipe é o objetivo principal dessa sessão, para que haja uma interação mútua e as pessoas possam conhecer de perto o real papel do Vereador, enquanto este terá a oportunidade de conhecer melhor as questões que envolvem a comunidade.

A Câmara Municipal de Venda Nova do Imigrante soube imprimir na gerência do Poder Público Municipal a prática de buscar o desenvolvimento tendo como base a sociedade organizada. Cada passo caminhado e cada passo que se propõe são o resultado de uma busca coletiva, de um compromisso firmado para que a finalidade seja conquistada, mas com a garantia do resgate e da preservação da cultura de um povo. A Câmara Municipal legisla e fiscaliza conforme a vontade da coletividade, pois o espírito comunitário é o que dá sustentação para as ações políticas e administrativas em Venda Nova do Imigrante.

Significado do Nome:
Venda Nova já tinha este nome antes de os imigrantes chegarem à região. No período em que os portugueses eram donos das grandes terras, havia um casarão antigo que funcionava como casa de comércio e armazém para mineradores. Essa casa, apesar de velha, era chamada de venda nova, já que havia uma outra venda, mais antiga, que ficava em outra localidade.Quando as pessoas queriam ir à região onde ficava a venda mais antiga, elas diziam que iam para a venda velha e quando iam para as redondezas da venda mais nova, falavam que estavam indo para venda nova, e assim surgiu o nome do lugar.

Agroturismo
O Agroturismo surgiu em Venda Nova do Imigrante a partir do costume dos imigrantes de receber pessoas em casa sejam elas familiares ou amigos. Essas pessoas além da hospedagem podiam saborear vários produtos caseiros que eram feitos a princípio para uso doméstico e ao partirem a família que os hospedava oferecia esses produtos para que os visitantes pudessem levá-los como lembrança ou para presentear alguém na cidade. Sendo assim o tempero a arte e as tradições foram se difundindo. Mais tarde descobriu-se que esses produtos poderiam ser mais uma fonte de renda uma vez que eram apreciados e com isso os produtores começaram a vendê-los em suas residências dando início à indústria caseira que começava a contribuir com a renda da casa. Dentre estes produtos típicos destaca-se o tradicional vinho de jabuticaba fabricado há mais de 30 anos com a receita tradicional dos antigos imigrantes.

Principais Pontos Turísticos:
Família Carnielli
Em 1986 a família Carnielli funda a primeira agroindústria destinada à fabricação de queijos. Na Propriedade da Família Carnielli o turista pode presenciar desde a ordenha à produção final recebendo informações de como tirar o leite funcionamento do sistema de gado confinado além do beneficiamento de café arábica. Há degustação de queijos e café e venda de vários tipos de queijos lingüiças doces pó de café e o tempero dos queijos.
Como chegar: Rod. Pedro Cola KM 4 Horário de funcionamento: todos os dias de 7:00 h 17:30 h Telefone: (28) 3546 1272

Fazenda Saúde ( Família Caliman)

Oferece Pesque-pague e restaurante com comidas típicas como a famosa polenta feitas no fogão à lenha área de lazer e fonte de água mineral. O turista pode adquirir vários produtos como: licor e vinho de jabuticaba tomate seco e polenta para fritar.
Como chegar: Rod. Pedro Cola Km 4 mais 02 km Horário de funcionamento: sábados domingos e feriados 10:00 às 17:00 h Telefone: (28) 3546-1528 Grupos – marcar data caso queira durante a semana.
Fazenda Pindobas ( Família Cola)
A Fazenda é muito conhecida por seus queijos e iogurtes. O queijo parmesão já ganhou prêmio em concurso nacional em 2000. Oferece um roteiro de visita pela fazenda mostrando o manejo do gado Nelore e Pardo-Suíço e do moderníssimo laticínio com capacidade de processamento de até 12 mil/litros por dia. Vende vários tipos de queijos como: mussarela bolotinha minas frescal e padrão prato lanche e cobocó ricota e parmesão.
Como chegar: Rod. Pedro Cola km 08 Horário de funcionamento: Seg a Sex 08:00 às 17: 00 h Telefone: (28) 3546-6111
Família Sossai Altoé
Nesta propriedade a maior atração é a visita ao alambique - fabricação artesanal da cachaça Venda Nova. Há também a venda de doces cristalizados geléias conservas picles mel açúcar mascavo pães e biscoitos. Além de fubá de moinho de pedra.
Como chegar: Rodovia Pedro Cola km 1 mais 600 metros de estrada de chão Horário de funcionamento: todos os dias de 07:00 às 17:00h Telefone: (28) 3546-1786
Sítio Lourenção (Família Lourenção)
Famosa no Estado dona Cacilda - personagem de Venda Nova recebe todos os visitantes com muita alegria e simpatia. O Socol (embutido feito com lombo de porco e envolvido numa pele que vem da Itália) tomate seco e cachaça com malte são algumas das delícias encontradas por lá. Visitas à plantação orgânica de brocólis goiaba e lixia ( fruta exótica saborosa originária da China)
Como chegar: BR 262 no km 102 Horário de funcionamento: todos os dias 07:00 às 17:00 h Telefone: (28) 3546-1130

