segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Horto de Maruípe

Paisagem verdejante encanta quem vai ao Horto de Maruípe

                                         


                                          Vitor Nogueira
Palmeiras Imperiais  localizadas no Parque Horto de Maruípe


O Parque Municipal Horto de Maruípe é um belo cenário reconstruído da Mata Atlântica, recoberto pelo verde e colorido pelas flores, entre elas, diversas espécies de bromélias típicas das montanhas do Estado. As águas de uma nascente descem das encostas, formando lagos e um córrego cheio de curvas. Aves e peixes ajudam a entreter quem transita por ali, reforçando, ao mesmo tempo, a proximidade dos visitantes com a natureza.

O parque, que se estende por 63 mil metros quadrados, é uma das áreas verdes mais antigas da Capital. Destaca-se o corredor formado pelas palmeiras imperiais. O local foi inaugurado em outubro de 1995 e é adequado para caminhadas e eventos culturais, além de possuir quadra de futsal e de futebol de areia, uma Academia Popular e uma Academia Popular da Pessoa Idosa.

Assistam essa reportagem sobre o Parque:

http://www.youtube.com/user/Carlosafotoplay#p/u/133/7MXF6Vfwf4A



Acesso:

O parque fica na avenida Maruípe, próximo ao Quartel da Polícia Militar, em Maruípe.

Contato:
Telefone: (27) 3382-6593 (administração).


Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/semmam.php?pagina=hortodemaruipe

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Outback steak house



Essa semana conheci o outback, atendendo a pedidos estou postando...
No site oficial do restaurante o estabelecimento é definido assim:

O Outback Steakhouse é um restaurante informal, construído e decorado em estilo rústico, simulando uma casa interiorana da Austrália na década de 50. São mais de 800 restaurantes nos Estados Unidos, onde foi inaugurado em 1988, e cerca de 120 unidades em outros 22 países. O cardápio inclui porções bem generosas, sendo seis variedades de steaks, opções de peixe, camarão, frango, carne suína, cordeiro, massas, sanduíches, sopas e saladas. Há também uma seleção de pratos especiais para crianças até 12 anos. Além disso, nossos aperitivos e sobremesas "comunitários" são realmente um grande diferencial em sabor e valor agregado.
Todos os nossos pratos e vários insumos que compõem as receitas - como as sopas, os molhos, os croutons, o brownie de nossa sobremesa, dentre outros - são produzidos diariamente em nossos restaurantes. Utilizamos matérias-primas testadas e aprovadas pelos mais exigentes paladares, com 100% de pureza e qualidade, atestadas pelas diversas autoridades públicas e privadas do setor de alimentação.
O pioneirismo dos veteranos Peter Rodenbeck, Salim Maroun, Giancarlo Zanolini e Maria Luisa Rodenbeck, aliado à experiência do primeiro sócio-gestor, Bertrand Letouzé e sua equipe, concretizaram o sonho de abertura do primeiro restaurante Outback no Brasil, em novembro de 1997, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Ao sucesso absoluto de público desse primeiro restaurante seguiram-se as aberturas de quatro restaurantes em São Paulo e um em Campinas, capitaneadas pelo sócio e também veterano de restaurantes, Mauro Guardabassi Martins - nosso especialista e "autoridade interna" em carnes. Outros dois restaurantes no Rio de Janeiro, campeões de atendimento ao público, abriram caminho para a expansão da rede no Brasil, que hoje já contempla cidades como Niterói, Brasília, Porto Alegre, Campinas, Goiânia, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba e Vitória. Site oficial




Eu já fui:
O restaurante fica localizado dentro do shopping Vitória, eu já havia passado em frente à porta do estabelecimento, mas nunca reparei como era lá dentro! rs Ao entrar me surpreeendi... Pelas imagens dá para perceber que a decoração é bem bacana; em estilo rústico; simulando uma casa interiorana da Austrália da década de 50. O ambiente é meio escurinho e a iluminação é individualizada nas mesas, propiciando um clima aconchegante ao local!

Vi muitas ilustrações de cangurus lá... (nas paredes, no cardápio, inclusive no site do outback). Sabia que na Austrália existiam Cangurus, mas fui pesquisar mais sobre isso... e descobri que esse animal faz parte do brasão australiano: A ema e o canguru foram escolhidos como símbolos da Austrália para representar o progresso do país, pois eles nunca se movem para trás. Legal né? rs "Outback é cultura!" rs

A comida?... A especialidade da casa é carne, que é muito presente na culinária australiana, mas eu não sou muito fã de carne! rs
Como prato de entrada eles oferecem um pão australiano quentinho com manteiga, eu nunca havia provado esse tipo de pão quentinho, muito bom, ganha do ensacolado do supermercado!


Depois provei a famosa cebola (bloomin' onion) que meus amigos tanto falam, parece mesmo uma flor, empanada e frita, é saborosa, bem temperada... e picante. !
Não recomendo para quem tem problemas no estomâgo, como refluxo por exemplo, rs. Mas, minha médica não estava vendo mesmo e "o que os médicos não vêem, o estômago sente"! Provei!!! kkkkk

Também provei um macarrão muito bom (steakhouse pasta), com bastante temperinho verde... com pimenta preta. Todos os nomes dos pratos no cardápio são em inglês (para manter o padrão australiano da marca), o que eu pessoalmente não acho muito necessário! Mas, abaixo de cada nome consta a descrição em português, para o alívio de quem ainda é estudante da língua inglesa como eu!!!!






Detalhe importante... os pratos são enooormes, eu não consigo comer um sozinha! Dá para dividir tranquilo!

Sobre o atendimento... é diferenciado, o garçon que te recebe é o mesmo que irá trazer seu prato e o mesmo que trará sua conta. É praticamente uma relação de amizade com o funcionário!! rs Que são muito simpáticos e para falar com os clientes olham nos olhos... interessante isso, pois se necessário, eles se abaixam para que o olhar de ambos fiquem em mesma altura!
O preço não é pequeno, mas a qualidade do serviço e da comida são excelentes, compensa!

Merece uma estrelinha do blog!

Para quem quer saber mais sobre a culinária australiana, achei um resumo na rede:
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/culinaria-australiana/culinaria-australiana.php


Um beijo especial para o leitor mais assíduo do blog! rs   :-*





Fonte: http://www.outback.com.br/quem-somos.asp
http://www.portalaustralia.com.br/copy_of_curiosidades-australia


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Folião ganha blog para se informar e participar do Carnaval de Vitória 2011


Foto divulgação
Hotsite do Carnaval de Vitória 2011
No blog, o folião contará com o espaço Você na Folia para publicar textos, fotos e vídeos
O clima de carnaval já toma conta de Vitória. Os ensaios nas quadras das escolas já estão acontecendo com regularidade e atraem milhares de foliões.
As comunidades envolvidas com o samba fazem mágicas, constroem sonhos que vão desfilar no Sambão do Povo nos dias 24, 25 e 26 de fevereiro, abrindo os desfiles de escolas de samba no Brasil.

Para ficar por dentro de todas as informações sobre a festa do Momo, as escolas, o concurso de blocos carnavalescos, os blocos de bairro, o carnaval de rua, matinês, bailes, os desfiles, sambas de enredo, o cronograma de ensaios das agremiações, a Família Real, as secretarias municipais de Comunicação e Cultura criaram um blog para o Carnaval de Vitória 2011.

O endereço para acesso é http://hotsites.vitoria.es.gov.br/carnaval2011. Além de notícias diárias da folia, do histórico da festa e de galerias de fotos e vídeos, a página também está aberta à participação dos internautas.

