segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Rancho Beliscão

                                                       Foto: Érika Mezabarba Riva

Tem um espaçoso salão climatizado e mesas ao ar livre. Sugestão de entrada, a salada guarapari vem com cenoura, alface, couve-flor, palmito, ovo de codorna e tomate seco (R$ 25,90, para duas pessoas). Indicado para três pessoas, o quarteto do chef reúne picanha, peito de frango, linguiça e queijo cabacinha grelhados em uma chapa. De guarnição, traz feijão-tropeiro, arroz, batata corada, aipim, farofa e vinagrete (R$ 72,90). Para a sobremesa, creme de papaia com licor de cassis (R$ 9,90). Site Veja Brasil


Eu já fui:

Bom, não sei se perceberam, mas ando fazendo uns programas mais comestíveis!!! 
To namorando =  (- badalação + comida), mas espero que eu não engorde por causa disso!!! rsrs Comprei um tênis ontem para caminhar mais!!!! Aliás um beijo para o meu  namorado (que apoia meu amor pelo blog e é leitor assíduo)!!!

Vamos falar do estabelecimento... o espaço é amplo, dividido em: estacionamento; parquinho para alegria das crianças; mesas ao ar livre (com cobertura) e salão climatizado!!!
  
O toldo utilizado como cobertura que não é muito bonito, se fosse um telhado colonial combinaria mais e ficaria bem mais bonito!! Mas o ambiente é bem aguadável; sonzinho rolando ao fundo! O atendimento?  É bom!!!
A comida? Tirei foto dos pratos que provei:



Queijo provolone à milanesa
Foto: Érika Mezabarba Riva



                                                     Carne de sol com aipim frito
                                                        Foto: Érika Mezabarba Riva




                                                              Sobremesa
                                                                          Foto: Érika Mezabarba Riva


O queijo à milanesa é muito bom, a carne de sol não comi porque não gosto, provei o aipim frito (que não era aipim puro) e tem um sabor agridoce! Mas é bom!
A sobremesa que eu provei era um mousse de chocolate... mas tinha alguma essência misturado, não sei se era laranja... tinha uma calda no fundo.. como não gosto de laranja no chocolate não gostei! 
A sobremesa da foto... um amigo nosso que comeu e disse que estava muito boa, tá bonita mesmo!!!!! 
O preço não é caro!!!


Acesso:
Rua José Celso Claudio, 134, Jardim Camburí
Vitória - ES

Contato:
http://www.ranchobeliscao.com.br/
(27) 3337-0800 
(27) 3337-7449



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Meaípe

 
     A praia
         Foto: Érika Mezabarba Riva

 
                                                              Foto: Érika Mezabarba Riva



                                                           Foto: Érika Mezabarba Riva



                                                    O lindo pardal - atendendo a pedidos!!!
                                                                          Foto: Érika Mezabarba Riva


Com características de aldeia de pescadores, a praia é uma das mais badaladas do balneário no período de verão. Casas noturnas, shows, bons restaurantes especializados em frutos do mar e comidas típicas fazem de Meaípe uma das praias mais requisitadas pelos turistas.
Como aldeia de pescadores, Meaípe tem suas peculiaridades, como tradições e lendas que convivem até hoje com a atividade turística. Entre as atividades mais conhecidas estão as rendeiras. A tradição é passada de mãe para filha, de geração em geração. Hoje, o número de rendeiras caiu muito. Subvalorizado, o trabalho artesanal e cuidadoso das rendeiras cedeu lugar para outras atividades mais rentáveis ligadas ao turismo, embora não tão interessantes culturalmente.

Lenda

Entre as lendas - ou "causos" - que marcam o local, destaque para a lenda do xaréu na rede, na qual um período de escassez havia afastado das praias locais o peixe em questão, principal fonte de renda dos pescadores. Certo dia, no entanto, toda comunidade estava reunida na igreja de Santana para uma missa, quando de repente se ouviram gritos de "Xaréu na rede!". Os fiéis abandonaram a igreja e correram para a praia, deixando o padre sozinho. Por conta dessa lenda, os moradores do bairro são conhecidos em todo município como "xaréis", apelido que alguns rejeitam. Site Wilkipedia

Pesquisando sobre Meaípe.. cheguei a conclusão de que o prato típico do local é Bolinho de Aipim, por toda a beira-mar você encontra diversas opções desse prato. Inclusive no blog Moqueca com pimenta o bolinho também é citado:

http://moquecacompimenta.blogspot.com/2008/02/bolinho-de-aipim-da-tia-zez.html

 
Eu já fui: 
Estive em Meaípe no último final de semana, praia de águas calmas! Lugar excelente para relaxar, nada de carros com som alto na beira da praia! É para curtir o barulhinho do mar mesmo!!!!
A orla não é calçada, então a  faixa de areia compõem um ar bucólico ao local!

                                       Fonte da imagem: http://www.meaipe.com/fotos-de-meaipe-guarapari-es.htm


Fomos  comer o famoso bolinho de aipim... mas antes, pausa para a foto do Sr. Ledir, que estava chegando com uma caixa de lagostas:

Foto: Érika Mezabarba Riva


 Foto: Érika Mezabarba Riva


 Foto: Érika Mezabarba Riva



Voltando ao bolinho... bolinho da tia zezé.. tia... comemos o da tia Júlia!!!!