Sítio Busato (Família Busato)

Queijo tipo suíço parmesão ricota iogurte feijão pó de café fubá de moinho de pedra e açúcar mascavo podem ser encontrados nesta fazenda. Visita ao alambique de fabricação artesanal da Cachaça Teimosinha com produção de 12 mil litros por ano.
Como chegar: Rodovia Pedro Cola km 4 5 Horário de funcionamento: todos os dias 07:00 às17:00 h Telefone: (28) 3546-1956
Sítio Retiro do Ipê (Família Brioschi)
Biscoitos caseiros vinho de jabuticaba e doces. Como chegar: Rodovia Pedro Cola km 06 Horário de funcionamento: Todos os dias 07:00 às 17:00 h Telefone: (28) 3546-1024
Centro de Desenvolvimento Sustentável Guaçu Virá.
Métodos ecologicamente corretos e financeiramente viáveis. Produção de pizzas. Como chegar: BR 262 km 98 mais 10 km pela Rodovia dos Produtores – São José do Alto Viçosa Horário de funcionamento: Todos os dias 08 às 17:00 h Telefone: (28) 3546-1436
Casa do Mel
Mel própolis bolos e pães. Acessórios para jardim. Como chegar: Av. Domingos Perim 1226. Horário de funcionamento: Todos os dias 08 as 17:00 h. Telefone: (28) 3546-1705
Associação das Voluntárias em Prol do Hospital Pe. Máximo
Artesanato em tecido em geral em benefício às atividades do Hospital. Como chegar: Horário de funcionamento: Segunda a Sexta das 12 às 17:00h. Telefone: (28) 3546-1470
Loja do Agroturismo
Venda de produtos variados de todos os associados do AGROTUR – VNI. Como chegar: BR 262 km 103 – Anexo ao Hotel Alpes Horário de funcionamento: Todos os dias 08 às 17:00 h Telefone: (28) 3546-2317
Sitio Altoé (Família Altoé)
Tia Cila pioneira na fabricação de biscoitos bolos doces e macarrão. Tia Cláudia – artesanato variado em tecido e madeira de café e doces biscoitos. Como chegar: Rod. Pedro Cola km 01 - Horário de funcionamento: todos os dias 07 às 17:00 h - Telefone: (28) 3546-1128
Sítio Capril (Carmem Altoé)
Venda de leite de cabra e derivados (incluindo sabonete e licor) até 10 pessoas Como chegar: Av. Domingos Perim 181 - Horário de funcionamento: todos os dias 07 às 17:00 h - Telefone: (28) 3546-1239
Orquidário Caliman (Sávio Caliman)
As orquídeas nativas do Espírito Santo são famosas no mundo por apresentarem rica microflora. São mais de 12 mil variedades de orquídeas e bromélias naturais e híbridas que podem ser visitadas em grupos de até 12 pessoas.
Como chegar: Estrada de Lavrinhas km 01 - Horário de funcionamento: todos os dias 08 às 17:00h - Telefone: (28)3546 1136 - Em todas as propriedades há necessidade de marcar data para grupos de turismo. Caso seja passeio individual ou familiar não há necessidade.
Turismo de aventura
Venda Nova é conhecida pelas boas conhecida para a prática de esportes radicais. Conhecida como capital capixaba do motociclismo sedia a Etapa do Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade e o campeonato estadual que acontecem durante o Enduro da Polenta em fevereiro.
A primeira versão do Enduro da Polenta aconteceu no ano de 1989 por iniciativa de um grupo de amigos esportistas. Estes motociclistas organizaram o Trail Clube da Mata Atlântica que organiza o evento todos os anos que a cada Enduro recebe mais competidores de todo Brasil.
O município possui bons locais também para o vôo livre - são quatro rampas. A Pedra do Já 7 no km 108 da BR 262 é um mirante com rampa para vôo livre. O acesso é somente para veículos pequenos com tração.
A Pedra do rego símbolo da cidade é um dos pontos mais altos com 1.441 metros de altitude excelente para prática de trekking. O Morro do filete com 1.110 metros de altitude abriga mirante e rampa de vôo livre e também boa para rappel com visão privilegiada da Pedra Azul e Forno Grande.
Mirante da Torre de TV
Com 1.189 m vista panorâmica da cidade e ponto de decolagem de asa-delta.
Serra do Engano
Estrada sinuosa cercada por Mata Atlântica chegando a 1.548 m avista-se o Vale de Lavrinhas.
Cachoeira de Alto Bananeiras
Possui sete quedas dágua entremeadas à Mata Atlântica.
Formações Rochosas
Grandes paredões e maciços que circundam o município entre os quais a Pedra do Rego (símbolo do município) com 1.445 m a Pedra do Campo (1.548m) a Pedra do Já Sete (1.211m) as Serras da Povoação e do Rego.