O espaço Você na Folia vai publicar textos, fotos e vídeos enviados pelos foliões contando a história deles com o carnaval de Vitória - de qualquer época! Envie o seu texto, a sua foto ou o link do seu vídeo para o nosso e-mail: carnavaldevitoria@gmail.com que a gente publica no site. Extraído do site PMV

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O lado B das praias

A situação das praias capixabas é triste... encontrei essa reportagem no site gazetaonline:


Faltam vagas, lixeira, banheiro... Esse é o lado B das praias

Banhistas de praias na Serra e em Vila Velha listam as principais dificuldades encontradas no verão

A Gazeta

Tatiana Wuotwuo@redegazeta.com.br
foto: Vitor Jubini
Lixo na Praia de Manguinhos
Lixo na Praia de Manguinhos
Um passeio na praia em um dia típico de verão é uma ótima opção, já que nesta época do ano a areia está cheia de gente e a água, mais do que nunca, refrescante. Mas é também nesse período que as deficiências estruturais de alguns balneários ficam mais evidentes. Isso acontece em Manguinhos, na Serra, e na Praia da Costa, em Vila Velha, por onde A GAZETA passou na tarde de ontem.

As reclamações dos frequentadores são parecidas: faltam lixeiras (que não dão conta da quantidade de lixo), chuveiros e banheiros públicos. O estacionamento também é uma questão problemática nos dois lugares: segundo banhistas, faltam vagas.

Em Manguinhos, a funcionária pública Sofia Perdigão - que passeava com a neta, Sarah Padilha - diz que o maior problema é não ter banheiro. "Ainda mais para quem tem criança", completa ela. "Para usar os banheiros dos restaurantes é preciso consumir. A gente também sente falta são os chuveiros", aponta. Sofia também chama a atenção para os pedregulhos presentes na areia. "São pedaços de concreto e paralelepípedos que podem machucar", diz.

Já para a consultora de vendas Glauria Moreira, a crítica maior, em Manguinhos, vai para estacionamento. "Frequento o balneário há 18 anos. Foram feitas aqui muitas melhorias, mas estacionar o carro é um problema. A gente tem que parar muito longe da praia para evitar o trânsito na hora da saída", afirma. Ela acrescenta outra questão: a da segurança. "Já fiquei sabendo de casos de roubo de carros por aqui quando a praia está muito cheia", destaca.

Em Vila Velha, o corretor José Luiz Santos reclama da falta de segurança e de lixo na areia. "As lixeiras não dão conta do que as pessoas jogam fora na praia", avalia. Já o estudante William Duarte acredita que a questão do lixo também passa pela falta de consciência de quem deixa latinhas, copos e papel na areia. "Devem ser colocadas novas lixeiras." Na Praia da Costa, outro problema é o trânsito: por lá, também é fácil encontrar muitos carros parados em locais proibidos.

Opinião nas ruas

"Tem muito lixo na areia"

"Vim passar o dia na Praia da Costa. Achei ela bem frequentada, com espaço para cultura e para os esportes,
mas há muito lixo na areia. Acho que uma campanha de conscientização poderia ajudar."

"Faltam banheiros públicos"
"O mar em Manguinhos é muito bom, mas essa urbanização que foi feita aqui deixou a desejar. É preciso arrumar alguma solução para os carros. Outra coisa é a falta de banheiros públicos."

"Trago minha sacola de lixo"
"Gosto de vir na Praia da Costa, porque é mais tranquila para trazer criança. Mas faltam banheiros públicos,
e as lixeiras são poucas, sempre tem lixo na areia. Para evitar isso, eu trago minha própria sacola."

Orla terá mais fiscalização, sinalização e chuveiros
Mais chuveiros e banheiros, além de fiscalização para impedir estacionamento em local proibido. Essas são algumas das promessas das prefeituras diante das reclamações feitas por banhistas na Praia da Costa, em Vila Velha, e em Manguinhos, na Serra.

O secretário de Defesa Social da Serra, Joel Lyrio, afirma que o número de vagas para veículos em Manguinhos foi decidido em assembleia junto com moradores e comerciantes do balneário. Ele disse que a praça é usada como estacionamento por conta de uma solicitação da Comissão de Trânsito de Manguinhos. "Todo mundo quer estacionar na vila, mas no entorno há outras áreas com espaço para deixar o carro", garante.

Mais agentes
Ele garante que, quando as obras de infraestrutura estiverem prontas, a sinalização será finalizada, e a fiscalização sobre estacionamento vai aumentar. Hoje, três agentes atuam por lá, e só no final de semana passado foram aplicadas 38 multas por estacionamento irregular.

Já o secretário de Serviços da Serra, Aldair Xavier, disse que os banheiros públicos devem ser instalados ainda no verão, assim como as duchas. Sobre as lixeiras, serão instaladas, a partir da segunda quinzena de fevereiro, 4 mil novas papeleiras em pontos de grande movimentação no município.

Em Vila Velha, o secretário de Transporte e Trânsito do município, Bruno Lorenzutti, disse que o trecho fotografado por A GAZETA está mesmo proibido para estacionamento. "Para solucionar, abrimos 150 vagas de estacionamento na Avenida Gil Veloso e liberamos a Avenida Hugo Musso aos sábados, domingos e feriados, sem limitação de horários", acrescenta.

 
 

Praça dos Desejos

                        Fonte da imagem: http://www.vitoria.es.gov.br/turismo.php?pagina=pracanamoradosedesejos


Localizada próximo à Praça dos Namorados, também é uma ótima opção de lazer ao ar livre. Conta com pista de patinação, grande área para passeio, playground para crianças e quiosques para lanches e petiscos. A partir das quintas-feiras, alguns quiosques promovem pequenas festas e eventos musicais, como shows de forró universítário e pagode, entre outras atrações. Extraído do site PMV

Acesso:  Avenida Saturnino de Brito, s/n, Praia do Canto, Vitória.



Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/turismo.php?pagina=pracanamoradosedesejos

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Cochicho Bar



Trata-se de um dos bares mais antigos da Rua da Lama, (Avenida Anísio Fernandes Coelho). É o famoso bar do seu Geraldo, lugar comum para artistas, jornalistas, cineastas e tribos alternativas da Cidade.

Um público moderninho se reúne ali nas noites de terça para conferir as apresentações de jazz enquanto bebericam uma caipirinha de kiwi ou cervejas. De tira-gosto, saem da cozinha porções de coxinha com queijo e de aipim frito com torresmo. Site Veja Brasil

Eu já fui:
Não só já fui... como já experimentei a famosa coxinha que é mesmo uma delíiiicia, tem sabor de caldo de galinha de verdade!!! Quero voltar o dia que tiver jazz ao vivo!
Fui bem atendida! Recomendo!

Acesso:
Avenida Anísio Fernandes Coelho, 1730 - loja 7
Jardim da Penha
Vitória - ES
17h/3h (sex. a dom. a partir das 18h)

Contato:
(27) 3225-0417


Fonte: http://vejabrasil.abril.com.br/espirito-santo/bares/cochicho-da-penha-34762/

Vitória Design: artes integradas

Vitor Lopes
Mulher entra em edifício que será sede do Espaço Vitória Design

Em 2010, durante a Conferência Nacional de Cultura, o Ministério da Cultura aumentou a sua aproximação com três áreas de manifestação artística: moda, design e arquitetura. As produções desses segmentos passaram, definitivamente, a ser consideradas manifestações da identidade brasileira e, por isso, devem ser contempladas nas ações de instituições que fomentam e apoiam a cultura.

Em sintonia com esse novo pensamento, a Secretaria de Cultura de Vitória lançou o projeto do Espaço Vitória Design, que é um dos centros pioneiros na divulgação da história e das manifestações que envolvem a área.

O Espaço Vitória Design visa a promover, valorizar e documentar o impacto das expressões humanas realizadas por meio dessa atividade nos âmbitos regional, nacional e mundial, enfocando sempre a contribuição brasileira ao universo de criação do design.

Uma das atividades desenvolvidas será o levantamento da história do design gráfico, por meio de grandes nomes dessa área, seus principais trabalhos, suas principais técnicas, e apresentá-los ao público com informações pesquisadas e colocadas em suportes digitais interativos, projeções, aplicativos multimídia e jogos.