 
Foto: Érika Mezabarba Riva
 

 
 Foto: Érika Mezabarba Riva



O que eu escolhi foi com recheio de carne com queijo! Olha ele aí, é um super bolinho.. enorme.. uma refeição!!! Eu nem consigui comer um inteiro!!!!
O preço? A partir de R$5.50!!!!




terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Falta um espaço para o Teatro !!!!

Bom.. hoje vou citar um assunto triste aqui no blog: a situação do Teatro Capixaba!
Como todos sabem a  cultura não tem apoio no ES, nada se faz,  e como disse o jornalista Tiago Hermínio quando o entrevistei "é falta de interesse político"!

Entrevista na íntegra: 
http://capixabaquersairdecasa.blogspot.com/2011/01/bate-papo-com-thiago-herminio.html

A triste realidade sobre o Novo Secretário de Cultura do ES, confiram:
http://capixabaquersairdecasa.blogspot.com/2011/01/novo-secretario-de-cultura-do-estado.html


Todos sabem das dificuldades que os grupos de teatro enfretam para conseguir local para as apresentações aqui em Vitória... e para piorar a situação o Teatro Galpão (localizado na Reta da Penha) foi fechado!
Como apreciadora do teatro capixaba, fico muito triste com essa notícia, pois ao invés da classe crescer e se solidificar... esta enfraquecendo com tanto descaso político!

Encontrei no blog Teatro Capixaba  esse texto do Wilson Nunes, um dos nomes importantes do teatro capixaba:


Na Coxia: Vergonha Histórica e Cultural, por Wilson Nunes

Recentemente eu falei sobre o fechamento do Teatro Galpão e no fim do ano de 2009 falei sobre os problemas que o Teatro Edith Bulhões passava, antes de sua demolição em 2010. Os governos municipais e estaduais do Espírito Santo nada fazem para mudar ou mesmo melhorar isso e falo em todo o estado mesmo, pois vemos situações absurdas acontecendo.

Vitória, capital do Espírito Santo, deveria ser exemplo de investimento cultural em todo o estado, mas está atrás de muitas outras cidades, no que se fala sobre teatros.wilson Ontem (20/02/2011), eu coloquei aqui o texto escrito pelo diretor, ator e produtor José Luiz Gobbi, em duas partes, no Opiniões do Facebook, mas antes disso havia pedido para o ator, diretor e dramaturgo Wilson Nunes, escrever algumas palavras sobre o que vem ocorrendo com os nossos espaços e ele se disponibilizou com o maior prazer.

Eu respeito muito a opinião destes dois, com quem tive o prazer de trabalhar no teatro, um me dirigindo (Gobbi) e com o outro sendo assistente de produção (Wilson). Bem, deixo vocês com as palavras sinceras de Wilson Nunes (obrigado de coração, Wilson!)

VERGONHA HISTÓRICA E CULTURAL
É assustador ver o que está acontecendo !!! Muito mais que nossos espaços culturais, estão aniquilando a história cultural de uma cidade, de um estado.
Me lembro , no final dos anos 70 , quando passava pela avenida Jerônimo Monteiro e olhava para a Casa da Cultura onde também ficava o SATED (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão) e me imaginava atuando naquele espaço. Pensava : “Um dia estarei no palco da Casa da Cultura”. Os anos passaram e acabei fazendo ali um curso de Teoria do Teatro. Um palco gostoso, um espaço que era a cara do teatro capixaba. Pois é... Anos depois derrubaram este espaço de tantas histórias para dar lugar não sei a que, pois até hoje o terreno está as moscas por lá.

Ninguém falou nada ! Ninguém protestou. Mesmo sendo particular, teríamos que ter feito alguma coisa. Derrubaram um pedaço da nossa história !!! Arrancaram de nós um pedaço da história do teatro capixaba e “ninguém” fez nada .
Alguns anos depois alunos sem preparo cultural nenhum, em um vandalismo, mais uma vez assustador, quebram e aniquilam o Teatro Metrópolis (UFES).
O Teatro Metrópolis que no ano 2000 me amparou num momento que não sabia para onde ir com meu novo espetáculo – na época -: “Por Favor, Matem Minha Empregada”. Não tínhamos para onde ir com nosso espetáculo! Não tínhamos dinheiro para pagar outro teatro. Quando tive a idéia de entrar em cartaz no Metrópolis, muitos colegas me alertavam: “Está doido, Wilson ? Lá não vai ninguém“. Eu, como bom taurino e muito teimoso, entrei em cartaz neste espaço e o espetáculo se tornou um marco na cultura capixaba de público e crítica.
Fiquei três meses em cartaz com a casa lotada. Voltamos lá ainda com o espetáculo : “No tempo do Vinil”, que sem dúvida nenhuma é um marco divisor no nosso estado. Adorava aquele teatro! Mas destruíram ele sem nenhuma piedade e, mais uma vez, “ninguém fez nada”.
O tempo passou e sem respeito nenhum aos artistas que, dessa vez (Ufa ! Até que enfim!!!), clamaram para não derrubarem o Teatro Edith Bulhões, passaram, literalmente as máquinas do progresso em cima do apelo cultural e jogaram por terra aquele espaço que tantas histórias tinha guardado ali.