Igreja de N. Sr.ª. de Penha
Localizada em Pindobas construída por volta de 1895 é a mais antiga do município.
Casa da Cultura
Seu museu conta com um acervo de 600 peças além de auditório e pequeno cinema. Telefone: (28) 3546-1425
Oficina de Artesanato
Exibe peças feitas em mármore e granito feitas por crianças carentes como águias tucanos peixes e outros. Telefone (28) 3546 3062.



Eu já fui:
A população é de aproximadamente 20.948 habitantes, cidade maravilhosa de um povo receptivo, alegre e muito feliz. Famosa pela Festa da Polenta, que conheci e relatei no blog:



 Foto: Érika Mezabarba

                                                                 Foto: Larissa Comério

Para quem gosta de desfrutar a natureza a cidade oferece muitos atrativos. O agroturismo é forte na região, várias famílias tradicionais abriram suas fazendas para receber os turistas!

                                                                     Foto: Érika Mezabarba

Recomendo uma visita na lojinha de  agroturismo da cidade, lá você também encontra informações turísticas.

                                                                      Foto: Érika Mezabarba

 
Acesso:
Castelo (ao sul) Afonso Cláudio (ao norte) Domingos Martins (a leste) e Conceição do Castelo (a oeste). Acesso Rodoviário: BR-262 - BR-116 - ES-166 - ES-472
Distância da Capital: 83 km

2 comentários:

  1. Saudações Jovem,


    Marcando minha presença, para parabenizar blog...muito bom!!!


    Um abraço!!!

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  2. Sítio Lourenção (Família Lourenção)
    Famosa no Estado dona Cacilda - personagem de Venda Nova recebe todos os visitantes com muita alegria e simpatia. O Socol (embutido feito com lombo de porco e envolvido numa pele que vem da Itália) tomate seco e cachaça com malte são algumas das delícias encontradas por lá. Visitas à plantação orgânica de brocólis goiaba e lixia ( fruta exótica saborosa originária da China)
    Como chegar: BR 262 no km 102 Horário de funcionamento: todos os dias 07:00 às 17:00 h Telefone: (28) 3546-1130
    gostaria por gentileza de saber se esta familia pertence a mesma que a minha.marcia lourencao,meu facebook marcia lourencao,meu site marcialouren.com.br,obrigada

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Obrigada pelo contato!