Biblioteca de Patrimônio Histórico e Cultural


O Espaço Vitória Design comporta a Biblioteca Setorial de Patrimônio Histórico e Cultural, que funciona de segunda a sexta-feira, das 9 às 16 horas.
As visitas para pesquisa devem ser previamente agendadas pelo telefone ou pessoalmente e o pesquisador não poderá retirar os livros para empréstimo. A consulta é somente no local. Não é necessário cadastro.

Inicialmente, o acervo conta com 100 livros específicos na área de Patrimônio, mas a ampliação de títulos disponíveis vem sendo feita através de doações de órgãos estaduais e federais. Há publicações da Unesco, do IPHAN, do governo do Estado e de historiadores locais, assim como material de audiovisual e projetos desenvolvidos na mesma área e revistas.

Onde fica o Espaço Vitória Design

Endereço: Praça Ubaldo Ramalhete, no Centro de Vitória.
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9 às 16 horas.
Telefone: (27) 3132-8383.

Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/semc.php?pagina=espacovitoriadesign

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Chega a Vitória no "Novo Triangulo" a boate que é a sensação na noite paulistana


Folha Vitória

Foto: Divulgação
 
Detentor da marca Royal Club, casa noturna que é sucesso há cinco anos em São Paulo, Marcus Buaiz parte para expansão no mercado nacional. A próxima a abrir as portas será a Royal Club Vitória, projeto que é a menina dos olhos de Buaiz por motivos óbvios.
Nascido e criado em terra capixaba e com raízes familiares no Estado, o empresário Marcus Buaiz nunca escondeu que queria a primeira filial de sua casa noturna de Sampa na terra natal, embora a primeira tenha sido aberta em Goiânia (GO).  
Vitória, porém, será a segunda cidade a receber uma filial da casa noturna, cujo sucesso é pautado pelo conforto, e pela criação de noites com perfis diferenciados voltados para o pop, hip hop e hip house, a nova febre nas pistas atuais.
 
A previsão de abertura da Royal é para final de março (há projetos para abertura da casa noturna também no Rio de Janeiro e em Brasília) com duas noites definidas: uma pista dançante voltada para o pop e outra uma pista conceito que é a novidade atual, pautada pelo hip house. Pelo menos duas vezes por mês a casa vai receber DJs e artistas convidados, nos moldes de São Paulo. Outra novidade que entrará na programação após a inauguração é a noite de pockets shows, com cantores de pegada pop.
 
A Royal Club de Vitória vai ocupar a o espaço onde funcionava a casa de show Spirito Jazz, no Via Cruzeiro Mall, na Praia do Canto, local que já vem sendo chamado de “Novo Triângulo”, pela presença de vários restaurantes como Don Camaleone, Soeta, Pinóchio, Taurus e Santinho, para citar alguns. A Royal estará inserida no local conhecido pelo novo perfil da noite capixaba.
 
A Royal Club Vitória terá 420 metros quadrados de área, com capacidade para 400 pessoas, seguindo os moldes do projeto da matriz, que foi assinada pelo arquiteto Felipe Crescente.  A estrutura e o serviço que garantiu o sucesso de São Paulo serão trazidos para Vitória. Aqui terão cinco camarotes com capacidade de 10 a 20 pessoas, quatro deles bem próximos à pista, área de bistrô e palco para DJ e artistas comandarem a noite. O grande glamour da Royal são os camarotes, que no projeto capixaba terá um na parte superior, instalado no mezanino, e quatro no térreo, bem próximos à pulsação da pista.
 
A Royal tem como gerenciador Anderson Soares, gestor de negócios de todo o grupo. Os parceiros capixabas são dois sócios investidores, o gerenciamento comercial que ficará por conta do empresário Paulo Henrique Miranda (do Sakê) e a parte operacional será do produtor Sildinho Spalenza.

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/entretenimento/noticia/2011/01/chega-a-vitoria-no-novo-triangulo-a-boate-que-e-a-sensacao-na-noite-paulistana.html

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Pesquisa aponta preferências dos capixabas

O Top Five é realizado anualmente pela Futura Pesquisa e Consultoria com o intuito de captar qual a preferência dos capixabas na área econômica (produto de exportação) e turística (principais atrativos, praias, cidades e festas) no Espírito Santo. Dessa forma, o Top Five é uma pesquisa que avalia a preferência dos capixabas e permite fazer o acompanhamento histórico dos quesitos avaliados.

O produto de exportação que mais se destaca no Espírito Santo ainda é o café (21,6%). Contudo, esse resultado é 14,7 pontos percentuais menor do que em 2005 (primeiro ano da série). Além disso, o minério de ferro permanece em segundo lugar, seguido do mármore e granito.

O ponto turístico mais importante no Espírito Santo continua sendo o Convento da Penha (43,5%). Em seguida, a preferência do capixaba está nas praias (10,2%). Entre 65,7% dos entrevistados da classe A/B e entre 61,3% dos que possuem ensino superior a escolha do Convento da Penha é maior.

Em relação às praias do estado, o balneário mais bem avaliado pelos entrevistados foi a Praia da Costa (20%). Em seguida tem-se Guarapari (16,7%). A Praia da Costa é a preferida entre os moradores de Vila Velha (31,4%) e Cariacica (31%), enquanto que em Vitória a preferência são as praias de Guarapari (24%). Já os moradores da Serra (26%) acham que Jacaraípe é o melhor balneário do Espírito Santo. As praias preferidas por todos os entrevistados em cada município foram: Vitória – Camburi (38,3%); Vila Velha – Praia da Costa (52%); Serra – Jacaraípe (20,1%) e Guarapari – Praia do Morro (19,7%)

No que tange às cidades do estado, a pesquisa apontou que, para 42,3% dos capixabas, Domingos Martins/Campinho é a melhor cidade de montanha do estado. Em seguida tem-se Pedra Azul (9,2%) e Santa Teresa (5,7%). Em se tratando de melhor cidade para se viver, Vitória se destaca com 17%, seguida de Vila Velha com 15%.

A Festa de Nossa Senhora da Penha (21,9%), o Aniversário de Vitória (9,5%), o Carnaval (8,7%), a Festa da Polenta (6,7%) e a Festa de São Benedito (5,7%) foram considerados os cinco primeiros eventos (festa popular) mais importantes do Espírito Santo.

Os melhores produtos, as melhores praias, atrativos, cidades e festas já foram escolhidos. Agora resta-nos aproveitar cada uma dessas maravilhas da terra capixaba. (2011, site futura)
Fonte: http://www.futuranet.ws/xpesquisas.asp?tb=semanal&id=152

Casa do Rei Roberto Carlos

Fonte da imagem: http://www.cachoeiro.es.gov.br/site.php?pag_site=CIDADE&id=CIDADE&id1=2VISITA


Casa onde nasceu e viveu até os 13 anos Roberto Carlos Braga, com seus pais Laura e Robertino e seus irmãos Norma, Carlos Alberto e Lauro. A casa foi adquirida pela Prefeitura Municipal e por ela restaurada para valorizar sua arquitetura original. Possui fotos, discos, quadros, instrumentos musicais. Atualmente o espaço recebe milhares de fãs, curiosos e admiradores do mundo todo que vem conhecer um pouco da história de um dos maiores cantores do Brasil. (2011, site da Prefeitura de Cachoeiro de Itapemerim).