Agora fecham o Teatro Galpão por problemas de documentação. Ora... Todos nós sabemos que quando “eles” querem, há sempre um jeitinho para tudo. Bancos são salvos com o dinheiro do povo, quando “ELES” querem. Aumentos absurdos de salários acontecem, quando “ELES” querem . Parentes são nomeados, sem nenhuma qualificação para determinados cargos, quando “ELES” querem. Por que não salvar o Teatro Galpão, quando a nossa história precisa ser amparada? Por que não dar “aquela força” para os artistas locais, que não podem pagar aluguéis caríssimos de alguns teatros quando nós precisamos? POR QUÊ??? Sem estarmos refeitos da pancada na cultura que foi o fechamento do Teatro Galpão, ficamos sabendo por terceiros, pois nenhuma satisfação nos foi dada (até parece que fariam isso!), que o “abandonado” Teatro Carmélia foi interditado. Um teatro que abrigou vários espetáculos e que por falta de equipamentos, pois “ELES” deixaram o teatro sucateado e por falta de TOTAL segurança não podíamos mais entrar em cartaz lá. Muitos falam : “Por que vocês não vão para o Carlos Gomes?” Porque para entrarmos no Carlos Gomes , que é do governo estadual e mantido com o dinheiro do povo, nós temos que enfrentar num famigerado edital e pagar, “antecipadamente”, repito, “an-te-ci-pa-da-men-te” uma taxa de R$ 200,00 por dia e mesmo assim só temos direito a um final de semana . Entrar em temporada no NOSSO teatro, NÃO TEMOS DIREITO. Tem o Teatro Universitário (UFES) que pertence ao governo federal!!! Quem somos nós para entrarmos lá . Taxas exorbitantes são cobradas. Outros teatros existem, mas cobram diárias que não passam nem perto da nossa realidade. ESTAMOS SEM TETO CULTURAL E SEM APOIO NENHUM. Iremos nos calar, como sempre? A nossa história, a história de uma cidade e de um estado está sendo derrubada e manipulada sem respeito algum. Para onde iremos ??? Para rua ??? Acho que teremos que pagar flanelinhas para guardarem nossas vagas. Teremos dinheiro e apoio para isso???


Conclusão: 
Falta um espaço para o Teatro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Torço para que mesmo com tanta dificuldade a arte do teatro no ES não se extingua, parabenizo os atores capixabas (guerreiros) que para fazerem o que gostam se sacrificam por um espaço, por um apoio... Contam apenas com nós... admiradores do talento capixaba!


Fonte: http://www.teatrocapixaba.art.br/

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Casa do Folclore mostra tradições culturais

Marcos Salles
I Encontro da Diversidade Cultural Capixaba

Vitória conta com um centro cultural voltado às tradições populares do Estado. A Casa do Folclore Hermógenes Lima Fonseca, aberta em setembro de 2010, abriga exposição de objetos relacionados a manifestações folclóricas, como máscaras e tambores de congo, além de acervo de vídeos e livros sobre o folclore nacional e local. O lugar está aberto à visitação para estudantes, pesquisadores, turistas e público em geral.

A inauguração da Casa do Folclore é um marco para o Espírito Santo e especialmente para a cidade de Vitória, já que a cessão do prédio e a restauração foram feitas pela Prefeitura. O espaço é administrado pela Comissão Espírito-Santense de Folclore (Cesf).
Além de organizar encontros, seminários e fóruns, o espaço visa a atender os grupos tradicionais e associações municipais de folclore no apoio à formulação de projetos, na captação de recursos e na defesa de seus direitos.

O nome da Casa do Folclore do Espírito Santo é uma homenagem a um de seus maiores folcloristas, Hermógenes Lima Fonseca. Nascido em Conceição da Barra, em 1916, Hermógenes foi membro do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e pesquisador da cultura capixaba e brasileira. Hermógenes faleceu em 1996. Extraído site PMV.


Onde funciona a Casa do Folclore

Endereço: Rua Professor Arnold, 67, bairro Nazaré  
        
          Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas.


 Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/turismo.php?pagina=casa_folclore

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Teatro Carlos Gomes

Teatro Carlos Gomes

   
Fonte da imagem: http://secult.es.gov.br/?id=/espacos_culturais/hotsites/teatrocarlosgomes/oteatro   

 

Encontrei no site da Secretaria de cultura do ES, as seguintes informações sobre o Teatro:

      

      História

O Theatro Carlos Gomes, o mais antigo do Espírito Santo, abriu suas cortinas pela primeira vez em 1927. Localizado no Centro de Vitória, sua inauguração vinha preencher a lacuna deixada pelo Teatro Melpômene, demolido após um incêndio.

Projetado pelo arquiteto italiano André Carloni, sua arquitetura de estilo neorrenascentista foi inspirada no Teatro Alla Scala, de Milão. Administrado inicialmente pelo próprio André Carloni, a primeira peça encenada foi "Verde e Amarelo", de José do Patrocínio e Ruy Pavão, com a Companhia da Revista Tam-Tam.

Em 1929, foi arrendado por uma empresa particular, sendo utilizado apenas para exibição de filmes. As apresentações teatrais passam a ser esporádicas e somente na década de 50, voltaria a ser espaço de arte cênica. Entram em cena grandes companhias como as de Procópio Ferreira, Eva Tudor, Vicente Celestino e Flodoaldo Viana.

Em 1969, a apresentação da peça "Liberdade, Liberdade", com o ator Paulo Autran, marca o início do movimento pela restauração do teatro. As obras resgatam sua arquitetura original. É dessa época a instalação do lustre no centro do teto e a pintura da cúpula por Homero Massena, um dos pintores de maior renome no Estado.

Reinaugurado em 1970, o Theatro Carlos Gomes foi tombado pelo Conselho Estadual de Cultura - CEC em 1983, mantendo-se ativo na apresentação de peças e espetáculos de música e dança.

Com suas fachadas novamente restauradas em 2004, reafirma sua importância como monumento histórico e cultural capixaba. Aos 80 anos, no mesmo palco onde brilharam grandes nomes como Bibi Ferreira, Paulo Autran e Fernanda Montenegro, o Theatro Carlos Gomes continua valorizando e enriquecendo o cenário cultural do Espírito Santo. Um lugar para se celebrar a arte que merece ser aplaudido de pé.


O Theatro hoje

Com sua fachada principal voltada para a Costa Pereira, no Centro de Vitória, capital do Espírito Santo, o Theatro Carlos Gomes é um dos mais significativos pontos turísticos do Estado. Ocupa uma área de 1.788,92 m², com 314 lugares na plateia e três andares de galeria. O teto do Theatro é uma atração à parte: foi pintado por Homero Massena (1885-1974), que inspirou-se nos grandes nomes da música, em instrumentos e notas musicais para compor o cenário. Coroando a fachada principal, esculturas que fazem menção às artes e, no centro, o busto do grande músico brasileiro Carlos Gomes. 

Arquitetura

divulgação
Fachada principal
Exemplo de prédio de estilo eclético, seu projeto arquitetônico é baseado no modelo italiano de "teatro em ferradura", caracterizado por uma série de galerias superpostas em torno de uma plateia. O palco é do tipo italiano, com camarins laterais e fosso para a orquestra. O acesso aos camarotes é feito por escadas situadas junto ao hall de entrada e pela plateia, junto às laterais do palco.

Teto musical

Renato Carniato
Teto musical
Homero Massena (1885 - 1974), pintor mineiro radicado no Espírito Santo, inspirou-se nos grandes nomes da música (Carlos Gomes, Vagner, Bach e Verdi), em instrumentos e notas musicais para realizar a pintura no teto da platéia, que merece um destaque especial. A decoração interna de todo o prédio é de grande variedade, incluindo elementos florais, guirlandas, medalhões e máscaras teatrais.

Eu já fui: 
A arquitetura desse monumento é encantadora e rica em detalhes! No interior do Teatro me sinto em uma outra época, é como fazer uma viagem na história!
No Natal a fachada ganha iluminção especial, abrilhantando ainda mais o Centro de Vitória!
É uma pena o Teatro não possuir uma página exclusiva na internet, no site da Secult a programação não esta atualizada!

Acesso:
Praça Costa Pereira
Centro
Vitória-ES


Contatos Técnicos:
Luz - Alcides Pereiira - (27) 9882 8061
Som - Eudes Roberto - (27) 9729 4276
Palco - Luiz Claudio - (27) 9939 6964 
Contatos Administrativos:
Recepção - (27) 3132 8399 / 8396
Diretoria - Fátima Pimentel - (27) 9808 7701
Assessoria Especial - Dayse Maciel - (27) 9903 3926
E-mail: teatrocarlosgomes@secult.es.gov



Fonte: http://secult.es.gov.br/?id=/espacos_culturais/hotsites/teatrocarlosgomes/oteatro

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Pesquisa semanal

Leandro de Souza Lino



Considerando-se hábitos culturais como os costumes que alteram o cotidiano da população, a Futura
foi as ruas saber a opinião dos moradores da Grande Vitória. Observa-se que as atividades mais
citadas foram os shoppings. A segunda atividade mais citada foram os eventos religiosos, com 33,5%
das respostas, seguidos por cinemas, eventos em seus bairros, feiras e apresentações musicais. A
frequência a shoppings foi mais citada em Vila Velha e Cariacica. Por faixa etária, os mais jovens
citaram o shopping como principal hábito cultural, e os mais idosos, os eventos religiosos. Os eventos
religiosos também foram os mais citados entre os evangélicos.
O gasto médio dos entrevistados com seus hábitos culturais na Grande Vitória totalizou R$ 131,41
por mês. Entre os que não frequentam atividades culturais, os motivos de destaque foram porque não
gostam, a falta de companhia e a de segurança. Por sexo, o fato de não gostarem foi o mais citado
entre os homens, e a falta de companhia, entre as mulheres.
Para os entrevistados, o principal símbolo da cultura tanto da Grande Vitória como do Espírito Santo
é o Convento da Penha. Ainda sobre o Convento da Penha como símbolo cultural do Espírito Santo,
o município que apresentou o menor percentual de respostas foi a Serra, e a religião que apresentou
o menor percentual foi a evangélica.
Sobre o principal símbolo cultural do estado, o Convento da Penha foi seguido pela Pedra Azul,
caracterizada também como um dos principais pontos turísticos, pelo Congo e pela Festa da Polenta.
Enquanto para a Grande Vitória, entre hábitos culturais, o Convento foi seguido pelos shoppings, pela
Praia da Costa, pela panela de barro e pela Catedral de Vitória.
Sobre as opções culturais na Grande Vitória, percebe-se que a avaliação foi positiva para 61,8% dos
entrevistados, regular para 29,1%, e negativa para 6,7%. Sobre os pontos turísticos da Grande
Vitória, tem-se que 21,7% dos entrevistados não os frequentam e 19,5% os frequentam uma vez por
mês. Além disso, os que frequentam os pontos turísticos até uma vez por mês totalizaram 38,7%. Os
principais pontos turísticos que os entrevistados frequentam são o Convento da Penha, com 40,3%
das citações, os shoppings, com 27,3% e a praia da Costa, com 20%.