Eu já fui:
Estive na casa do Roberto Carlos no ano passado, encontrei  ótimos funcionários (treinados, atenciosos e simpáticos) para receber os visitantes e contar em detalhes a história da casa.
Do lado de fora o  imóvel parece estar bem conservado, mas por dentro nota-se seu abandono. Esta vazia pois na época que Roberto Carlos se mudou com a família não deixaram móveis. E o que existe  lá atualmente são algumas poucas cadeiras plásticas provenientes de doações, poucos discos antigos, um instrumento que Roberto Carlos tocava, se eu não me engano um piano...
Em uma das paredes vi algumas plaquinhas de propaganda.... de uma loja de tintas e uma vidraçaria, indicando que prestaram serviços de conservação na Casa. Acho que esse foi um "jeitinho barato" que a Prefeitura encontrou de conservar a casa, mas deveria procurar mais parcerias então... pois não faltam grandes Empresas em Cachoeiro e essa casa é muito importante para a história do rei da música e para a cidade de Cachoeiro de Itapemerim.
Bom.. acho que se a secretaria de Comunicação da Prefeitura divulgasse a necessidade de aumentar seu acervo e se disponibilizasse a receber novas peças, muitos fãs do Roberto Carlos ajudariam com fotos, discos... Seria bom também se o próprio Roberto Carlos confiasse seus tesouros.... como troféis, discos de ouro e demais homenagens que recebe para esse local... assim essas peças seriam compartilhadas com as pessoas que visitam o local em busca da bonita história do rei da música brasileira!

Acesso:
Rua João Madureira de Deus, no centro da cidade.   
Cachoeiro de Itapemerim - ES
O horário de funcionamento é de terça a sexta-feira de 08 às 18 horas, sábados, domingos e feriados prolongados de 09:00 às 13:00 horas. 

Contato:
(28) 3155-5257 


Fonte:
http://www.cachoeiro.es.gov.br/site.php?pag_site=CIDADE&id=CIDADE&id1=2VISITA

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Praia da Ilha do boi

Praia da Ilha do Boi com prédios ao fundo
Foto: Victor Nogueira


Praia Grande na Ilha do Boi com dois banhistas sentados num pedra apreciando a praia
Foto: Carlos Antolini


Com extensão de 140 metros, o local mantém sua reserva graças a algumas peculiaridades. Além das águas tranquilas e claras, a Praia Grande (ou Praia da Esquerda), na Ilha do Boi, é um recanto natural e com sombras proporcionadas por árvores. A Praia Pequena ou Praia da Direita fica nas proximidades.
Ambas se encontram a poucos minutos da Praia do Canto e de Jardim da Penha, representam um dos pontos de encontro dos jovens da cidade e são excelentes para a prática de stand up paddle (novo esporte no qual se rema de pé sobre uma prancha).

 
Eu já fui:
Nessa praia também não existe quiosques, por isso muitos ambulantes se aglomeram na calçada, formando uma poluição visual com tantas barracas despadronizadas. 

Próximo à praia existe uma pracinha sombreada de árvores, mas nem grama existe nessa pracinha. É uma pena porque é um espaço que daria uma ótima área de lazer!

A praia não possui calçadão, apenas uma calçada estreita, não é equipada com chuveiros e nem banheiro público. E na minha opinião deveria existir também mais lixeiras!

A água dessa praia parece ser limpinha e realmente são calmas, porém não rasas!

Quanto ao estacionamento: há pouco espaço próximo à praia; quem não madrugar é necessário deixar o carro em ruas do bairro um pouco mais afastadas.


Acesso:
O acesso se inicia atrás do Shopping Vitória e no final, virando à direita, há uma guarita de monitoramento e de segurança. O visitante deve seguir pela Rua Renato Nascimento Daher Carneiro, que vai até o local onde se encontram as praias. A rua é sinuosa e percorre toda a extensão da Ilha do Boi.

Ilha do Boi
Vitória-ES




sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Celina

Vista da cidade
Foto: Adilson Caseli


Escola Sirena Rezende Fonseca
Onde eu estudei!!!


       A estação no dia da retirada dos trilhos com a máquina a vapor ao lado dela, em 1973. Foto Adilson Cazelli
                        Fonte da imagem: http://www.estacoesferroviarias.com.br/efl_ramais_2/celina.htm


HISTÓRICO DA LINHA:
 O Ramal Sul do Espírito Santo, assim denominado pela Leopoldina teve sua origem na E. F. Sul do Espírito Santo, que tinha uma linha construída na região de Vitória e pertencia ao Governo do Estado do Espírito Santo, e na E. F. Caravelas, ambas adquiridas pela Leopoldina em 1908. A Caravelas partia de Vitória para Castelo, de um lado, e para Rive, do outro, bifurcando na estação de Matosinhos (Coutinho). Estes trechos estavam prontos desde 1887. Para chegar a Minas Gerais, na linha do Manhuaçu, como rezava o contrato, a Leopoldina levou cinco anos, abrindo o trecho Rive-Alegre em 1912 e até Espera Feliz, ponto final, em 1913. No final dos anos 60, o trecho Cachoeiro-Guaçuí foi suspenso para passageiros e finalmente erradicado em 26/10/1972. O outro trecho, Espera Feliz-Guaçuí, transportou passageiros até a sua erradicação, em 05/11/1971. Sobram ainda trilhos desde Cachoeiro até próximo à estação de Coutinho, para transportar mármore e granito das diversas serrarias dessas pedras que existem na região.


A Estação após a reforma, onde atualmente funciona a agência de correios e cartório da cidade.
Fonte: http://2.bp.blogspot.com/_9x8oOi8Qwxk/Ss-Is-xBeMI/AAAAAAAAAEg/AIjDV4OmclU/s1600-h/fies15+028.jpg



A ESTAÇÃO: A estação de Celinafoi inaugurada em 1913 (*), no prolongamento do ramal, aberto entre Alegre e Espera Feliz, na linha do Manhuaçu, em Minas Gerais. Há fontes que citam a data de 24 de setembro desse mesmo ano, e até em maio do ano anterior, 1912. "Consegui através de uma Sociedade dos Amigos de Celina (SOCELI) salvar e restaurar a nossa estação ferroviária, motivo de muito orgulho para todos nós celinenses. Hoje ela está totalmente restaurada, como os ingleses a construíram no inicio do século passado, e abriga o cartório de registro civil e a agência dos Correios do distrito de Celina. Em breve ainda este ano, vamos também instalar no seu interior, um posto bancário do BANESTE. A sua inauguração ocorreu em maio de 1912, segundo dados que encontrei nos arquivos da rede ferroviária federal no Rio de Janeiro. O trem de passageiros foi desativado em 1967, os trilhos foram arrancados em 1972 e presenciados por mim, que lá morava, com muita tristeza" (Joseni Gouvêa, 11/2005). 


 Casarão antigo próximo à estação



Encontrei na internet comentários de internautas sobre Celina, muitos que moram na cidade e eu os conheço:


Celina, cidade pequena, clima gostoso, pessoas gentis e acolhedoras, qualidade de vida para crianças, principalmente, porque ficam a vontade para andar por toda a vila com liberdade. E tenho certeza do que falo pois moro aqui e tenho duas filhas, de 11 e 8 anos, que acham e falam daqui como se fosse um paraíso
Por: Marilândia


Celina distrito do município de Alegre,230 km distante de Vitória capital do ES, com aproximadamente 5.000 habitantes(2009) e altitude de 628 metros na base da Estação Ferroviária da antiga Estrada de Ferro Leopoldina,contruida em 1912 e restaurada em 1991/1992, pelos Celinenses, por intermedio da Sociedade dos Amigos de Celina - SOCELI, é conhecida pela chamada geração de ouro,título dado pela grande professora Hilma Cabral, aos seus ex alunos que entre os anos 60 e 90 se tornaram profissionais dos mais variados campos do conhecimento, notadamente da engenharia, tendo esse pequeno distrito formado mais de 100 engenheiro nos últimos 30 anos.O clima agradável e a proximidade (16km) da Cachoeira e o Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça,fazem deste pequeno distrito, um ponto de partida para o conhecimento também, do Parque Nacional do Caparaó, onde se localiza o Pico da Bandeira(2848m) terceiro mais alto do Brasil.
Por: Joseni gouvêa


se existe um lugar que se pode andar na rua sem se preocupar em ser assaltada esse lugar e CELINA , pequena acolhedora e da pra conhecer a todos os moradores, como se fosse vizinhos da gente , muito bom mesmo , adoro morar aqui , e você tambem pode desfrutar dessa liberdade , e so vir morar aqui pra sentir tudo isso e muito mais , criar sua familia numa boa , abraços .
Por: adriana sousa barros vieira