A pesquisa completa esta disponível no site futura net:

Leandro de Souza Lino é mestre em Economia Aplicada e analista de pesquisas da Futura
3235-5422 / 9964-3238


RESULTADO GERAL
Cite as principais atividades culturais que o(a) sr.(a) frequenta na Grande Vitória
Opções (%)
Não frequenta 15,5
Shopping 36,7
Eventos religiosos 33,5
Cinema 23,6
Eventos em seu bairro 16,5
Feiras 15,8
Apresentações musicais/shows 13,1
Pontos turísticos 9,6
Exposições 7,1
Teatro 5,2
Museus 3,4
Nenhum desses 4,9
NS/NR 1,0

Total 186,0
Número de entrevistas: 406
*O entrevistado podia citar mais de uma opção de resposta

HÁBITOS CULTURAIS CAPIXABAS

Praça do Papa

Queridos leitores,

Preciso contar para vocês que o blog "Capixaba quer sair de casa" foi citado no Programa Gente na TV (exibido na RedeTV! ES). Para quem não assistiu na telinha, segue o link:

http://www.youtube.com/watch?v=ggz7nPgG6T4


Tenho planos de visitar vários lugares legais, indicados por muitos leitores.
Quem tem um negócio bacana (voltado para o lazer) e quer divulgar, entre em contato comigo: erikamezabarba@gmail.com me convide que vou visitar, testar e publicar aqui no blog com muito prazer!!


A postagem de hoje é sobre a Praça do Papa, vou resumir a história da mesma: Era uma vez... um grande terreno (sem nada) na Enseada do Suá, onde o Papa João Paulo II celebrou uma missa em 1991. Após essa celebração, o terreno acabou se tornando um local para realizações de shows e eventos.
Hoje a praça possui uma infra-estrutura bem bacana, esta muito bonita e... diiiiiz a leeeenda que futuramente nesse local será construído uma casa de show!
Segue a descrição do site da Prefeitura:


Praça do Papa oferece visão panorâmica da baía de Vitória      

       

Cruz do Papa tendo ao fundo a Baía de Vitória
       Samyra Gasparini
vista da Praça do Papa com esfera metálica em primeiro plano e prédios da Enseada ao fundo
        Tadeu Bianconi

Uma esplanada de onde é possível apreciar uma das belas vistas da cidade: a baía de Vitória, tendo ao fundo o Convento da Penha e a cidade de Vila Velha. Assim é a Praça do Papa, instalada no bairro Enseada do Suá, uma das áreas nobres da capital do Espírito Santo.

Inaugurada em 2008, a Praça do Papa possui aproximadamente 67.000 metros quadrados, com parque infantil, área de eventos, dois restaurantes - um deles especializado em frutos do mar - e uma lanchonete, além de estacionamento. Uma trilha leva à Reserva Ecológica Ilha do Papagaio, área adjacente à praça e onde há um mirante.


Não deixe de ver

  • Cruz Reverente: monumento comemorativo à visita do pontífice João Paulo II ao Espírito Santo, em 1991. Concebido pelo escultor grego Iannis Zavoudakis, radicado no Espírito Santo, o monumento é constituído por uma cruz de aço, com forma curvilínea, assentada sob base de concreto armado. Traz no alto uma pomba branca, simbolizando o Espírito Santo, componente da Santíssima Trindade, segundo a Religião Católica.
  • Rosa dos Ventos: coincide com a posição geográfica da ilha como norte de navegação e traz uma esfera de inox ao centro.

 


Eu já fui:
Eu tenho que dizer que essa Praça também rende belas fotos!! rs Eu adoroooo uma foto!
Bom... a Praça está bem bonita mesmo, ótima para caminhar também, existe até uma trilha no local!
O restaurante de lá eu não conheço, mas o Luciano Szafir recomenda:


Recomendo o passeio!
ótimo final de semana para vocês!

 

Acesso:

Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, s/n, em frente ao Palácio do Café
Vitória-ES


Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/turismo.php?pagina=pracadopapa

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Catedral Metropolitana de Vitória

 Foto: Érika Mezabarba Riva

A Catedral Metropolitana de Vitória começou a ser construída em 1920 e, com grande demora, foi concluída, na década de 1970. O projeto inicial era de Paulo Motta (o mesmo que projetou o Parque Moscoso) e foi se modificando com o passar dos anos, tendo recebido colaboração de vários artistas e arquitetos. Ela ocupou o lugar onde, até 1918, havia uma igreja conhecida como a antiga Igreja Matriz de Nossa Senhora da Vitória. Era uma igreja colonial, que foi edificada por volta de 1550, quando Vitória ainda se chamava Vila Nova, no período do primeiro donatário da capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho.
Com a criação da Diocese do Espírito Santo e a nomeação do primeiro Bispo dom João Batista Correia Nery, a igreja recebeu o título de Catedral, mesmo sendo considerada pequena e antiga demais para comportar o número de fiéis, que crescia. Assim, foi demolida com o intuito de ser substituída por uma igreja maior, de acordo com o desejo de modernizar a capital do Estado.

Símbolo da cidade de Vitória, a Catedral foi tombada pelo Conselho Estadual de Cultura, em maio de 1984. Destaca-se no ambiente por sua imponência e por possuir características da arquitetura neogótica. Tem como destaque os maravilhosos vitrais de suas paredes.


Apresenta belíssimo trabalho de vitrais, doados por famílias importantes da ilha, e em seu subsolo, uma capela onde estão sepultados os mais antigos bispos do Espírito Santo. De estilo neogótico com nave, capela-mor, coro, sacristia, transepto, cripta, a Catedral possui relevante interesse arquitetónico principalmente pelo seu estilo único na capital. Site PMV




 
 

Vitrais são o maior destaque da Catedral Metropolitana de Vitória

Kadidja Fernandes
Vitrais com santo tocando arpa ao centro, cercado de dois anjos ajoelhados

A Catedral Metropolitana de Vitória começou a ser construída em 1920 e foi concluída em 1970. O projeto inicial era de Paulo Motta (o mesmo que projetou o Parque Moscoso) e foi se modificando com o passar dos anos, tendo recebido colaboração de vários artistas e arquitetos.

Ela ocupou o lugar onde, até 1918, havia uma igreja chamada Igreja de Nossa Senhora da Vitória, que era a Matriz da cidade. Era uma igreja de estilo colonial, que começou a ser edificada em 1551, quando Vitória ainda se chamava Vila Nova, no período do primeiro donatário da capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho.

Com a criação da Diocese do Espírito Santo (1895) e a nomeação do primeiro bispo, dom João Batista Correia Nery, a igreja recebeu o título de Catedral. Posteriormente, deteriorada e considerada pequena demais para comportar o crescente número de fiéis, foi demolida com o intuito de ser substituída por uma igreja maior, de acordo com o desejo de modernizar a capital do Estado.
Símbolo da cidade de Vitória, a Catedral foi tombada pelo Conselho Estadual de Cultura, em maio de 1984. Destaca-se no ambiente por sua imponência e por possuir arquitetura eclética com característica neogótica. Tem como destaque os maravilhosos vitrais de suas paredes. Site PMV

 

Visitas guiadas

A Catedral Metropolitana de Vitória é um dos monumentos monitorados nas visitas guiadas, que são realizadas gratuitamente ao Centro Histórico de Vitória.


                                  Eu mesma... tirando fotos no interior da Catedral
                                                    Foto: Carol Alves



Eu já fui:
A parte do Centro de Vitória conhecida como "Cidade Alta" é riquíssima em monumentos históricos (igrejas e casarões antigos de arquitetura antiga).
A Catedral é um dos monumentos mais importantes, seu interior nos transmite muita paz, local que também rende lindas fotos!


Acesso: Praça Dom Luiz Scortegagna, Cidade Alta. Centro/Vitória-ES
Visitação: Terça a domingo, das 9 às 17h.
Contato: (27) 3223-0590

 


Fonte: http://www.mapavivo.com.br/index.php/galeria-de-lugares/item/498/asInline
http://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_Metropolitana_de_Vit%C3%B3ria
http://www.vitoria-es-brasil.com/index.php?option=com_content&view=article&id=1118:catedral-metropolitana&catid=329:vitoria&Itemid=612

Projeto Visitar: Centro Histórico de Vitória e Seus Limites

Descobri no site da Prefeitura de Vitória que é possível agendar visitas monitoradas pelo Centro histórico da cidade, segue as informações:


Centro histórico conta com visitas guiadas

Carlos Antolini
Interior de igreja com altar mor e outros dois secundários e grande lustre ao meio
Paula Barreto
Teatro Carlos gomes

Turistas e moradores contam com visitas gratuitas ao Centro Histórico de Vitória, a segunda capital mais antiga do país. Dos monumentos que integram o Centro, seis deles são monitorados. O projeto Visitar contempla dois roteiros - "Vitória, de vila a cidade" e "De Caramurus e Peroás" -, que contam a história capixaba desde a época que era capitania aos dias de hoje, abrangendo 33 monumentos datados do século XVI ao século XX.
Sete monumentos monitorados estão abertos à visitação de terça a domingo, inclusive feriados, das 9 às 17 horas. Os visitantes têm à sua disposição monitores preparados para atendê-los. São esses os monumentos:
Além do monitoramento em alguns monumentos, são disponibilizadas, ainda, visitas aos dois roteiros, com guia de turismo, para moradores da Região Metropolitana e estudantes de qualquer localidade, com agendamento prévio para grupos mínimos de 20 pessoas.
A iniciativa é da Prefeitura de Vitória, por meio da Secretaria de Turismo.