Tenho orgulho de morar em Celina desde 1956 quando ini- ciei o então curso ginasial no recám criado Ginásio Celinense. Celina de gente acolhedora, amiga,gentil e educada. Celina é Celina !
Por: Maria da Penha Lima Fraga


morei em celina na decada de setenta tenho este lugar no meu coração , me lembro de momentos maravilhosos que vivi neste lugar , os moradores de celina me acolheu como filho , sou muito grato por tudo que fizeram por mim , um abraço e um beijo para todos os moradores de celina
Por: sebastião brasil



Celina , encantadora, dificil não gostar, se procuras paz e sossego achou o local certo
Por: Ronaldo Riguetti

Pense em um lugar aprazí- vel, bem frio quando é inver- no, um lugar onde quase to- dos se conhecem. Esse lugar é Celina,ines- quecível para todos os que aqui moraram mas que por algum motivo tiveram que se mudar, no entanto,leva- ram Celina e suas lembran- ças no coração.
Por: Maria da Penha


e com lagrimas nos olhos qeu começo arelembrar cada momento que passei durante 18anos de minha vida na querida celina. desde daminha querida escola sirena rezende fonseca, meus mestres: valesca,penhafraga,rutinha kob,dona celi , dona terezinha, dona maria do carmo ,izilda , marilda eupidio, dona maria luiza, donamaria magnolia,jaime, viviane, meus 3 GRANDES AMIGOS AURELIORAMOS DE OLIVEIRA FILHO DO SEU MINEIRO, ELIZIOESCOBAR, WANDERLEY CAMPOS PEREIRA,QUANTA SAUDADE. na epoca o destino nos fez buscar a cidade grande, meu ultimo pedidoa minha esposa e meus filhos quando DEUS me convocar que eu seja sepultado na minha terra natal.
Por: wilian bittencourt filho


meus pais,meus irmãos e eu somos nascidos em celina.Deixei Celina ainda criança voltei algumas vezes já levei meus filhos para conhecer,e tenho muitas saudades das enxurradas em dias de chuva nas quais eu passeava perto da antiga estação de trem,quando voltava das aulas do G.E.Olga Coutinho.tenho inúmeros parentes morando aí.Celina está como deve ser bonita,tranquila e acolhedora.
Por: verginia maria rodrigues


Celina é demais, vivo aqui a bastante tempo não troco esse lugar por nenhum outro!!!
Por: Ana


O que dizer de Celina? Meu pedacinho de chão, onde fui criança. adolescente, jovem e hoje quase um veilho. Aqui atualmente vivo com meus filhos que desfrutam de uma formação maravilhosa, que tenho certeza, não teriam se vivessem em outro lugar. A paz aqui reina. Vou então repetir uma frase que escrevi no meu livro: "o que nos enche de orgulho é quando passa por aqui alguem que afirma: como eu gostaria de viver aqui!!!"Por: miguel lima


Eu já fui:

Celina é distrito de Alegre-ES!
Fica próxima da região do Caparaó e fica também bem próxima à Cachoeira da Fumaça (cartão postal de Alegre).

Sobre os eventos da cidade:
Em junho/julho são realizadas festinhas juninas e julinas, com direito a fogueira e tudo!
E em setembro as escolas organizam o desfile de 07 de setembro!

Bom... essa é minha cidade, apesar de ter residido na zona rural (distante alguns km.), foi nessa cidade onde estudei, fiz grandes amigos e vivi bons momentos de minha vida!

Realmente... uma cidade pequena, onde todos se conhecem e as pessoas são muito solidárias! Se uma pessoa adoece... todas as igrejas e todos os moradores oram pelo enfermo! Se alguém falece... a cidade toda chora e segue o cortejo até o cemitério.

Lá... você vê lindas casinhas coloridas, muito bem cuidadas pelos moradores!
Sinto uma sensação muito boa quando ouço os sinos da igreja tocar! A tranquilidade da cidade é algo explêndido, as pessoas caminham tranquilamente pelas ruas... os namorados namoram no jardim da Igreja.. enfim... No inverno o frio é intenso, na imagem acima da Estação Ferroviária é notável a névoa na foto! rs

A cidade esta crescendo, hoje já possui mais estrutura como: restaurante, pousada, posto de gasolina e lanchonete!

O casarão abandonado da foto acima era residência de uma tia de minha mãe, a Tia Maria do Carmo. No dia do casamento dos meus pais minha mãe se produziu nessa casa, rs, eu tenho uma foto da minha mãe lindaaaa vestida de noiva descendo as escadas, emocionante olhar para o Casarão e lembrar dessa foto! 

Emocionante também é ouvir a D. Hilma cantar a música da cidade:

Celina cidade pequena
De lindas pequenas, parece um jardim
Celina tem ouro, tem gado
Tem céu estrelado, riqueza sem fim
O teu nome está cheio de glória
Gravado na história deste meu Brasil
Não te esqueço cidade bonita
Cartão de visita dum povo gentil

Hó Celina feiticeira
Majestosa, altaneira
Oh! celina brasileira
Dos meus sonhos tu és a primeira

Celina feiticeira
Majestosa, altaneira
Oh! cidade brasileira
Dos meus sonhos tu és a primeira


Minha saudação aos amigos, familiares e moradores dessa encantadora pequena cidade!!






Acesso:
Sul do Estado do Espírito Santo
Entre Alegre e Guaçuí
Acesso Rodoviário
BR-101 e BR-482

Distâncias
210 Km da Capital



Fonte: http://www.ferias.tur.br/informacoes/1846/celina-es.html
http://www.estacoesferroviarias.com.br/efl_ramais_2/celina.htm

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Parte da história de Marataízes é resgatada com reabertura do Palácio das Águias

"Eu tenho mais de 300 fotos em casa, que mostram como o Palácio das Águias estava - em ruínas, abandonado. Quem vê agora como o imóvel ficou fica sem palavras para descrever. O sonho que parecia tão remoto, tornou-se real", falou emocionada Ivilise Soares, neta de Guilherme Soares, que era um dos proprietários do Palácio.

Durante a solenidade de inauguração das obras de restauro do Palácio das Águias, Ivilise acrescentou que ela já está se movimentando com a comunidade para criar uma Associação de Amigos do Palácio das Águias. "Temos que apoiar, fiscalizar e preservar tudo isso que o Governo do Estado nos proporcionou", ressaltou.
O casarão, com 127 anos de histórias pra contar, recebeu visitas de outros descendentes da família Soares, e também de autoridades como o governador Paulo Hartung, e a secretária de Estado da Cultura, Dayse Lemos.

"Já estamos providenciando um projeto de recuperação do Trapiche, grande marco da navegação fluvial do Estado, que foi construído pelo Barão de Itapemirim, na década de 1860. Juntos, os monumentos destacarão todo o valor histórico do balneário", disse Dayse Lemos.

E ressaltou que o "Palácio das Águias tem vocação para ser referência cultural do litoral sul capixaba. Além do restauro, demos ao imóvel uma destinação nobre. Aqui funcionará a Biblioteca Municipal", ressaltou a secretária.

Biblioteca modelo

A Biblioteca Municipal, que antes funcionava em um espaço provisório, está sob cuidados do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Espírito Santo (SEBPES). Uma equipe especializada, em constantes visitas ao município, organizou, analisou, e fez uma triagem no antigo acervo.