Como agendar:

Dias e horários para agendamento: de segunda a sexta, das 9 às 13 horas e das 14 às 18 horas.
Telefones: (27) 3235-7078 ou pelo e-mail projetovisitar@vitoria.es.gov.br

Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/turismo.php?pagina=visitasguiadas

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Pequenos Paraísos: poderosas ondas em uma serena vila, eis Regência

Mais uma reportagem interessante do gazetaonline que compartilho com vocês:


Localizada a cerca de 50 km de Linhares, Regência divide a tranquilidade de uma vila de pescadores com a fama de um dos melhores pontos de surfe do país


Da Redação Multimídia

 Barcos atracados em Regência
Após mais 850 km de viagem, um dos locais onde o Rio Doce desemboca suas águas é a Vila de Regência, em Linhares. Mais que uma simples foz, o local é uma simpática praia de pescadores, um porto seguro para as tartarugas, um paraíso para os surfistas e não abre mão de farta beleza natural.

Regência é uma vila de pescadores com pouco mais de dois mil habitantes. Fica localizada a pouco mais de 50 km de Linhares e cerca de 170 km de Vitória. A principal fonte de renda dos habitantes da Vila é a pescaria e o turismo.

Na Vila, o preço das pousadas para casal varia entre R$ 50 e R$ 120. Nos restaurantes locais, o preço de uma moqueca - um prato sempre apreciado na culinária capixaba - para três pessoas gira em torno dos R$ 60.

Para animar as noites de verão, Regência tem um trio denominado Fubica, que faz a alegria dos foliões na Vila.

Ondas

De acordo com surfistas, a praia de Regência é um dos melhores pontos de surfe do Brasil. Muitos deles comparam as ondas às de Florianópolis, em Santa Catarina, Saquarema, no Rio de Janeiro, e Maresias, em São Paulo. A época que vai de março a setembro é a mais indicada para a prática do esporte na Vila.

O encontro do Rio Doce com o mar ajuda na formação de tipos de ondas favoráveis à prática do surfe.

Muitos surfistas de renome nacional e até mundial são frequentadores de Regência. A Vila também é palco de vários campeonatos de surfe.  Alguns famosos, como o rapper carioca Gabriel O Pensador, e o cantor catarinense Armandinho, também aparecem para pegar ondas no local de vez em quando.

Segundo a proprietária de uma pousada, Deolinda Pereira, a praia de Regência é mais própria para surfe que para banho. "É melhor tomar banho na foz do rio onde as águas são mais calmas", justifica.

Recentemente, a Vila recebeu as gravações de um longa-metragem nacional chamado de A Onda da Vida.

Cultura
Em Regência, existe a Banda de Congo de São Benedito e a Banda de Congo Mirim Caboclo Bernardo. A levantada do mastro, festa tradicional em homenagem ao santo, ocorre em novembro.
foto: Samira Ferreira
Festa de Caboclo Bernardo
Festa de Caboclo Bernardo

Costuma acontecer em junho um grande encontro de bandas de congo norte-capixabas em homenagem a um herói de Regência, o Caboclo Bernardo.

Segundo a história, Bernardo José dos Santos, um pescador da vila, em 1887, salvou a vida de 128 marinheiros que estavam à deriva em um navio da Coroa Brasileira. Devido aos salvamentos, ele foi condecorado com o diploma de herói pela Marinha e recebeu honrarias até da Princesa Isabel.

Tartarugas


Em Regência, há instalada uma base do Projeto Tamar, que visa à conservação das espécies de tartarugas encontradas na costa brasileira. Está na Vila desde 1982, e fica distante cerca de 7 km de Regência, na Reserva Florestal de Comboios.

Na área protegida pelo Tamar, predominam a tartaruga-cabeçuda - ou careba-dura - e a tartaruga-de-couro - ou careba-mole. O nascimento dos filhotes, que acontece entre setembro e janeiro, é um espetáculo apreciado por muita gente.


Como chegar:Da BR-101 Norte, do bairro Bebedouro, em Linhares, até Regência são 50 km, e metade do percurso é por estrada de chão


Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/02/767743-pequenos+paraisos+poderosas+ondas+em+uma+serena+vila+eis+regencia.html

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Palácio Anchieta


 










Fonte da imagem: http://www.palacioanchieta.es.gov.br/v1/



Localizado na Cidade Alta, de frente para a baía de Vitória, o Palácio Anchieta é uma das mais antigas sedes de governo do país e caminhar por seus corredores é passear pela história do Espírito Santo. Sua construção teve início pela ação dos jesuítas, no século XVI, tendo abrigado a igreja e o Colégio de São Tiago, tornando-se sede de governo em 1798.