Como o espaço do Palácio das Águias é amplo, foi possível montar uma estrutura semelhante à da Biblioteca Pública Estadual. O acervo será todo organizado em divisões: de obras gerais (literatura clássica e contemporânea); de coleções especiais (com setor de obras raras e valiosas, infanto-juvenil, e documentação capixaba); e de periódicos (jornais e revistas). "É a primeira Biblioteca Municipal a ser dividida dessa forma. Os investimentos feitos no espaço farão com que ela se torne referência. Será uma biblioteca modelo, disse Rita Maia, gerente do SEBPES, e diretora da Biblioteca Pública Estadual.
O Governo do Estado, também em parceria com a Prefeitura de Marataízes, já está providenciando a aquisição de mais 1.500 títulos. Somado com a quantidade de livros já existentes, a Biblioteca disponibilizará, em breve, para a população, um acervo de três mil obras.

Também seguindo orientação do SEBPES, a Biblioteca Municipal de Marataízes, assim como outras de 13 municípios do Estado, inscreveu um projeto no edital "Mais Cultura de Apoio a Bibliotecas", do Ministério da Cultura. Foi contemplado, com outras nove bibliotecas capixabas, e receberá R$ 160 mil para fazer melhorias no acervo.

Restauro

A obra, realizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Prefeitura Municipal de Marataízes, teve investimentos de R$ 629 mil. O projeto de restauro do Palácio das Águias foi elaborado por Cora Augusta Duarte Aguieiras - arquiteta urbanista, que respeitou as características originais do casarão.

A construção de um só pavimento sobre porão alto, tem suas quatro fachadas dispostas de forma a serem bem visíveis. Sua planta, em formato de "L", tem divisão interna tradicional para as moradias da época: parte social na frente, íntima no centro e de vivência nos fundos, com um corredor central que dá acesso a todos os cômodos. Originalmente em alvenaria de barro, suas paredes foram construídas diretamente sobre as rochas. O piso e o forro são de madeira, exceto no anexo de serviço (cozinha, banheiros e lavanderia), onde o piso é de ladrilho hidráulico.

O telhado representa, talvez, o único vestígio do edifício colonial original do século XIX. Possui estrutura em quatro águas e é coberto com telhas de barro tipo marselha e enquadramento em madeira.

A fachada de entrada do Palácio apresenta uma platibanda (que emoldura a parte superior de um edifício e tem a função de esconder o telhado) delineada com motivos abstratos e pictóricos. É formada por três frontões caracterizados por formas retilíneas e curvas.


História do Palácio das Águias

O Palácio das Águias tem origem numa edificação simples do século XIX. Seus primeiros proprietários foram Alfredo e Manoel Duarte. Provavelmente serviu como pouso de tropeiros nessa época.

Em 1903, foi adquirido pelo negociante português Simão Rodrigues Soares. Remodelado, o edifício se tornou uma luxuosa residência, chamada de Palácio das Águias por causa de duas esculturas colocadas no telhado, em homenagem aos filhos homens de Soares.

Além das águias, a casa recebeu fachadas em estilo eclético, e dois leões ladeando a escadaria na parte frontal. Até a década de 20 do século passado, o Palácio das Águias se destacava como uma magnífica edificação, palco de históricos encontros políticos durante a Primeira República.

Como patrimônio cultural do Espírito Santo, o conjunto arquitetônico formado pelo Palácio das Águias e pelo Trapiche passou por processo de tombamento, registrado na Resolução n° 01/1998, do Conselho Estadual de Cultura.

Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação/Secult
Larissa Ventorim
(27) 3636-7110 / (27) 9902-1627
comunicacao@secult.es.gov.br
Fonte: http://www.secult.es.gov.br/?id=/noticias/materia.php&cd_matia=2637

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Estação Porto

Foto: site oficial PMV

A Estação Porto é um ambiente de divulgação cultural no Centro de Vitória. Situada no Armazém 5 da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), concede aos turistas que chegam ao Porto de Vitória, em cruzeiros, a oportunidade de conhecerem tradições capixabas.
Além disso, realiza eventos culturais abertos ao público, como shows, espetáculos de dança e teatro, lançamentos de livros, exposições, mostras de cinema e vídeo, seminários científicos, saraus e recitais poéticos.
Criada em 2006, a Estação é uma das iniciativas de revitalização do Centro. As atrações culturais acontecem em diferentes dias da semana, reduzindo o esvaziamento da região provocado pela expansão urbana nas últimas décadas.
O ambiente possui palco, loja para a venda de comidas e bebidas, banheiros masculinos e femininos com acessibilidade para deficientes físicos, cadeiras e mesas.
A Estação Porto em 2007 atraiu mais de 60 mil pessoas ao Armazém, para a apresentação de 200 atrações locais e 50 nacionais, dentre espetáculos de música, dança e teatro, além de saraus e mostras de cinema e vídeo.  Extraído do site da PMV


Eu já fui:
A Estação Porto poderia ser um espaço referencial em cultura aqui em Vitória, mas infelizmente é mais um local esquecido, poucos eventos acontecem lá.
Ano passado fui nesse local  assistir um Festival de música , foi bem legal, tinha bastante gente! O problema era o estacionamento, e o perigo para os pedestres, pois a calçada não é do nível da rua (deve seu 1m. mais alta), isso faz com que as pessoas tenham que caminhar dentro da avenida, onde os carros passam em alta velocidade!
Pesquisando sobre a Estação Porto, encontrei o blog do Luiz Fernando Barbosa Santos, que divulga os Eventos do Local:
http://estacaoporto.blogspot.com/      
Enviei um e-mail para o Luiz e ele me enviou as seguintes informações:

Prezada Érica,
A frequencia dos eventos diminuíram em função do aumento do número de cruzeiros marítimos que estão aportando em Vitória desde a temporada de 2010. Assim, como o espaço era mais utilizado no intervalo de uso do navios, permitia uma maior quantidade de conteudos culturais.
Sobre o projeto ESTAÇÃO PORTO, ele agora está sob gestão da Secretaria de Cultura que, assim que terminar a temporada de navios, voltará a ter mais atividades.


Luiz parabéns pela iniciativa!!!! Vamos torcer para que logo a utilização do espaço para eventos nos finais de semana sejam intensificados, oferecendo mais para turistas e moradores dessa linda cidade!



Acesso:
Avenida Getúlio Vargas, 556, Armazém 5 da Codesa, Centro
Vitória-ES


Fonte:
http://www.overmundo.com.br/guia/estacao-porto-armazem-5-vitoriaes-1
http://www.vitoria.es.gov.br/semc.php?pagina=estacaoporto

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A diversão no verão também pode estar bem longe da praia

Confira uma lista de parques, hortos e propriedades do agroturismo na Grande Vitória

09/01/2011 - 21h45 - Atualizado em 09/01/2011 - 21h45
A Gazeta


foto: Gabriel Lordêllo
Carlos André de Oliveira, 42, professor e a namorada Rose Santos, 29, auxiliar de serviços gerais, entrevistados sobre opções de diversão além da praia no verão, como o Parque da Pedra da Cebola - Foto: Gabriel Lordêllo
O professor Carlos André de Oliveira e a auxiliar de serviços gerais Rose Santos adoraram a Pedra da Cebola


Quando falamos em verão, logo nos vem à mente o sol, o mar, a praia... Mas as opções de lazer na estação mais quente do ano não se restringem aos badalados balneários do Estado. O verão também é tempo de aproveitar as belezas naturais para passeios ecológicos e visitar circuitos de agroturismo.


A GAZETA preparou para você um guia de onde procurar diversão na Grande Vitória, caso o sol não seja sua praia. São parques, chácaras, sítios arqueológicos e trilhas em meio à Mata Atlântica, que podem proporcionar a você e à sua família prazeres únicos, como respirar ar puro e ter contato com a natureza.

Ontem, por exemplo, muitas pessoas aproveitaram o dia ensolarado para passear no Parque da Pedra da Cebola, na Capital. A auxiliar de serviços gerais Rose Santos, de 29 anos, foi pela primeira vez ao local, acompanhada do namorado, o professor Carlos André de Oliveira, 42. "Eu gostei bastante. É um lugar que traz um clima de fazenda no meio da cidade", disse.

Carlos André concordou com a namorada. "De vez em quando eu venho aqui, esse lugar me dá uma paz. A correria da cidade me incomoda e aqui vejo o contrário. Por isso fiz questão de trazer a Rose para visitar o parque", explicou.

AgroturismoAlém dos parques, os municípios da Grande Vitória contam roteiros turísticos que unem as belas paisagens à boa mesa. Seja para o lazer, o descanso ou a aventura, os circuitos de agroturismo têm opções para todos os gostos.

O proprietário da Estância Vale do Moxuara, em Cariacica, Wilson Freitas, conta que o verão é a época em que há mais movimento no local. "Estamos recebendo a visita de muitos turistas estrangeiros, inclusive. Eles adoram esse contato com a natureza", diz Freitas.
Algumas opções de diversão durante as férias, na Grande Vitória

Vitória

Parque Moscoso

- Local:
No Centro de Vitória, tem lago e uma Academia Popular da Pessoa Idosa.
- Funcionamento:
segunda, das 5h às 9h e das 17h às 22h, e de terça a domingo, das 5h às 22h
- Telefone:
3381-6819

Parque da Fazendinha
- Local:
Em Jardim Camburi, tem quase 23 mil m2. Conta com aves, mamíferos e peixes, uma nascente e um grande lago
- Funcionamento:
terça a domingo, das 7h às 18h
- Telefone:
3237-2405

Fonte Grande
- Local:
No Centro, é moradia de répteis, invertebrados, pequenos mamíferos e aves
- Funcionamento:
terça a domingo, das 8h às 17h
- Telefone:
3381-3521

Gruta da Onça
- Local:
No Centro de Vitória, tem trilhas entre nascentes e riachos, e um mirante
- Telefones:
3132-1712
- Funcionamento: todos os dias, das 8h às 17h

Horto de Maruípe

- Telefone:
3382-6593
- Funcionamento:
segunda, das 5h às 9h e das 17h às 22h, e de terça a domingo, das 5h às 22h

Pedra da Cebola
- Local:
Entre a Mata da Praia e Jardim da Penha, conta com jardim oriental e um mirante, além de fazenda de animais
- Telefone: 3327-4298
- Funcionamento:
segunda, das 5h às 9h e das 17h às 22h, e de terça a domingo, das 5h às 22h

Vila Velha


Rancho Forte

- Atrações:
aluguel de cavalos e charretes, ruínas jesuíticas e seringal, entre outras
- Telefones:
3340-0851 e 9971-6402

Rico Caipira

- Atrações:
Fazenda modelo, com produção de iogurtes e outros produtos lácteos
- Telefones:
3244-4404 e 9972-0781

Fazenda Solimar

- Atrações:
caminhada ecológica, cavalgada, arvorismo e paint-ball, entre outras
- Telefone:
3244-0078

Sítio Paulino Tebaldi

- Atrações:
Produção de licores, cocadas e doces
- Telefone:
9252-9342

Sítio São Geraldo

- Atrações:
Produção e venda de macarrão, pão, rosca, capelete, geléia e licores
- Telefone:
9946 - 4997

Cariacica


Estância Vale do Moxuara

- Atrações:
Turismo rural em Cariacica Sede, conta com piscina natural, pesque e pague, e lago com pedalinho
- Telefone:
3254-1488
- Web:
valedomoxuara.com.br

Reserva de Duas Bocas
- Descrição:
unidade de conservação que realiza científicos, ecológicos e culturais
- Telefone:
9846-3747 e 9885-1491

Apiário Moxuara
- Local:
Novo Brasil
- Telefone:
3396-2038
- Funcionamento:
de segunda a sexta, das 8h às 17h

Serra


Rancho Serra Azul

- Atrações:
em Jacaraípe, tem sete lagoas para pesque-pague, animais e trilhas
- Funcionamento:
diariamene, das 8h às 17h
- Telefone:
3252-6003 e 3252-6004


Lagoa Joara

- Atrações:
Abriga o Projeto Tilápia, com a instalação de tanques-rede. Fica em Jacaraípe
- Funcionamento:
sábados e domingos, das 7h às 18h
- Telefone: 3252-3747

Recanto do Mestre Álvaro

- Atrações:
Trilhas ecológicas, bica natural, passeio a cavalo ou de charrete
- Funcionamento:
de sexta a domingo, das 10h às 17h
- Telefone:
3074-7445

Horto Municipal
- Atrações:
Na Serra Sede, tem espaços para prática de esportes, lazer e recreação
- Funcionamento:
de segunda a sexta, das 7h às 17h; sábados e domingos, das 7h às 17h
- Telefone:
3251-5878

Igreja e Residência dos Reis Magos

- Localização:
Nova Almeida,
- Telefone:
3253-1842
- Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 22h

Casa de Pedra

- Localização: Jacaraípe
- Telefone:
3252-6029
- Funcionamento:
todos os dias, das 8h às 18h

Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/01/743167-a+diversao+no+verao+tambem+pode+estar+bem+longe+da+praia.html

Praça dos namorados

 

 

Localizada em frente à marina do Iate Clube do Espírito Santo (Ices). É uma das principais áreas de lazer da Grande Vitória. Nos finais de semana, abriga a Feira de Artesanato "Artes na Praça", que oferece artesanatos e comidas típicas capixabas. 


Feira de artesanato da Praça dos Namorados: 20 anos de tradição

Elizabeth Nader
Mulher Escolhendo um Tapete na Feira de Artesanato na Praça dos Namorados
Elizabeth Nader
Barraca de Comida na Feira de Artesanato na Praça dos Namorados
Moradores e turistas têm uma boa opção de lazer nos finais de semana: a feira de artesanato da Praça dos Namorados. Com mais de 20 anos de tradição, a feira conta com 259 expositores, sendo 209 de artesanato e brinquedos de diversão e 50 na área de alimentação.
As barracas expõem objetos de decoração, como quadros, vasos, luminárias, castiçais, tapetes, almofadas, esculturas em metais e pedras, arranjos decorativos, velas coloridas. Também há roupas de cama, mesa e banho bordadas e pintadas a mão, bolsas e calçados confeccionados de forma artesanal, assim como joias e bijuterias feitas em pedras, metais e fios.
Para a criançada são comercializados brinquedos em madeira, jogos educativos, bonecas de pano e fantoches. E no local também há brinquedos como pula-pula, cama elástica, carrinhos elétricos e pôneis.
Na parte de alimentos, os expositores oferecem uma diversidade de doces e salgados. São vendidas desde as típicas comidas capixabas, como a famosa torta capixaba, até os quitutes tradicionais de praça, como bolos, docinhos, cachorro-quente e pizzas, dentre muitas outras delícias. A feira de artesanato é uma das ações da coordenação de Oportunidades de Negócios da Secretaria de Trabalho e Geração de Renda da Prefeitura de Vitória.


Eu já fui:
A Praça dos namorados é um espaço muito legal, pois oferece espaço para caminhadas, brinquedos para as
crianças, enfim... A proximidade com o mar torna o lugar ainda mais atraente e bonito!
Essa Praça fica colada na Praça dos desejos, na  minha opinião deveria ter um nome só! rs
E a feira de artesanato é bem interessante, recomendo!!!

Acesso:
 Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, s/n, Praia do Canto, Vitória.

Contato:
http://www.pracadosnamorados.com.br/




Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/turismo.php?pagina=pracanamoradosedesejos

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Comentário sobre o bate-papo com o Tiago Hermínio - Marcelo Oiveira Quintaes

Bom.. a entrevista com o Tiago Hermínio está levantando uma discussão séria sobre o lazer capixaba no blog! Quem ainda não leu:


 http://capixabaquersairdecasa.blogspot.com/2011/01/bate-papo-com-thiago-herminio.html


E para esquentar ainda mais... rs, hoje recebi por e-mail do Marcelo Oliveira Quintaes (meu colega de trabalho), esse comentário sobre o bate-papo com o Thiago Hermínio, que merece ser divulgado:





Concordo com a maioria das coisas ditas aí, mas considero que a maior culpa disso tudo somos nós capixabas.