Ao longo de mais de quatro séculos, o conjunto arquitetônico passou por várias modificações, testemunhando importantes acontecimentos do Espírito Santo. Com sua restauração, concluída em 2009, o Governo do Estado entrega à população mais do que um patrimônio. Uma parte importante de sua história e de sua identidade.
Site oficial Palácio Anchieta


Eu já fui:
O interior do palácio também é muito bonito, foi restaurado com muito capricho! É possível ver o material que foi utilizado para erguer algumas paredes, pois estão revestidas em vidro transparente.

O atendimento dado aos visitantes é excelente, pena que a visitação têm um tempo muuuuuuuito extenso (55 min.) e você não pode se afastar do grupo um minuto (nem um segundo)... nem mesmo para olhar para o lado, que você é chamado a atenção! rs. Sim, isso aconteceu comigo... acho que me dispercei para tirar umas fotinhas!! rs

Na minha opinião as visitas deveriam ser mais dinâmicas, mais resumidas ou seja curtas!!!! Acredito que a História pode ser explicada objetivamente sem comprometer os fatos! rs
Recomendo o passeio, só não dou a estrelinha do blog pela questão do tempo!



HORÁRIOS DE VISITAÇÃO:

Horários de visitação:
De terça a sábado: das 10h às 17h.
Domingo: das 10h às 16h, apenas com agendamento prévio para grupos.

Visitas de escolas e grupos:
De terça a domingo, apenas com agendamento prévio para grupos.

Duração média das visitas:
De terça a sábado: 55 minutos.
Domingo: 1h30 (visita completa às instalações)

Agendamento das visitas:
De segunda a sexta, das 8h às 18h, pelo tel.: (27) 3636.1032
ou pelo e-mail agendamento@seg.es.gov.br

Endereço:
Praça João Clímaco, s/n - Cidade Alta - Centro
Vitória - Espírito Santo

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Curva da Jurema

Curva da Jurema: petiscos da culinária capixaba à beira-mar

Elizabeth Nader
Pessoas sentadas debaixo dos coqueiros e próximas aos quiosques da Curva da Jurema
Elizabeth Nader
Banhistas na Curva da Curva da Jurema
O visitante pode admirar a paisagem a partir de um dos quiosques com áreas cobertas, onde são servidos petiscos da culinária capixaba.
A praia é indicada para a prática de stand up paddle (novo esporte no qual se rema de pé sobre uma prancha) e passeios de veleiro. 2011, site PMV

Dispõe de quiosques, bares, restaurantes, calçadão e iluminação noturna. Bastante movimentada durante a noite, na extremidade à direita encontra-se a Escola de Vela Lars Grael.
Eu ainda não fui à essa praia, mas pelo que sei "e vi " quando passei (recentemente) próximo ao local, a Curva da Jurema esta em obra, e parece que as obras ainda durarão bastante tempo, confiram essa reportagem:

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/01/743448-curva+da+jurema+obras+durante+todo+o+verao.html 

Outra coisa.. achei na internet a informação de um jazz que rola no local todas as segundas-feiras:


Semanalmente, as segundas-feiras a noite, acontece o encontro dos músicos local no projeto chamado "Clube do Jazz", evento frequentado por, além dos músicos, também pelos amantes do jazz e da música instrumental.
O Clube do Jazz, formado no ano 2000, inicialmente era composto por dois quiosques (o Duda’s e Plataforma 16) e que tinham a mesma proposta: manter uma parceria com os músicos locais (exclusivamente músicos de jazz e blues) fixando a segunda feira como um ponto de encontro para trocas de experiências, serviços, bate papo e também para mostrar o trabalho, afinal de contas, é a curva da Jurema uma excelente vitrine cultural. O tempo passou e hoje o Clube do Jazz é referência na música instrumental de Vitória, e por que não dizer do estado do ES. Músicos de todas as partes comparecem para mostrar seus trabalhos, dando as tradicionais “canjas”; o local também é freqüentado por turistas que passam pelo estado, inclusive estrangeiros que se encantam com a qualidade musical e também com a paisagem paradisíaca da praia da Curva da Jurema.
Atualmente o projeto é mantido apenas por um quiosque, o Plataforma 16 e também pelos músicos que ali tocam. É cobrado um couvert simbólico que na maioria das vezes ajuda no pagamento do cachê do músico.
Músicos mais populares que participam do Clube do Jazz: Paulo Sodré, João Augusto, Mirano Schuler, Kako Dineli, Flavio Mattos, Gustavo Lopes, Eliel Moura,Liana di Castro, Jovaldo Guimarães, Colibri, Daniel Dias, Sergio Rouver, Emerson Arsy, Giovani Malini, Hugo Maciel, Zé Moreira, Salsa Oliveira, Dudu Rossi, Marlon Aloyr, Mario Ruy, Gabriel, Marcão Pereira, e muito mais... 2011, Site wilkipedia


 Acesso:
A melhor referência para o visitante chegar à Curva da Jurema é o Shopping Vitória, uma vez que a praia se situa nos fundos à esquerda do centro comercial. A Curva da Jurema fica no acesso que interliga a Avenida Américo Buaiz à ponte da Ilha do Frade.

Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/turismo.php?pagina=curvadajurema
http://pt.wikipedia.org/wiki/Curva_da_Jurema