O brasileiro tem autoestima baixa pois achamos que os importados são melhores (tanto gente quanto produtos). Nós capixabas nos achamos pior ainda: somos brasileiros e o primo pobre do sudeste. Achamos que o pessoal do Rio e de São Paulo são melhores no que nós. Então possuímos autoestima baixa duas vezes. Isso é cultural. Para se ter uma ideia, no concurso da Petrobras para Analista de Sistemas para lotação no Rio de Janeiro as primeiras colocações foram de capixabas. (fecha parênteses).
Conforme foi citado na entrevista, quando tem show de artistas da terra por R$10,00 quase ninguém vai. Nem quando é de graça vão. Quando aparece uma peça vinda do RJ ou SP pagam R$60,00 só para ver os artistas da TV. E olha que tem muita pecinha ruim, viu?
Lembro que em 2007 a Petrobras montou um telão na Praia de Camburi. Ia passar o filme Macunaíma. A estrutura era muito boa. Tinham muitas cadeiras para sentar e a tela era enorme. Além dos convidados da Petrobras, apareceram no evento nem 10 pessoas. O tempo estava nublado, mas não tinha risco eminente de chover. Foi o maior fracasso. Nem o filme foi exibido. Conversei com conhecidos sobre o insucesso do evento. Muitos colegas que vieram do Rio informaram que quando realizam eventos semelhantes nas praias de lá sempre fica lotado. Resultado, a Petrobras nunca mais fez outro evento desse porte ou desse tipo.
Em 2005 (não estou certo do ano), a Nestlé/Garoto patrocinou um show do Roberto Carlos na Praça do Papa. Esse evento foi gratuito. Nessa época eu estava fora de Vitória. Soube por amigos que o público foi aquém do esperado. Não me recordo de outro evento desse porte ter sido feito por essa empresa. Deve ser frustrante para o empresário investir tanto dinheiro e não ter o público esperado.
No começo da década passada, havia o Circuito Banco do Brasil de vôlei de praia. Era televisionado para o Brasil inteiro. O banco fornecia camisas para quem fosse assistir. Lembro que nos primeiros anos haviam grande filas para assistir aos jogos. Como nos anos seguintes o Banco do Brasil parou de forneceu as camisas, o público foi sumindo e já se via muitos lugares vazios durante os jogos. Foi indo e acabou.
Numa dessas fui assistir um jogo ao qual não me recordo bem qual  modalidade era. Acredito que era futebol de areia. Nesse dia o tempo estava bastante nublado e chegou até a chover e esse jogo estava sendo transmitido ao vivo pela Globo. Eu era um dos poucos que estava assistindo na arquibancada (e olha que não sou chegado a esportes). Ficava pensando o que as pessoas que estavam assistindo estavam achando desse vazio ao assistir aos jogos. Que emoção os jogadores estariam sentindo ao fazer um gol ou um ponto. O que os patrocinadores e empresários, que investiram nas placas e na transmissão estavam achando de fazer esse evento em Vitória. Eu, sinceramente, no lugar deles não faria outro evento nesse lugar. E parece que foi dessa forma que eles pensaram. Acredito que a culpa desse "sumiço" não tenha sido só da Prefeitura.
Aliás, por falar em Prefeitura me fez lembrar um agravante que aconteceu em Vitória por volta de 2004, quando foi aberta aquela boate na Enseada do Suá, embaixo da Terceira Ponte (não lembro o nome agora - minha memória está ruim. rs). Os empresários investiram um grana violenta naquela boate e, depois de pouco tempo de funcionamento, descobriu-se que ela fazia muito barulho e que não poderia mais ficar ali. A boate teve que ser fechada. Por que só depois que ficou pronto é que proibiram? Será que não era possível se determinar o impacto antes de liberar a licença para construção? Deve ter sido muito duro para os empresários e para quem pretendia investir na área de entretenimento em Vitória.
Também não ouvir falar de ninguém que tenha ido ao Vitória Cine Vídeo. Pelo pouco que pude ver nas reportagens os vídeos pareciam ser interessantes e bem produzidos. É mais um evento de porte nacional ao qual não prestigiamos. Só por curiosidade, a fama de Gramado começou assim, depois da quebra da Ortopé a cidade fico meio que perdida no mundo. Depois do primeiro festival de cinema feito lá, a cidade ganhou repercussão nacional, sendo um dos principais destinos no Brasil.
Não estou falando mal das pessoas que não prestigiam esses eventos. Eu também sou um típico capixaba e ajo da mesma forma que foram relatadas acima. Quando o Thiago fala que nós não nos misturamos (pobre x ricos) nos eventos populares (leia-se gratuitos) muitos desses vazios conseguem ser explicados. Inclusive o do Réveillon, citado no texto. Acabou o show pirotécnico, todos se recolhem a suas casas. Só o povão fica para os shows.
Quando a Prefeitura quer vender um quiosque na praia de Camburi por R$1.000.000,00, fico pensando quem seria o insano que investiria num empreendimento desses: a pessoa teria que pagar esse valor, investir na arrumação do lugar, investir nos insumos, pagar os custeios (salários, materiais) e ainda tirar o lucro em cima disso. Ou ninguém investiria,  ou o cara quebraria rapidamente ou os preços cobrados seriam muito caros para recuperar o investimento, o que também acarretaria na quebra.
Esse foi um exemplo extremo, mas investir em entretenimento em Vitória é muito complicado. Sempre quando saio fico fazendo uma conta por alto: multiplico a conta da mesa que estou pelo número de mesas ocupadas pelo número de rotatividade e concluo que sair na noite em Vitória é caro para quem paga e pouco para quem recebe.
O último caso que vi foi o Espetinho que fica perto do supermercado Perim, na Mata da Praia. Deve ter funcionado por 1 ano e já quebrou. E olha que não ficava tão vazio assim.
Tenho receio de que o empreendimento feito no parque Tancredão possa virar um Centro Cultural Camélia, que fica nas proximidades também, se não tiver segurança e onde parar carro pois é um lugar totalmente fora de mão para a maioria das pessoas.
Recentemente fui a Buenos Aires. Tem um porto na cidade que foi reformado e virou o centro gastronômico da cidade, chamado Puerto Madero. Têm excelentes restaurantes e é o ponto de encontro dos turistas à noite.
Vitória também pode ter algo parecido no Porto de Vitória. Ainda mais agora com a chegada de cruzeiros à nossa cidade que poderia ser uma área de entretenimento durante a estadia desses cruzeiros na cidade. Mas novamente reforço que esse tipo de lugar só vai para frente se tiver segurança pois hoje em dia segurança é a principal premissa.
Outro lugar muito bom para se construir um local desse tipo é o IBC (Instituto Brasileiro do Café - armazém)  que fica na rua da feira, no meio de Jardim da Penha. É inconcebível ter um armazém daquele tamanho no coração de um bairro tão povoado como aquele. Ali daria espaço para um excelente Centro Cultural ou um Puerto Madero capixaba. :)
Em resumo, reclamamos que Vitória não tem muitas opções mas também não prestigiamos as que tem ou as que aparecem. Estamos num ciclo vicioso. Conheço as principais capitais do Nordeste e confesso que não voltaria a nenhuma delas. São cidades do tipo "carimbei o passaporte e não volto mais". Vitória e o Espírito Santo tem grande potencial. Cabe a nós capixabas valorizamos as coisas da nossa terra, divulgando, prestigiando os eventos que aqui aparecem, acabando com a cultura do "lugar da moda" (do tipo fica cheio por 3 meses de depois esvazia), o poder público fazer a sua parte em apoiar (transporte, infraestrutura, divulgação e incentivo) e os empresários investir em inovações e atrações e, novamente, nós prestigiarmos e valorizarmos isso.

Abraços a todos




Marcelo Oliveira Quintaes